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Adesão da CPADA – Confederação Portuguesa de Associações de Defesa do Ambiente

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Numa cerimónia realizada no dia 21 de Novembro foi estabelecido um Protocolo de cooperação entre a CPADA e a CASA DA CIDADANIA, com o objectivo de enquadrar a permuta de categoria de associado e a colaboração enre as duas partes com vista à promoção e desenvolvimento de atividades de interesse comum.

 

Segundo informação constante no site http://www.cpada.pt , “A Confederação Portuguesa das Associações de Defesa do Ambiente foi criada em 1991, na sequência do 1º Encontro Nacional das Associações de Defesa do Ambiente (Viseu, 1989), e é a maior organização ambientalista do nosso País, integrando 110 ADA/ONGA (Associações de Defesa do Ambiente/Organizações Não Governamentais de Ambiente) de âmbitos Nacional, Regional e Local, de grande diversidade temática (conservação da natureza, ordenamento do território, património construído, ambiente urbano, transportes alternativos, bem estar animal, agricultura biológica, educação ambiental e actividades específicas, como espeleologia, montanhismo, escutismo e cicloturismo), espalhadas no Continente e Regiões Autónomas, que representam, no seu todo, muitas dezenas de milhar de associados.

 

A Confederação tem como objectivos gerais a defesa do ambiente, nas suas múltiplas vertentes, em particular através do fenómeno do associativismo. É uma rede nacional de Associações de Defesa do Ambiente/Organizações Não Governamentais de Ambiente (ADA/ONGA), um fórum de debate de temas ambientais, um espaço de solidariedade e o parceiro social por excelência em política de ambiente. A Confederação pretende melhorar os processos de informação, decisão e debate entre as ADA/ONGA em matéria de ambiente, promovendo e assegurando o intercâmbio de informações e experiências entre as ADA/ONGA, participar nos debates sobre política de ambiente e defender os interesses das ADA/ONGA junto dos organismos públicos. ”

 

TERTÚLIA – DEBATE Cidadania Digital: Será o Fim da Democracia?

Cidadania Digital - Fim da Democracia

Lisboa, 14 de Dezembro de 2018
Entre as 16:30 e as 19:30

Lisboa – Salão do palacete da Junta de Freguesia do Lumiar
Alameda das Linhas de Torres, nº 156

Metro: Quinta das Conchas (Linha Amarela) – Autocarros: 703, 736, 796 e 206

O desenvolvimento tecnológico, particularmente a Internet, a inteligência artificial e o big data, permitiram acelerar e massificar a comunicação personalizada, através de uma enorme diversidade dos canais digitais. O discurso do ódio, a maquinação dos medos e o aproveitamento das fragilidades da democracia passaram a fazer parte do nosso quotidiano.

A captura do jornalismo por grandes grupos económicos institucionalizou uma comunicação social baseada nas notícias sensacionalistas e de impacto de curto prazo, com menos investigação e com pouco contraditório. Será que estamos a deixar de ser cidadãos para passarmos a viver numa sociedade comandada por algoritmos de computador? Qual o Futuro do Jornalismo? Quem nos governa afinal? Será que trocámos o nosso controlo político por uma aparente liberdade individual de publicar nas redes sociais?

Esta iniciativa da PASC – Casa da Cidadania pretende ser um espaço de debate aberto entre perspetivas diferentes e aparentemente contraditórias, capaz de desconstruir o papel das redes sociais no aprofundamento da democracia participativa ou no seu enfraquecimento.

Programa 6_12_2018

Participação gratuita mas sujeita a inscrição

Inscreva-se

Oradores confirmados

Ana Maria Evans Ana Maria Evans
É Investigadora FCT na Nova Information Management School, Universidade Nova de Lisboa. Doutorada (PhD) em “Government”, pela Universidade de Georgetown, EUA, tem leccionado em universidades portuguesas e estrangeiras, nas áreas de Governo, Políticas Públicas, Política Comparada e Estratégia Política Empresarial. Dedica as suas atividades de investigação científica ao estudo de estratégias de inovação tecnológica, organizacional e política que tornam possível o desenvolvimento colectivo e sustentado de empresas em contextos de grande adversidade. Colabora regularmente com a Comissão Europeia no âmbito do programa H2020, na área de governo e sociedade digital.
Carlos Magno Carlos Magno
É Professor da Universidade de Aveiro. Foi Presidente do Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social. Licenciado em jornalismo pela Escola Superior de Jornalismo do Porto. Especializou-se em Filosofia da Comunicação e é professor no Instituto Superior de Comunicação Empresarial (ISCEM), em Lisboa e docente convidado na Faculdade de Filosofia da Universidade Católica, em Braga. Foi docente das cadeiras de Jornalismo e Literatura, Jornalismo Contemporâneo e Jornalismo Radiofónico, na Escola Superior de Jornalismo do Porto. Leccionou as disciplinas de Teorias da Comunicação, no ISAG do Porto, e de Cultura Portuguesa, no Instituto Superior Miguel Torga. Foi, ainda, responsável pelas cadeiras de Comunicação e Imagem no MBA do Instituto de Estudos Superiores Financeiros e Fiscais (IESF) onde dirigiu um Programa Avançado de Management para executivos de topo. O seu percurso no jornalismo iniciou-se na Rádio Universidade, passou pela RDP, foi Director-Adjunto de Informação da Antena 1, foi Editor do Expresso e fundar a TSF no Porto, onde foi Administrador e Director. Pertenceu à Direcção do Diário de Notícias e fundou o canal de televisão por cabo que deu origem à RTPi.
José-Emílio-Amaral-Gomes José Emílio Amaral Gomes
Economista e futurista. Membro do Grupo dos “Futuros da Sociedade da Informação” da APDSI; Membro da Missão que elaborou o Livro Verde para a Sociedade da Informação em Portugal; Docente universitário no ISEG de 1970 a 2001; Assessor Principal do Departamento de Prospectiva e Planeamento.
José Magalhães José Magalhães
É deputado da Assembleia da República na atual Legislatura e foi também deputado nas III,IV, V, VI, VII ,VIII, IX,X, XI, XII Legislaturas. Desempenhou, entre outras, as funções de Secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, de Secretário de Estado Adjunto da Administração Interna e de Secretário de Estado da Justiça e da Modernização Judiciária. É Professor universitário, Escritor, Comentador Político e Consultor independente em Tecnologias de Informação nas áreas de Modernização e Simplificação Administrativas, Governo Electrónico e Combate ao crime..
Jose Vitor Malheiros José Vitor Malheiros
Colunista do jornal Público. Consultor de Comunicação no Ciência Viva. Professor convidado na Universidade Nova de Lisboa. Professor convidado de jornalismo online na Universidade Lusófona. Dirigiu o ComLab da UMIC, Unidade de Missão para a Inovação e Conhecimento.
Paulo Pena DN Paulo Pena
Sociólogo e Jornalista. Grande Repórter do Diário de Notícias.
paulo querido Paulo Querido
É um empreendedor web que se define a si próprio como jornalista-programador, com particular interesse pela Inteligência Artificial e pelo data-journalism. Teve uma carreira de mais de 3 décadas como jornalista e foi consultor de media. Manteve de 2010 a 2013 uma coluna diária no Jornal de Negócios; pertenceu aos quadros de jornais como o Expresso e o Diário Popular e publicou em jornais como o Público e o Correio da Manhã. É autor de vários sítios, livros e projetos. Já colaborou em várias comunicações relacionadas com o advento da Internet e social media
Pedro-Fonseca-ap Pedro Fonseca
Pertence ao TIC Tank – Ciência nas tecnologias e impactos sociais. Foi Editor e Jornalista no Observatório do Mundo Digital Foi Editor Chefe do ComputerWorld. É jornalista freelancer do Diário de Notícias.
Rui Cádima Rui Cádima
Professor Catedrático do Departamento de Ciências da Comunicação da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Coordenador dos cursos de Doutoramento de Ciências da Comunicação e de Mestrado de Novos Media e Práticas Web. Investigador Responsável do CIC.Digital/ICNOVA – Instituto de Comunicação da NOVA FCSH. Últimos livros publicados: O (Des)controlo da Internet. Sobre Pluralismo e Diversidade na Rede. Lisboa: Media XXI, 2017; A Era Digital – Primeiros Impactos. Lisboa: Media XXI, 2015.

Em colaboração com
APDSI Futuros      Apoio institucional JF Lumiar

TERTÚLIA – DEBATE Será Portugal um país racista?

TERTÚLIA – DEBATE

Será Portugal um país racista?

Inclusão social, culturas, segurança e outros medos

Lisboa, 10 de Novembro de 2018
Entre as 14:30 e as 17:15
Fábrica Braço de Prata – Marvila – Lisboa

Participação gratuita mas sujeita a inscrição

Inscreva-se

Será Portugal um Pais Racista

A aceleração das migrações, a convivência intercultural, o agudizar das várias formas de exclusão social e a proliferação de vários medos criam novos e mais urgentes desafios às políticas públicas intersectoriais e à forma como interagimos uns com os outros em espaços que partilhamos e em sociedades cada vez mais diferenciadas e abertas ao mundo.

Esta iniciativa da PASC – Casa da Cidadania pretende ser um espaço de debate aberto entre perspetivas diferentes e aparentemente contraditórias, capaz de desconstruir um dos maiores tabus da sociedade portuguesa, após as recentes recomendações do Conselho da Europa a Portugal, tendo em vista a criação de um país cada vez mais cosmopolita e inclusivo.

Programa

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Quem são os oradores do Painel

Carlos Magno  Carlos Magno

Presidente do Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social. Licenciado em jornalismo pela Escola Superior de Jornalismo do Porto. Especializou-se em Filosofia da Comunicação e é professor no Instituto Superior de Comunicação Empresarial (ISCEM), em Lisboa e docente convidado na Faculdade de Filosofia da Universidade Católica, em Braga. Foi docente das cadeiras de Jornalismo e Literatura, Jornalismo Contemporâneo e Jornalismo Radiofónico, na Escola Superior de Jornalismo do Porto. Leccionou as disciplinas de Teorias da Comunicação, no ISAG do Porto, e de Cultura Portuguesa, no Instituto Superior Miguel Torga. Foi, ainda, responsável pelas cadeiras de Comunicação e Imagem no MBA do Instituto de Estudos Superiores Financeiros e Fiscais (IESF) onde dirigiu um Programa Avançado de Management para executivos de topo. O seu percurso no jornalismo iniciou-se na Rádio Universidade, passou pela RDP, foi Director-Adjunto de Informação da Antena 1, foi Editor do Expresso e fundar a TSF no Porto, onde foi Administrador e Director. Pertenceu à Direcção do Diário de Notícias e fundou o canal de televisão por cabo que deu origem à RTPi.

Godelieve Meersschaert  Godelieve Meersschaert

Psicóloga, fundadora da Associação Cultural Moinho da Juventude. Defensora dos direitos da comunidade onde a Associação está inserida, o Bairro da Cova da Moura, o trabalho de Godelieve ajudou a um melhor reconhecimento das capacidades individuais das minorias étnicas no campo profissional e intelectual, ou seja, empowerment comunitário. Foi condecorada pelo Presidente da República em Março de 2009 É natural da Bélgica, e possui nacionalidade portuguesa, Trabalhou durante mais de 20 anos como Técnica Superior de Informática no Ministério das Finanças

Jorge Vala Jorge Vala

Doutorado em Psicologia Social pela Universidade de Louvain (1984), foi Professor Catedrático do ISCTE-IUL e  Investigador Coordenador no ICS da Univ. de Lisboa, instituição em que é presentemente Investigador Emérito. Tem trabalhado em Psicologia Social dos processos socio-cognitivos, nomeadamente no campo das representações sociais e ideologias, normas sociais e das identidades sociais. Os projectos de investigação que tem em curso articulam estes processos com vista ao estudo do racismo e do preconceito, das migrações, das atitudes políticas, da justiça social e da validação do conhecimento quotidiano.

 Marina Pignatelli Marina Pignatelli

Doutorada em Ciências Sociais, Especialidade de Antropologia (ISCSP-UTL) Pós-Doutoramento Antropologia da Religião/Judaísmo Moçambique (SOAS-U Londres). Licenciatura em Antropologia (ISCSP-UTL) Pós-Graduação em Etnologia das Religiões (FCSH-UNL); Pós-Graduação em Estudos Sefarditas (FLUL); Pós-Graduação em Património Cultural Imaterial (UAberta) Curso Livre de: Parapsicologia e Religião, (Fac. Filosofia Braga); Judaísmo (CNC); Tanatologia (FCSH-UNL); Simbolismo (Fund. Casas de Fronteira e Alorna); Religiões na Contemporaneidade (FT-UCP); Kabbalah (The Kabbalah Centre); Curso de Gestão Civil de Crises (IDN) Mestrado em Ciências Antropológicas (ISCSP-UTL)

Otávio Raposo Otávio Raposo

Pós-doutorando em Antropologia. É  licenciado em Sociologia (2003) na Universidade Nova de Lisboa (FCSH-UNL), doutorado em Antropologia (2013) e pós-doutorando em Antropologia pelo Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL). Concluiu o mestrado em Antropologia Urbana (2007) no ISCTE-IUL em associação com a Universidade Rovira i Virgili (Tarragona, Espanha). Entre 2005 e 2009 foi Sociólogo da Equipa de Intervenção Direta da Comunidade Vida e Paz, Instituição de referência no apoio aos sem-abrigo.

Renato Epifânio  Renato Epifânio

Presidente do MIL – Movimento Internacional Lusófono. Professor Universitário; Membro do Instituto de Filosofia da Universidade do Porto, da Direcção do Instituto de Filosofia Luso-Brasileira, da Sociedade da Língua Portuguesa e da Associação Agostinho da Silva; investigador na área da “Filosofia em Portugal”, com dezenas de estudos publicados, desenvolveu um projecto de pós-doutoramento sobre o pensamento de Agostinho da Silva, com o apoio da FCT: Fundação para a Ciência e a Tecnologia, para além de ser responsável pelo Repertório da Bibliografia Filosófica Portuguesa:

Sheila Khan Sheila Khan

Investigadora, de pós-doutoramento, nas Universidades de Manchester, Department of Spanish and Portuguese Studies, e de Coimbra, Centro de Estudos Sociais (CES). É investigadora convidada no Centro de Investigação em Ciências Sociais (CICS), da Universidade do Minho e investigadora convidada no Departamento de Antropologia Social, da Norwegian University of Science and Technology (NTNU). Doutorada em Estudos Étnicos e Culturais pela Universidade de Warwick, Centre for Research in Ethnic Relations; mestre em Psicologia Social na especialidade dos Cross-Cultural Studies pelo Instituto de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE); e licenciada em Sociologia das Organizações pela Universidade do Minho. Investigação em estudos pós-coloniais (Moçambique e Portugal), imigrantes moçambicanos em Portugal. História de Moçambique, literatura moçambicana, literatura portuguesa contemporânea/pós-colonial, narrativas de vida e de identidade, memória, exílios e autobiografia, análise literária, epistemologias do sul e metodologias aplicadas aos estudos pós-coloniais.

Plano de Ação Nacional de Administração Aberta – Proposta de Medidas

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No âmbito da participação no Open Government Partnership, promovido pela Agência para a Modernização Administrativa, após consulta às associações, a CASA DA CIDADANIA propôs quatro medidas a implementar :

1.SITAAP – Sistema de Informação para a Transparência dos Atos da Administração Pública : Aumentar a Transparência dos Atos Administrativos e combater a corrupção, dando cumprimento à Lei n.º 104/97, aprovada por unanimidade na Assembleia da República. O SITAAP visa garantir a integração de dados provenientes do Portal Base, do SIOE, do Registo Predial, dos Benefícios Fiscais, da Execução Orçamental e de outras fontes de informação sobre atos administrativos.

2. Prémio CivicApp : Estimular a criação de ferramentas digitais para promover a participação cívica informada e a defesa dos direitos humanos, orientadas sobretudo a população mais jovem.

3. Jogo do Orçamento : Existe em Portugal uma baixa participação dos cidadãos na discussão do orçamento do Estado, no entanto este é uma peça fundamental da democracia e é nele que se inscrevem as prioridades políticas do país para um ano. A democracia nasceu pela revolta dos cidadãos contra a imposição dos soberanos em definir os impostos a cobrar e, posteriormente, a sua aplicação. Hoje deixou de haver esta percepção e é por isso que se torna tão importante a formação e sensibilização, nomeadamente dos jovens que frequentam a universidade e que entram na idade de votar.

4. SIMAD – Os Meus Abonos e Descontos : Criação de um portal capaz de permitir o acesso seguro e privado ao próprio a toda a informação agregada, relativa a remunerações e pensões pagas e declaradas ao Estado e aos respetivos descontos retidos, permitindo a detecção de incongruências por parte do interessado.

 

 

A CASA DA CIDADANIA no “Open Government Partnership”

A “Diagrama”, revista da Agência para a Modernização Administrativa, na sua edição de Junho de 2018, faz um artigo sobre a participação portuguesa no Open Government Partnership, do qual a CASA DA CIDADANIA é parte integrante como representante da sociedade civil portuguesa.
A Open Government Partnership (OGP) é uma iniciativa multilateral, lançada em Setembro de 2011, pelos Chefes de Estado e de Governo de oito países, que subscreveram a designada Declaração de Administração Aberta, à qual o Estado Português aderiu a 13 de dezembro de 2017, comprometendo-se a:

▪     Promover a transparência;
▪     Dar mais poder aos cidadãos;
▪     Combater a corrupção;
▪     Utilizar as novas tecnologias para potenciar a relação entre Estado e Cidadão.

A adesão à OGP implica o desenvolvimento, execução e supervisão de um Plano de Ação Nacional de Administração Aberta, com periodicidade bianual, e que deverá ser gerido através de uma Rede constituída por entidades públicas e da sociedade civil, de que a PASC – CASA DA CIDADANIA é parte integrante.

Conferência “Sistema Eleitoral. A Reforma”

A SEDES, associação membro da CASA DA CIDADANIA, realiza no próximo dia 12 de Setembro, a Conferência “Sistema Eleitoral. A Reforma.” com o Patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República.

Conferencia Sistema Eleitoral

Adesão da TAKE C’AIR CREW VOLUNTEERS

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Foi no passado dia 28 de Março ratificado em Assembleia Geral o Pedido de Adesão da Associação TKCV – TAKE C’AIR CREW VOLUNTEERS.

Esta associação, conforme consta dos Estatutos, “tem como fim a promoção e desenvolvimento de projectos de ajuda, de formação e de cooperação para o desenvolvimento sustentável de comunidades, em especial as mais carenciadas, e de instituições e ONG’s, em território nacional e internacional; (…)”.

Foi fundada em 2016 e tem Patricia Melo como Presidente da Direcção.

Pode seguir a actividade da TAKE C’AIR CREW na sua página de Facebook.

Adesão da Associação de Vitimas do Incêndio de Pedrogão Grande

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Foi no passado dia 28 de Março ratificado em Assembleia Geral o Pedido de Adesão da AVIPG – Associação de Vitimas do Incêndio de Pedrogão Grande.

Esta associação, conforme consta dos Estatutos, “tem como objeto principal a defesa dos direitos e dos legítimos interesses das pessoas afetadas pelo incêndio de Pedrógão Grande de dois mil e dezassete, bem como a promoção de medidas que previnam e impeçam a ocorrência de circunstâncias futuras idênticas, podendo para o efeito desenvolver todas as atividades adequadas a tal fim(…)”.

Foi fundada em 2017 e tem como Presidente da Direcção a Dra. Nádia Piazza.

Pode seguir a actividade da AVIPG na sua página de Facebook.

2ª Conferência Anual da PASC – CASA DA CIDADANIA

PROGRAMA

16h30 Recepção dos participantes

 

17h00 – 17h15 Sessão de Abertura

Boas Vindas

  • Prof. Doutor José Dias Coelho, Presidente da Direção da PASC
  • Dra. Maria Perpétua Rocha, Coordenadora do

Conselho de Representantes da PASC

 

17h15 – 17h45 Conferência Principal

Prof. Doutor João César das Neves, “Particularidades da Cidadania Lusa”

Univ. Católica Port. – Católica Lisbon School of Business & Economics

 

17h45 – 18h00 Pausa

 

18h00 – 19h10 Espaço das Associações da CASA DA CIDADANIA

  • DARIACORDAR – Zero Desperdício

Dra. Paula Policarpo

  • AORN – Associação dos Oficiais da Reserva Naval

Eng. Armando Teles Fortes

  • GEOTA – Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente

Engª. Marlene Marques e Arqª Irina Gomes

 

19h10 – 19h15 Pausa

 

19h15 – 19h45 Entrega do PRÉMIO CIDADANIA 2017

  • Boas Vindas pelo Presidente da Direção da PASC
  • Prof. Xavier Viegas, “Incêndios Florestais e Cidadania”

Universidade de Coimbra

  • Entrega do PRÉMIO CIDADANIA 2017 à

Associação de Vitimas do Incêndio de Pedrógão Grande (AVIPG) /

Nadia Piazza (Presidente)

  • Intervenção de Sua Excelência o Senhor Presidente da República

Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa

 

INSCRIÇÃO GRATUITA PARA : secretariado@pasc.pt

PRÉMIO ANUAL DA CIDADANIA

A PASC – CASA DA CIDADANIA promove o Prémio Anual da Cidadania o qual visa distinguir um projecto, actividade ou desempenho, na área da promoção da cidadania activa, que se saliente pela sua contribuição eficaz para melhorar a capacidade de participação e envolvimento de uma comunidade com especial incidência nas sinergias entre as vertentes social, ambiental e económica, enquadrada numa cultura de valores éticos.

O Prémio pode ser atribuído a Cidadãos, Associações ou Empresas, residentes em Portugal, sendo as candidaturas apresentadas por Entidades, individuais ou colectivas.

Em 2017 a composição do Júri é a seguinte :

Prof. José Dias Coelho, Presidente da Direcção da PASC

Dra. Maria Perpétua Rocha, Coordenadora do Conselho de Representantes da PASC

Prof. Nelson Brito, membro do Conselho Superior da PASC

António Teixeira Lopes, Vogal da Direcção da PASC

Alm. Victor Gonçalves de Brito, Vogal da Direcção da PASC

 

As candidaturas decorrem até 26 de Outubro de 2017, sendo o  Prémio entregue na II Conferência Anual da PASC – CASA DA CIDADANIA, a decorrer no próximo dia 22 de Novembro.

Regulamento e Formulário de Candidatura : Regulamento Prémio Anual da Cidadania