PORTUGAL SÉC. XXI – ESTRATÉGIAS RUMO AO FUTURO: uma iniciativa do NICCM com a parceria da PASC · Fundação Calouste Gulbenkian · 26 de Fevereiro de 2015.
A SAÚDE SÉNIOR – PRESENTE E FUTURO: Mesa Redonda e Debate com a participação da Presidente da APRe! e da Coordenadora da PASC · Auditório do Institut Français du Portugal · 2 de Março de 2015.
LUSOFONANDO… A LUSOFONIA NUM SÓ PALCO: 21 de Fevereiro de 2015 · 21h30m · Recreios da Amadora
Os MANGA DI RÔNCO ORQUESTRA têm o prazer de apresentar LUSOFONANDO… A LUSOFONIA NUM SÓ PALCO, dia 21 de Fevereiro de 2015, pelas 21h30m, nos Recreios da Amadora, num concerto para maiores de 6 anos.
LUSOFONANDO é um espetáculo que traz na bagagem a música e o ritmo que carateriza e mantém vivo o espírito da Lusofonia.
A orquestra ao vivo contagia e transporta o público para aromas, sabores e sons num encontro de culturas além-fronteiras. Uma viagem inesquecível por temas originais e pela musicalidade de compositores e de grupos tradicionais.
Os MANGA DI RÔNCO ORQUESTRA contam com a presença de artistas como Zé Manel (Darko), Sandra Celas, Guto Pires, Lindu Mona, João Silva, Ramalho Sanhá, Zeca Canango, MC Morpheus, Estrelas Alentejanas da Damaia (grupo feminino de Canto Alentejano) e Tristany Timeold.
Juntamos num só palco artistas espalhados pelo mundo que cantam em português.
Venda de Bilhetes
- De 2ª a 6ª feira, entre as 10h00m e as 19h00m, no local do espetáculo;
- Preço de 5€ (cinco euros).
Produção
- Zoomusica
- FJ–IdeiasEventos
Patrocínio
Apoios
- AMI (Assistência Médica Internacional)
- MIL (Movimento Internacional Lusófono)
- Associação Sphaera Mundi – Museu do Mundo
- Associação para as Comemorações dos 8 Séculos da Língua Portuguesa (com o Alto Patrocínio da Presidência da República)
- Associação Agostinho da Silva
- Círculo dos Escritores Moçambicanos na Diáspora
- Círculo do Entre Ser
- Recreios da Amadora
- RDP África
- Agrupamento de Escolas Francisco Simões
- Américo Jones Design
- J. A. Santos- Studio Photography
- Jorge Baptista (designer)
- Associação Jungleplanet
Organização
Mais Informações
- Manga di Rônco | 968 972 450 | mangadironco@gmail.com
A CIDADANIA E O BUSINESS CASE: um artigo de Luís Antunes, sócio-fundador da AMBA e ex-presidente da AMBA e do Board dos Alumni do The Lisbon MBA, duas Associações PASC.
Porque é que a Alumni do The Lisbon MBA e a AMBA que são associações de antigos alunos de MBA, ligadas a escolas de renome mundial como o The Lisbon MBA, a Católica-Lisbon, a Nova SBE e o americano MIT aderem a um projeto como o da PASC – Casa da Cidadania?
Afinal, qual é o business case?
Vamos por partes: business case é um jargão anglo-saxónico que nos é muito caro e, em linguagem simples, significa apenas qual o motivo, o que se ganha ao empreender-se determinado projeto ou tarefa.
E a pergunta faz todo o sentido, porque ninguém dá nada sem esperar algum tipo de retorno, sobretudo nós que temos por missão gerir recursos que não são, normalmente, nossos.
O outro lado da equação tem a ver com a palavra ou conceito Cidadania: honestamente, eu não a sei definir, mas se a vir, reconheço-a! Como já escrevi em livro:
“A cidadania tem múltiplas dimensões, nomeadamente política, económica, sociológica, ambiental e cultural e não é apenas uma resposta operativa às circunstâncias da nossa vida em sociedade, é, antes, ter-se uma visão estratégica para o futuro…”
Esta visão estratégica para o futuro das sociedades remete-nos para a questão da Responsabilidade Social Empresarial, sobre a qual também escrevi:
“A RSE tem a ver com a relação que as empresas devem ter com as questões da sustentabilidade planetária, das populações com que interagem e do valor social da criação da mais valia… mas só existirá esta responsabilização empresarial se existir, na sociedade, a clara noção da responsabilidade individual. Ou seja, cidadania não é só um direito de todos nós, mas é também um dever, porque o seu exercício é de poder e, associado a ele, vem sempre o conceito da responsabilidade.”
E aqui convergimos com gurus da Gestão como Michael Porter, Edward Freeman, Henry Mintzberg, ou da Economia como Ernâni Lopes ao afirmarmos que o novo paradigma é:
“O que é bom para a Sociedade é bom para a Empresa e não o seu contrário.”
Acrescentaria ainda a minha própria definição do que é ser-se um MBA:
“Como MBAs, o nosso propósito é servir o bem comum, juntando pessoas e recursos para criar valor, de um modo tal que nenhum indivíduo, isoladamente, o possa criar.”
Assim, criar prosperidade económica, social e ambiental para as sociedades onde os MBAs estão inseridos faz parte do seu código deontológico e este requer que a sua atuação seja conforme aos usos e costumes locais e à avocação de mais-valia para a sociedade. Concluindo o meu business case: criar mais-valia, ter uma visão estratégica para o futuro do nosso país, ter responsabilidade individual e coletiva, trabalhar com a sociedade partilhando valor e competências nada mais é do que exercer a missão do MBA. Perceba-se agora o teor de um parágrafo do pedido de adesão à PASC da Alumni do The Lisbon MBA feito em Abril de 2013 pelo respetivo Board a que presidia:
“Dado que os objetivos e as atividades desenvolvidas pela PASC se coadunam com os nossos objetivos de criação de valor partilhado com a sociedade portuguesa, pensamos que será do interesse comum a colaboração com essa plataforma.”
I rest my case.





