Bullying e CyberBullying

Dia 3 de Fevereiro, próxima 4ª feira, das 21h às 23h, desafiamo-lo a juntar-se a nós, num webinar destinado para aqueles que querem conhecer um pouco mais sobre a problemática do Bullying e do CyberBullying no contexto escolar.

Gravação integral do evento

Para abordar este tema convidámos Tito de Morais, fundador do Projecto MiudosSegurosNa.Net, Luís Fernandes, coautor do livro “Plano Bullying – Como Apagar o Bullying da Escola”, Júlia Vinhas, coautora do jogo pedagógico de tabuleiro “Bullying: Um dia na escola” e Márcia Lemos, advogada e vice-presidente da AjudAjudar – Associação para a Promoção dos Direitos das Crianças e Jovens.

Conhecer o que diferencia o Bullying e o CyberBullying bem como as suas principais causas e os fatores que contribuem para o facilitar? Quais os principais sinais de alerta? Quais os participantes e que papéis desempenham? Que abordagens podemos adotar para identificar, prevenir, intervir e combater o cyberbullying?

Agradecemos a divulgação deste evento e do cartaz, em anexo, no site e por email para todos os vossos associados e amigos.

Este evento não carece de inscrição prévia e para assistir basta utilizar uma das opções de acesso, ZOOM ou YouTube.

– ZOOM• link direto: https://zoom.us/j/99750135636• ID: 997 5013 5636

– YouTube• link: https://www.youtube.com/channel/UCZgRotKOef6fHzd8XpaYluw

Exclusão Digital – A realidade do 1º Ciclo do Ensino Básico e do Pré-Escolar

No próximo dia 27 de Janeiro, com inicio às 21 horas, a PASC – Casa da Cidadania irá realizar o 8º webinar, sobre Exclusão Digital, dedicado a conhecer a realidade do 1º Ciclo do Ensino Básico e do Pré-Escolar. Nesta sessão, iremos também abordar as dificuldades e oportunidades que emergiram com a Pandemia e que afectaram a comunidade Escolar do 1º Ciclo do Ensino Básico e do Pré-Escolar. Analisaremos também o impacto, caso exista, no Modelo de Ensino e na Estratégia da Educação.

PROGRAMA:

  • Adelaide Ribeiro – TIC e Inovação em Educação: Velhas e Novas Desigualdades
  • Paula Figueiredo – E@D Tempo de nos reConstruirmos
  • Debate moderado por Ana Oliveira e José Marques, com
    • Conceição Romão
    • Mónica Alves
    • Vera Mendes
    • Sandra André
    • Adelaide Ribeiro
    • Paula Figueiredo
  • Perguntas e Respostas

Este evento não carece de inscrição prévia e para assistir basta utilizar uma das opções de acesso, ZOOM ou YouTube.
– ZOOM

– YouTube

Segurança apesar da Criptografia

José Legatheaux Martins (*)

Presidente do Capítulo Português da Internet Society

Durante o ano de 2020 as comunicações digitais suportadas nas tecnologias da Internet emergiram como fundamentais. Entre essas tecnologias, a criptografia é omnipresente e fornece as bases da privacidade, da segurança e da confiabilidade.  É a utilização de criptografia que protege as comunicações interpessoais, a comunicação remota dos doentes com os médicos e dos advogados com os seus clientes, o acesso à e o funcionamento da banca remota, que torna seguro o controlo remoto das infraestruturas críticas e o funcionamento digital das empresas e dos governos. A criptografia é também fundamental para proteger jornalistas de investigação e todos aqueles que são perseguidos injustamente. Sem criptografia também não seria possível garantir a autenticidade da documentação digital. Infelizmente, é também a criptografia que dificulta o combate a atividades ilegais e antissociais praticadas via a Internet.

Durante o último trimestre de 2020 vários Estados democráticos, e mais recentemente a própria Comissão Europeia, enunciaram uma direção de combate ao crime designada genericamente “Garantir Segurança Apesar da Criptografia”. Tal posição promove a seguinte ideia: em caso de necessidade, e depois de enquadrada legalmente, os organismos judiciais e de segurança devem poder aceder a qualquer informação protegida criptograficamente.

Aplicar este princípio ao conjunto das comunicações extremo-a-extremo via a Internet, significaria violar a proteção criptográfica garantida pelo software e os sistemas de operação dos equipamentos finais dos utilizadores. Tal implicaria a implementação de mecanismos que os peritos de segurança designam por “back-doors” ou, em linguagem popular, “portas dos fundos”, que permitissem acesso local ou remoto pela polícia à informação disponível nos equipamentos finais dos utilizadores.

Esta posição é, no mínimo, ingénua, pois a existência de tais mecanismos não pode ser implementada sem enfraquecer a segurança dos equipamentos. A grande maioria dos peritos independentes é unanime: não é possível implementar esses mecanismos de forma a garantir que eles não caiam nas mãos erradas, e sem que possam ser usados por aqueles com os meios e o dinheiro necessários para terem acesso aos “back-doors”, atacando deste modo as pessoas e os organismos que necessitam de segurança e privacidade. Por outro lado, a tecnologia necessária para fabricar e conceber dispositivos informáticos sem esses “back-doors” continuaria acessível a toda a gente, incluindo a bandidos e terroristas.

Mesmo dando o benefício da dúvida de que este processo possa estar a ser conduzido somente com a intenção de combater o crime, ele inevitavelmente conduzirá a que os Estados que atualmente se conduzem pelas regras dos Estados de Direito, com proteção dos Direitos Humanos e do direito das organizações à sua Privacidade e Segurança, se aproximem perigosamente de técnicas usadas por Estados totalitários bem conhecidos, o que as democracias de tipo ocidental sempre têm rejeitado.

(*) Professor catedrático da Universidade Nova de Lisboa e presidente do Capítulo Português da Internet Society

Artigo publicado aqui: https://tek.sapo.pt/opiniao/artigos/seguranca-apesar-da-criptografia

Este texto é da exclusiva responsabilidade do seu autor e não compromete em nada a perspetiva da PASC – Casa da Cidadania ou dos seus associados

Exclusão Digital – A Realidade do Ensino Básico

Vídeo integral do Webinar

PROGRAMA

  1. Abertura
  2. Introdução à temática
  3. G-Learning: As tecnologias digitais ao serviço do Ensino – Dário Zabumba
  4. Debate moderado por José Marques e Jorge Robalo e com:
    • Nuno Silva
    • Ana Paula Loureiro
    • Ondina Espirito Santo
    • Dário Zabumba
  5. Perguntas e respostas

Entrar no ZOOM aqui às 21:00h

Convite à proposta de iniciativas para a melhoria do funcionamento dos serviços públicos

A Open Government Partnership (OGP), de que a PASC – Plataforma de Associações da Sociedade Civil, CASA DA CIDADANIA é parte integrante, é uma iniciativa multilateral, lançada em Setembro de 2011, pelos Chefes de Estado e de Governo de oito países, que subscreveram a designada Declaração de Administração Aberta, à qual o Estado Português aderiu a 13 de dezembro de 2017, comprometendo-se a:

  • Promover a transparência
  • Dar mais poder aos cidadãos
  • Combater a corrupção
  • Utilizar as novas tecnologias para potenciar a relação entre Estado e Cidadão

No âmbito da preparação do Plano de Atividades para 2021-2022, convidamos todos(as) a preencher o formulário, disponível aqui https://pt.surveymonkey.com/r/OGP_Portugal, que se destina a recolher propostas de iniciativas para a melhoria do funcionamento dos serviços públicos, com o objectivo de aproximar os serviços públicos às necessidades dos cidadãos, como por exemplo:

  • Eliminação de certidões e comprovantes inúteis;
  • Eliminação de controlos e procedimentos supérfluos;
  • Partilha de dados e informação entre organismos públicos (incluindo autarquias);
  • Mover a decisão para níveis mais próximos do cidadão;
  • Dar prioridade e respeitar os compromissos com o cidadão;
  • Dar acesso e poder ao cidadão para sua capacitação e controlo;
  • etc.

As iniciativas que forem seleccionadas pela Rede serão asseguradas através de compromisso específico entre o governo e a sociedade civil, para os próximos dois anos.

Poderá ver mais detalhes sobre a RNAA, Rede Nacional de Administração Aberta – OGP Portugal no site https://ogp.eportugal.gov.pt

Agradecemos que nos apresente as suas iniciativas para a melhoria do funcionamento dos serviços públicos, até ao próximo dia 20 de Janeiro de 2021 através do formulário https://pt.surveymonkey.com/r/OGP_Portugal