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Tendo em conta que a identidade e dinamismo social e cultural dos concelhos do país dependem muito do nível de actividade e força do tecido associativo local, a PASC: Casa da Cidadania propõe que as Câmaras Municipais de Portugal:
1. Criem ou desenvolvam uma rede municipal por meios cibernéticos de divulgação da actividade das associações no seu município e que se criem mecanismos que alertem os promotores para eventos ou coincidência de datas/ locais/ horários, à semelhança do que já é feito em http://associativismo.cm-ansiao.pt/
2. Nesta plataforma, deveria existir um directório com todas as associações no concelho, como actualmente já faz em https://www.cm-anadia.pt/pages/802?poi_id=437
3. Criar vários apoios ao voluntariado, designadamente apoios logísticos (transportes, alimentação e seguros), desenvolvendo uma rede municipal de voluntariado que possa ser partilhada entre as várias associações do concelho.
4. Criar um serviço municipal dedicado ao apoio às associações, ajudando na sua constituição, nos aspectos jurídicos, estatutários e financeiros.
5. Apoiar tecnicamente e financeiramente na atribuição e manutenção de sites para cada associação, assim como e-mails próprios, números de telefone fixo e outras componentes de presença das associações na Internet.
6. Reforçar todas as ajudas financeiras disponíveis, divulgando os programas existentes na referida “Plataforma do Associativismo”.
A PASC acredita que um movimento associativo forte pode trazer várias vantagens para qualquer Câmara Municipal em Portugal. Designadamente:
Representação efectiva: Um movimento associativo forte pode representar os interesses de grupos específicos ou sectores da sociedade, tornando-se uma voz poderosa que influencia as decisões da câmara municipal. Isso garante que uma variedade de perspectivas é efectivamente considerada nas políticas e decisões municipais.
Participação cívica: Um movimento associativo forte promove a participação activa dos cidadãos na vida política e municipal. Isso leva a um maior envolvimento cívico, com os membros da comunidade empenhados em debates, discussões e acções relacionadas com as questões locais. A participação cívica fortalece a democracia local e pode levar a uma governança mais transparente e responsável.
Influência política: Os movimentos associativos podem ter um impacto significativo na formulação de políticas municipais. Ao organizar-se e expressar suas preocupações de forma colectiva, podem influenciar os processos de tomada de decisão da Câmara Municipal e moldar a agenda política local. Isso permite que os anseios das comunidades sejam considerados de forma mais eficiente.
Acesso a recursos: Movimentos associativos fortes podem facilitar o acesso a recursos, tanto financeiros quanto humanos. Eles podem procurar parcerias com organizações externas, solicitar financiamento para projectos específicos e mobilizar voluntários para apoiar iniciativas comunitárias. Esses recursos adicionais podem ajudar a Câmara Municipal a implementar programas e projectos que beneficiem a população local.
Fiscalização e prestação de contas: Um movimento associativo forte pode desempenhar um papel importante na fiscalização das acções da Câmara Municipal. Ao monitorizar as actividades do governo local, eles podem garantir que os representantes eleitos cumpram as suas promessas, respeitem os interesses da comunidade e actuem de acordo com os princípios democráticos. Isso promove uma maior transparência e prestação de contas por parte da Câmara Municipal. A esse respeito, defendemos igualmente a publicação obrigatória das transferências financeiras dos municípios para as associações dos mais variados âmbitos.
Fortalecimento da coesão social: Movimentos associativos fortes podem ajudar a fortalecer os laços comunitários e promover a coesão social. Ao unir pessoas com interesses comuns, eles podem criar um senso de identidade e pertença, além de fomentar a solidariedade e a colaboração entre os membros da comunidade. Essa coesão social é essencial para construir uma sociedade mais inclusiva e resiliente.
Em suma, um movimento associativo forte traz vantagens como: representação efectiva, participação cívica, influência política, acesso a recursos, fiscalização e prestação de contas, além do fortalecimento da coesão social. Essas vantagens contribuem para uma governança mais inclusiva, responsável e eficaz a nível municipal.

Com periodicidade mensal, “O Esplendor Caótico do Mundo” é um Ciclo de “Conversas Improváveis”, a realizar on-line, entre três pessoas de formações diferentes – Ana Sofia Lopes (Medicina), Paula Policarpo (Direito) e Renato Epifânio (Filosofia) –, que têm em comum a paixão de pensar o estado do mundo e as relações internacionais sem concessões à ditadura do “politicamente correcto”.
Em cada sessão deste Ciclo, apoiado institucionalmente pela PASC: Plataforma de Associações da Sociedade Civil (GT “Lusofonia e Relações Internacionais”) e Zero Desperdício/ Dariacordar, haverá sempre convidados.
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ID da reunião: 862 2426 5248

Com periodicidade mensal, “O Esplendor Caótico do Mundo” é um Ciclo de “Conversas Improváveis”, a realizar on-line, entre três pessoas de formações diferentes – Ana Sofia Lopes (Medicina), Paula Policarpo (Direito) e Renato Epifânio (Filosofia) –, que têm em comum a paixão de pensar o estado do mundo e as relações internacionais sem concessões à ditadura do “politicamente correcto”.
Em cada sessão deste Ciclo, apoiado institucionalmente pela PASC: Plataforma de Associações da Sociedade Civil (GT “Lusofonia e Relações Internacionais”) e Zero Desperdício/ Dariacordar, haverá sempre convidados.
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ID da reunião: 873 9499 4697

Inscrição gratuita mas obrigatória aqui https://pt.surveymonkey.com/r/OGP_BR_CV_PT

Com periodicidade mensal, “O Esplendor Caótico do Mundo” é um Ciclo de “Conversas Improváveis”, a realizar on-line, entre três pessoas de formações diferentes – Ana Sofia Lopes (Medicina), Paula Policarpo (Direito) e Renato Epifânio (Filosofia) –, que têm em comum a paixão de pensar o estado do mundo e as relações internacionais sem concessões à ditadura do “politicamente correcto”.
Em cada sessão deste Ciclo, apoiado institucionalmente pela PASC: Plataforma de Associações da Sociedade Civil (GT “Lusofonia e Relações Internacionais”) e Zero Desperdício/ Dariacordar, haverá sempre convidados.
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Ver vídeo: https://youtu.be/WH3Yk9YeVLE

João Salgueiro morreu esta sexta-feira, aos 88 anos. “Portugal perdeu hoje um dos seus mais brilhantes economistas da segunda metade do século XX”, lê-se num comunicado oficial da Presidência da República.
João Salgueiro nasceu a 4 de setembro de 1934, no concelho de Braga, licenciou-se em Economia pelo Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras (Universidade Técnica de Lisboa), hoje ISEG. De acordo com a informação biográfica que consta da página oficial da CGD, o banco público de que foi presidente executivo, Salgueiro iniciou a sua carreira profissional como economista do Banco de Fomento Nacional no período de 1959 a 1963. Foi assistente e regente das cadeiras de teoria económica na faculdade em que se licenciou, e em agosto de 1974, “tornou-se vice-governador do Banco de Portugal, deixando esse lugar em março de 1975”. Foi, depois, presidente do Instituto de Investimento Estrangeiro em 1981 e presidente do Banco de Fomento Exterior entre 1983 e 1992.
João Salgueiro foi governante a partir de 1969, e chegou mesmo a ministro de Estado e das Finanças e do Plano no VIII Governo Constitucional, entre 1981 e 1983. Mais tarde, em janeiro de 1996, foi nomeado administrador-geral da CGD, “tendo exercido o cargo até 22 de fevereiro de 2000”. Salgueiro foi também vice-presidente do Conselho Económico e Social e presidente da Associação Portuguesa de Bancos, bem como membro fundador e presidente da Sedes – Associação para o Desenvolvimento Económico e Social, lê-se na página oficial da GDD.
Figura relevante na transição política para a Democracia, João Salgueiro chegou a tentar liderar o PSD. Em maio de 1985, foi o candidato derrotado por Cavaco Silva no congresso social-democrata na Figueira da Foz. Apareceu nesse congresso como virtual vencedor, mas acabou por perder essa corrida interna no PSD.
Numa das últimas entrevistas de fundo, ao jornal Público, em 2017, Salgueiro afirmava que a nacionalização do Novobanco seria a solução mais lógica. “O problema é que a experiência que temos com bancos nacionalizados não tem sido boa e não sei se desta vez teríamos capacidade para fazer uma boa gestão”.
Na mensagem oficial, divulgada esta sexta-feira, o Presidente da República elogia o contributo cívico de João Salgueiro, “assinalado com a Grã-cruz da Ordem do Infante D. Henrique, que lhe atribuiu em 2021”.
Fonte: https://eco.sapo.pt/2023/02/18/morreu-o-economista-joao-salgueiro-1934-2023/

Com periodicidade mensal, “O Esplendor Caótico do Mundo” é um Ciclo de “Conversas Improváveis”, a realizar on-line, entre três pessoas de formações diferentes – Ana Sofia Lopes (Medicina), Paula Policarpo (Direito) e Renato Epifânio (Filosofia) –, que têm em comum a paixão de pensar o estado do mundo e as relações internacionais sem concessões à ditadura do “politicamente correcto”.
Em cada sessão deste Ciclo, apoiado institucionalmente pela PASC: Plataforma de Associações da Sociedade Civil (GT “Lusofonia e Relações Internacionais”) e Zero Desperdício/ Dariacordar, haverá sempre convidados.
| AAACM: Associação dos Antigos Alunos do Colégio Militar |
| AAAIO: Associação das Antigas Alunas do Instituto de Odivelas |
| AACDN: Associação dos Auditores dos Cursos de Defesa Nacional |
| ACRÉSCIMO: Associação de Promoção ao Investimento Florestal |
| ADM: Associação David Melgueiro |
| ANSOL: Associação Nacional para o Software Livre |
| AORN: Associação dos Oficiais da Reserva Naval |
| APAR: Associação Portuguesa de Apoio ao Recluso |
| APAV: Associação Portuguesa de Apoio à Vítima |
| APDSI: Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação |
| APE: Associação dos Pupilos do Exército |
| APG: Associação Portuguesa de Gestão das Pessoas |
| APRe: Associação de Aposentados, Pensionistas e Reformados |
| APREDIN: Associação Promotora da Rede Dinâmica XXI |
| ARPI: Associação para a Revitalização do País Interior |
| ARSUB: Associação para a Resiliência da Região de Lisboa |
| CAVITOP: Centro de Apoio a Vítimas de Tortura – Portugal |
| CcN: Conservadores com Norte |
| CEMD: Círculo de Escritores Moçambicanos na Diáspora |
| CIDSénior: Movimento para a Cidadania Sénior |
| CGDD: Casa de Goa, Damão e Diu |
| CM-LNP: Confraria Marítima – Liga Naval Portuguesa |
| COMM: Clube de Oficiais da Marinha Mercante |
| DARIACORDAR: Associação Contra o Desperdício |
| EMDIIP: Equipa Desenvolvimento Infantil e Intervenção Precoce |
| ESOP: Associação de Empresas de Software Open Source Portuguesas |
| GEOTA: Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente |
| IEACG: Instituto de Estudos Avançados em Catolicismo e Globalização |
| IFLB: Instituto de Filosofia Luso-Brasileira |
| IIM: Instituto Internacional de Macau |
| IRIS: Associação Nacional de Ambiente |
| ISOP.PT: Internet Society Portugal |
| MCD: Movimento de Cidadania Democrática |
| MIL: Movimento Internacional Lusófono |
| MM: Médicos do Mundo |
| PROVISEU: Associação para a Promoção de Viseu e Região |
| SEDES: Associação para o Desenvolvimento Económico e Social |

Com periodicidade mensal, “O Esplendor Caótico do Mundo” é um Ciclo de “Conversas Improváveis”, a realizar on-line, entre três pessoas de formações diferentes – Ana Sofia Lopes (Medicina), Paula Policarpo (Direito) e Renato Epifânio (Filosofia) –, que têm em comum a paixão de pensar o estado do mundo e as relações internacionais sem concessões à ditadura do “politicamente correcto”.
Em cada sessão deste Ciclo, apoiado institucionalmente pela PASC: Plataforma de Associações da Sociedade Civil (GT “Lusofonia e Relações Internacionais”) e Zero Desperdício/ Dariacordar, haverá sempre convidados.

Nove anos após termos lançado este novo conceito da “cidadania lusófona”, ainda há muita gente que o estranha. Assumimo-nos, naturalmente, como cidadãos portugueses, por um lado, e como cidadãos do mundo, por outro. Assumimo-nos ainda, com a mesma naturalidade, como cidadãos europeus. Mas ainda não nos assumimos tão naturalmente como cidadãos lusófonos. Seguindo o célebre “slogan” de quem assumiu como sua Pátria a língua portuguesa (falamos, claro está, de Fernando Pessoa), “primeiro estranha-se, depois entranha-se”. Chegará – estamos certos disso – o dia em que, naturalmente, nos assumiremos, todos, como cidadãos lusófonos.
Tal como ocorreu nos sete primeiros Congressos da Cidadania Lusófona, também o VIII Congresso, agora em articulação com o Observatório SEDES da CPLP, reunirá uma série de personalidades que muito se têm batido pelo reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – no plano cultural, desde logo, mas também nos planos social, económico e político. Uma vez mais, iremos agregar Associações da Sociedade Civil de todos os países e regiões do espaço lusófono, desta vez em torno do tema “Percepções e Impactos da Guerra da Ucrânia no Espaço Lusófono”.
Renato Epifânio
Presidente do MIL: Movimento Internacional Lusófono
Presidente da PASC: Plataforma de Associações da Sociedade Civil/ Casa da Cidadania
Coordenador do Observatório SEDES da CPLP

Com periodicidade mensal, “O Esplendor Caótico do Mundo” é um Ciclo de “Conversas Improváveis”, a realizar on-line, entre três pessoas de formações diferentes – Ana Sofia Lopes (Medicina), Paula Policarpo (Direito) e Renato Epifânio (Filosofia) –, que têm em comum a paixão de pensar o estado do mundo e as relações internacionais sem concessões à ditadura do “politicamente correcto”.
Em cada sessão deste Ciclo, apoiado institucionalmente pela PASC: Plataforma de Associações da Sociedade Civil (GT “Lusofonia e Relações Internacionais”) e Zero Desperdício/ Dariacordar, haverá sempre convidados.
Anunciamos que o nosso Prémio Anual de Cidadania será atribuído à Associação dos Ucranianos em Portugal, no encerramento da nossa Conferência Anual, a decorrer no dia 26 de Novembro do corrente ano, a partir das 14h, na sede da AACDN (Lisboa, Campo de Santa Clara, nº 62). Fica o nosso reiterado convite para que estejam presentes. A entrada é livre.


A convite do OGP Internacional e por iniciativa do OGP Portugal, coube à PASC representar a sociedade civil portuguesa na Conferência Europeia do OGP nos dias 11 e 12 de outubro no Centro de Congressos em Roma.
Estiveram presentes cerca de 250 delegados de 30 países europeus e de alguns países de outros continentes.
Infelizmente a delegação portuguesa teve apenas um representante da sociedade civil, pois a administração pública portuguesa não se fez representar por nenhum delegado por motivos administrativos, o que tornou a participação de Portugal muito mais difícil e cansativa, dada a primeira experiência da PASC nestes encontros internacionais do OGP e devido a diversidade de temas e de grupos de trabalho que solicitavam o nosso interesse e a nossa participação ativa.
Tornou-se evidente a importância da PASC, enquanto representante da sociedade civil, capaz de se pautar por princípios de rigorosa independência face aos poderes políticos, interesses económicos, confissões religiosas e orientações partidárias.
Por isso a PASC deve ser sempre criteriosa na sua tomada de posições públicas, privilegiando o diálogo, a inovação e a procura de soluções consensuais, quer no seio dos seus associados e da sociedade civil em geral, quer na interacção com os poderes públicos e actores económicos.
Fomos escolhidos para representar a sociedade civil na Rede Nacional de Administração Aberta (OGP – Portugal), porque somos totalmente abertos e transparentes, aceitando diferenças e paradoxos, ultrapassando constrangimentos, aproveitando oportunidades e construindo os consensos possíveis entre a sociedade civil e os poderes públicos.













Índice
Como equilibrar onde a OGP deve focar mais as suas energias daqui para frente? Devemo-nos concentrar num amplo conjunto de questões ou áreas políticas, ou num foco mais restrito nalgumas questões? Investir em apoiar e construir coalizões de reformadores ou moldar e apoiar a implementação de reformas? Investir mais na partilha de conhecimento, inspiração e histórias ou investir na melhoria do processo do plano de ação? Expandir a comunidade e o número de membros ou fortalecer os que temos?
Quais são as abordagens mais eficazes para a OGP se engajar em janelas de oportunidades políticas ou em períodos de retrocesso nos membros? Como a OGP pode alavancar outros fóruns e processos globais para ajudar reformadores e defensores a impulsionar o progresso local? Como a OGP pode trabalhar de forma mais eficaz com outras iniciativas globais com base nos seus pontos fortes comparativos?
O modelo e o mecanismo da OGP ainda são adequados para o propósito? As ferramentas atuais são suficientes? O que deve permanecer o mesmo? O que a OGP precisa mudar?


A Europa abriga mais de dois terços das democracias liberais do mundo, de acordo com o Democracy Report 2022 do V-Dem Institute. Embora as causas sejam multifacetadas e muitas vezes específicas de cada país, o relatório também identificou tópicos comuns, incluindo crescente polarização impulsionada por desinformação e desinformação online, sigilo corporativo moldado por poucos e inacessível para muitos e uma falha generalizada em envolver significativamente o público na tomada de decisão.
Durante os mesmos 10 anos em que a democracia esteve em declínio globalmente e na Europa, a OGP cresceu para incluir 77 membros nacionais, 106 membros locais e milhares de organizações da sociedade civil, colaborando para entregar quase 5.000 reformas governamentais abertas até hoje. Outros mecanismos incluem a adoção em 2017 da Recomendação da OCDE sobre Governo Aberto, que abriu caminho para a concepção e implementação harmonizados de políticas de governo aberto. Este painel debateu como os mecanismos e as reformas governamentais abertos podem surgir para enfrentar os principais desafios aos valores democráticos na Europa e no resto do mundo, com o foco no desenvolvimento da nova estratégia da OGP e no papel da Parceria entre governos e a sociedade civil na defesa dos valores democráticos.
Os riscos de destruição das democracias e o aumento dos autoritarismos estiveram no topo das discussões na reunião do OGP em Roma. A falta de confiança nos governos está a aumentar na Europa e em todo o mundo. Precisamos de mais abertura, transparência e responsabilização dos poderes públicos.
O OGP sublinha autonomia e a independência das organizações da sociedade civil como requisitos fundamentais para aumentar a confiança na relação entre a sociedade civil e os poderes públicos.
Apesar da guerra russa contra a Ucrânia ainda estar em andamento, a comunidade internacional e os próprios ucranianos estão a planear ativamente os esforços de reconstrução. A confiança entre todas as partes interessadas é crucial para uma recuperação bem-sucedida e eficiente. Para alcançar este nível de confiança, o processo de reconstrução deve ser desenvolvido de forma aberta, transparente e responsável, livre de corrupção e em constante coordenação entre todas as partes interessadas. Este painel debateu o modo como as partes interessadas já estão a utilizar práticas de governança aberta nos esforços de planeamento e recuperação, através da utilização de ferramentas práticas que estão a ser desenvolvidas para garantir a prestação de contas e coalizões emergentes que apoiam uma reconstrução e recuperação abertas, transparentes e sem corrupção.
Os representantes da Ucrânia sublinham o papel da sociedade civil na ajuda às comunidades e na salvação de vidas e na mobilização das comunidades locais. Algumas das prioridades do OGP estão adiadas em tempo de guerra mas nem por isso estão esquecidas para a fase da reconstrução. Um bom exemplo de sistema de compras públicas da Ucrânia https://prozorro.gov.ua/en/
Eventos como a pandemia do COVID-19 e a invasão da Ucrânia pela Rússia demonstraram que a disseminação de desinformação ameaça a troca de informações livre e baseada em fatos que sustentam a democracia e a confiança nas instituições públicas.
Transformações radicais no ecossistema da informação derrubaram os métodos tradicionais de comunicação e permitiram a disseminação de conteúdo numa escala anteriormente inimaginável. O domínio dos canais online, onde cada indivíduo pode ser produtor e consumidor de conteúdo, significa que os governos enfrentam uma maior competição pela atenção dos cidadãos. Mas as plataformas digitais também criam novas oportunidades de contato direto com públicos muito mais alargados e diversificados, permitindo que os governos forneçam informações que melhoram a capacidade de resposta e criar mais confiança nos cidadãos.
Muitas reformas governamentais abertas podem ajudar a promover um ecossistema de informação saudável, incluindo a promoção de altos padrões de discurso público; fortalecer a independência e a transparência dos meios de comunicação, garantindo a transparência e a responsabilização das plataformas de média social; e apoiar a verificação de fatos, educação cívica, diálogo com os cidadãos e outras formas de combater a desinformação. Esta sessão aprofundou essas reformas e as oportunidades e desafios para combater a desinformação.
O movimento de governo aberto a nível local está a crescer. Centenas de governos locais e da sociedade civil estão a debater reformas governamentais abertas em diferentes contextos em todo o mundo. Apesar da diversidade contextual, eles compartilham questões semelhantes e uma ambição comum, para melhorar a vida das pessoas nas suas jurisdições.
Na discussão aberta e interativa, os membros da OGP Local partilharam como o seu contexto local moldou a sua experiência na adoção de reformas governamentais abertas, incluindo os seus compromissos mais impactantes e desafiadores e escolhas de métodos de cocriação. Esta sessão pretendeu melhorar a compreensão dos contextos em que decorre o trabalho de adaptar as reformas de governo aberto, aprendendo-se com experiências semelhantes e inspirando a adoção de reformas ambiciosas de governo aberto.
A responsabilidade e a transparência sobre como o dinheiro é gasto e em quem, será fundamental para garantir que o Plano de Recuperação e Resiliência (RRF) no centro deste investimento contribua para tornar as economias e sociedades europeias mais sustentáveis, resilientes e melhor preparadas para os desafios e oportunidades das transições verdes e digitais.
Curiosamente, a Comissão Europeia não comprometeu os estados membros com requisitos rigorosos de relatórios e supervisão pública sobre esses empréstimos e subsídios, que totalizarão mais de € 672 bilhões, apesar de um histórico terrível de corrupção e gastos incorretos em fundos da UE.
O recente Livro Branco da Open Spending EU Coalition sobre a transparência do RRF proporcionou uma recomendação para melhorar a transparência dos gastos em toda a UE.
Durante este painel interativo, ouvimos alguns governos da UE e a sociedade civil sobre sua abordagem à abertura dos fundos da UE e oferecerão o modelo desejado de transparência dos gastos do RRF.
Uma importante coligação para a transparência da utilização de fundos europeus é a

Nesse âmbito aqui fica o guia para a utilização de open standards no controlo das despesas no âmbito da Recuperação e Resiliência na UE

O aumento da participação pública cria uma cidadania mais engajada, aumenta a legitimidade das decisões e ajuda a garantir que os formuladores de políticas tenham um conhecimento local valioso. Os processos participativos na formulação de políticas climáticas estão a tornar-se cada vez mais populares, à medida que cidadãos e governos reagem à emergência das mudanças climáticas. Os membros da OGP estão agora a alavancar os seus planos de ação para testar e incorporar processos participativos na formulação de políticas climáticas. Esta sessão constituiu uma oportunidade para as partes interessadas dos membros da OGP partilharem os seus sucessos e desafios desses esforços com outros membros da comunidade europeia de governo aberto envolvidos em atividades semelhantes.
A brutal invasão em larga escala da Rússia à Ucrânia levou ao forte reconhecimento global da cleptocracia, com a União Europeia e o Reino Unido impondo sanções direcionadas a oligarcas corruptos ligados ao Kremlin. No entanto, negar o refúgio à riqueza ilícita requer medidas de transparência mais ativas e esforços multilaterais coordenados para rastrear, congelar e apreender ativos armazenados em países europeus.
A transparência da propriedade efetiva surgiu como uma ferramenta importante na luta contra fluxos financeiros ilícitos, corrupção e evasão fiscal, com mais de 30 países da OGP a comprometer-se com reformas nessa área. O painel concentrou-se sobretudo no uso de registros de propriedade efetiva e de beneficiários efetivos, para acabar com empresas anónimas como veículos para esconder dinheiro obscuro e identificar algumas brechas e desafios atuais para a apreensão e devolução efetiva de ativos ilícitos.
Para que serve o Registo de Beneficiários Efetivos?
Um bom exemplo é o RBO da Irlanda

Outro exemplo é a boa prática do Registo de Beneficiários Efetivos na Eslováquia sinalizada pelo OGP.
A localização dos oligarcas russos despertou os países para a importância do Registo de Beneficiários Efetivos. Vejam aqui a Follow the money da Egmont Group
Mais uma ferramenta para localizar cleptocratas russos https://ruassets.com/
A concepção inclusivo e participativo pode não apenas melhorar a qualidade da prestação de serviços, mas também aumentar a confiança entre cidadãos, administrações e políticos e melhorar a responsabilidade. À medida que mais e mais serviços públicos se estão a mover para canais online, é crucial envolver os utilizadores na sua concepção e fornecer canais para os seus comentários.
Nesta sessão ouviu-se como os cidadãos se envolveram em projetos de serviços públicos digitais nos níveis nacional e local e discutiu-se como poderia ser um acordo de participação para futuros esforços de projeto.
Esta sessão constituiu uma oportunidade para repensar e fortalecer a OGP no enfrentamento aos desafios e oportunidades mais significativos previstos para os próximos cinco anos. Baseou-se nas contribuições recebidas até o momento na cocriação da nova estratégia da OGP e concentrou-se na definição de modelos e estratégias específicos para que a Parceria dê a sua melhor contribuição.
Nesta sessão fomos todos desafiados a analisar quais os dados que o nosso país liberta para combater a corrupção política, desde os ativos de funcionários, até quais os grupos de interesse que estão a influenciar a legislação e a política, quem está a ganhar os contratos e quem está por trás das empresas mais influentes.
Após uma breve visão geral das principais descobertas, ouviram-se os especialistas que estão por trás das reformas e das pesquisas. Em particular, esta sessão teve como base o excelente trabalho do Barómetro de Dados Global

e da Rede de Dados para o Desenvolvimento.

A sessão decorreu com discussões em pequenos grupos sobre como usar o novo relatório principal da OGP sobre corrupção política para melhorar os planos de ação. Como os níveis institucionais nacionais, sub-regionais e europeus nos podem ajudar a avançar ainda mais para uma tomada de decisões mais justa e transparente.
A participação democrática na Europa enfrenta desafios e oportunidades significativos. Por um lado, pelo menos 20% dos estados membros da UE estão passando por um processo de autocratização de acordo com o V-DEM, enquanto a CIVICUS observa um declínio contínuo do espaço cívico na região, inclusive nas democracias estabelecidas. Mas, por outro lado, há uma onda sem precedentes de inovações democráticas e processos deliberativos de formulação de políticas. Será que essa onda se dissipará ou podemos entender os desafios de escala e institucionalização para renovar a democracia na Europa?
Esta sessão analisou o futuro da participação democrática na Europa e tratou vários tópicos específicos, incluindo como podemos proteger as liberdades democráticas; como alimentar a inovação democrática contínua; e como podemos institucionalizar a participação cidadã. Os apresentadores iniciaram a discussão por meio de uma série de palestras relâmpago, seguidas de discussões em pequenos grupos para compartilhar ideias e experiências.


Envolver as partes interessadas nos processos de formulação de políticas é um aspecto central do governo aberto, mas o fato de quem influencia as políticas e como muitas vezes permanece desconhecido para o público. Em vez disso, o público recebe notícias de lobby por meio de casos tipicamente escandalosos de influência indevida, o que, por sua vez, pode causar desconfiança em relação a formuladores de políticas e lobistas. De acordo com o Global Data Barometer, o lobby é o indicador de desempenho mais baixo no campo da integridade política, com apenas 19 dos 109 países pesquisados divulgando dados sobre reuniões de lobby.
Embora muitos membros da OGP tenham trabalhado ou estejam a trabalhar com crescente transparência no lobby, o progresso pode ser lento e ser prejudicado por turbulências políticas. Esta sessão serviu como uma oportunidade para partilhar experiências de regulação do lobbying na Europa, de construção de coligações e de criação de vontade política em nome do aumento da confiança pública e do envolvimento dos cidadãos.
Esta sessão discutiu o primeiro o trabalho mais amplo da OCDE sobre indicadores de governo aberto, que adota uma perspectiva holística sobre reformas de governo aberto, incluindo os seus impactos. Seguindo a Recomendação da OCDE do Conselho sobre Governo Aberto (2017) e com base numa teoria abrangente de mudança, um Painel de Governo Aberto foi desenvolvido para avaliar não apenas os arranjos de governança, mas também o seu efeito na abertura do governo.
Outros métodos usados pela Finlândia, Eslováquia e Ucrânia foram apresentados, bem como as várias abordagens usadas pelo Mecanismo de Relatório Independente da OGP e pela Unidade de Apoio para medir e avaliar o progresso em relação às dimensões do governo aberto.
O representante de Portugal
Luis Vidigal
Vice-Presidente da PASC e membro permanente da Rede Nacional de Administração Aberta (OGP – Portugal)



Recentemente estive num fórum em Matosinhos: “O Sistema Prisional Português: Uma questão de cidadania”. Não na qualidade de perito sobre o sistema prisional (que não sou), mas como representante da PASC: Plataforma de Associações da Sociedade Civil – Casa da Cidadania.
A PASC é uma associação de associações que tem como sua missão “dar expressão a questões de interesse nacional, fazendo apelo à mobilização dos cidadãos portugueses para o exercício de uma cidadania activa e responsável, individual e colectiva que contribua para o desenvolvimento e aprofundamento da democracia participativa”. A PASC tem também o objectivo de “dinamizar a capacidade de intervenção cívica, nomeadamente das ONG suas associadas, através da sua capacitação, da cooperação nas diversas áreas da intervenção cívica, da promoção de acordos de cooperação ou outras parcerias com instituições ou outras entidades”. Com a nossa missão e dado que as associações que organizaram este debate são duas das quinze novas aderentes à PASC, não poderia de deixar de aceitar o repto: A APAR e o MCD.
Num país com baixos índices de participação em movimentos cívicos e partidos políticos com fraca participação da sociedade civil nos assuntos públicos, uma rede associativa pouco densa e frágil, os partidos – todos – em crise de participação interna, erosão de militância activa e representação social, estamos num contexto de graves riscos para a democracia que abre espaço a fenómenos de demagogia e populismo que ameaçam o próprio cerne da democracia. Neste contexto, os extremismos têm terreno para progredir, que foi deixado fértil pelo recuo dos partidos na sociedade civil e pela desmobilização e desmoralização generalizada da cidadania. Estes populismos crescem no espaço aberto pelo recuo dos partidos e dos populismos ligados ao sentimento de insegurança e alimentam-se muito do clima que exige o aumento da população prisional (que, proporcionalmente, já é das maiores da Europa) e da aplicação de penas de prisão efectiva.
As causas da APAR são também as causas da PASC e consideramos que os cidadãos que se encontram em situação de prisão são cidadãos com direitos cívicos e de participação que não estão a ser devidamente protegidos e que o aumento da sua participação eleitoral e cívica iria contribuir para o sucesso da sua reinserção, depois do cumprimento das suas penas e para a resolução dos problemas e obstáculos que enfrentam aqueles que deixaram para trás quando deixaram as prisões.
A PASC tem como missão servir de catalisador para as causas das suas associadas, tais como a APAR e o MCD. O retrato sobre a situação nas prisões feito neste fórum em Matosinhos na Biblioteca Florbela Espanca de forma tão nítida e eloquente coloca a carência de direitos dos cidadãos sob clausura numa das prioridades de acção da PASC e um tema que iremos trabalhar muito em breve.
Rui Martins

GT PASC “Democracia e Cidadania”
Artigo 1º
Objectivo
O Prémio Anual da Cidadania, adiante designado por Prémio, visa distinguir um projeto, atividade ou desempenho, na área da promoção da cidadania ativa, que se saliente pela sua contribuição eficaz para melhorar a capacidade de participação e envolvimento de uma comunidade com especial incidência nas sinergias entre as vertentes social, ambiental e económica, enquadrada numa cultura de valores éticos.
Artigo 2º
Elegibilidade e candidaturas
O Prémio pode ser atribuído a Cidadãos, Associações ou Empresas, residentes em Portugal, sendo as candidaturas apresentadas por Entidades, individuais ou colectivas, devidamente identificadas, que descrevam o projecto, actividade ou desempenho e que incluam nota justificativa do respectivo mérito na óptica da promoção da cidadania activa.
Artigo 3º
Júri
Artigo 4º
Critérios gerais de avaliação
Artigo 5º
Natureza e atribuição do Prémio
Artigo 6º
Difusão dos prazos para candidatura
A data limite para apresentação anual das candidaturas será aprovada pela Direcção da PASC – Casa da Cidadania e divulgada anualmente através das Associações que a integram, sendo igualmente difundida por nota de imprensa, também disponível no sítio pasc.pt e nas redes sociais.
Artigo 7º
Formalização das candidaturas
Artigo 8º
Omissões e dúvidas
As omissões e as dúvidas sobre o regulamento serão resolvidas pela Direcção da PASC – Casa da Cidadania.
Artigo 9º
Entrada em vigor e revisões
Alarcão Troni, Francisco Moniz Pereira, Nuno Guimarães, Maria Teresa Rio de Carvalho e Rita Maria Pires de Oliveira
Com periodicidade mensal, “O Esplendor Caótico do Mundo” é um Ciclo de “Conversas Improváveis”, a realizar on-line, entre três pessoas de formações diferentes – Ana Sofia Lopes (Medicina), Paula Policarpo (Direito) e Renato Epifânio (Filosofia) –, que têm em comum a paixão de pensar o estado do mundo e as relações internacionais sem concessões à ditadura do “politicamente correcto”.
Em cada sessão deste Ciclo, apoiado institucionalmente pela PASC: Plataforma de Associações da Sociedade Civil (GT “Lusofonia e Relações Internacionais”), Zero Desperdício e Dariacordar, haverá sempre um convidado especial.


A Estratégia Nacional para a Mobilidade Ativa Pedonal 2030 tem por objetivo desenvolver as linhas de ação e cria as respetivas medidas para promoção da mobilidade ativa pedonal a nível nacional.
A consulta pública termina a: 2022-11-11 23:59:59
Para participar, inicie sessão no portal ConsultaLEX e consulte a consulta em curso

A União Europeia publicou em Junho uma nova versão do Código de Conduta cujo objetivo é eliminar, ou pelo menos reduzir, a difusão de “Desinformação” via Internet. O código está disponível aqui e foi co-assinado por mais de 34 empresas de média. O código considera que “desinformação” abarca “desinformação”, “informação falsa”, “propaganda insidiosa”, operações para influenciar a opinião pública e interferência estrangeira no espaço informativo.

Está a terminar o prazo para participar na consulta pública relacionada com a Estratégia da Cooperação Portuguesa 2030, que constitui o instrumento orientador da política pública de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento, que vigorará até 2030.
Termina a: 2022-09-30

Para participar, inicie sessão no portal ConsultaLEX e consulte a consulta em curso

Hoje, dia 22 de setembro, está a decorrer uma reunião, no Hotel Sheraton em Lisboa, entre o Coordenador Geral do Open Government Partnership (OGP) para a Europa Alan Wu e uma representação da sociedade civil portuguesa, que inclui a PASC (Plataforma de Associações da Sociedade Civil), a APDSI (Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade de Informação) e a TI (Transparência e Integridade), com o objetivo de repensar a estratégia da Open Government Partnership, onde está presente Luís Vidigal, em representação da PASC e da APDSI.
No final da reunião juntar-se-ão representantes da AMA (Agência para a Modernização Administrativa), com o objetivo de analisar possíveis obstáculos no funcionamento do OGP Portugal – Rede Nacional da Administração Aberta.
Esta reunião irá culminar num encontro entre países europeus, a decorrer de 11 a 12 de outubro, na cidade de Roma, Itália. Luís Vidigal estará presente em representação da sociedade civil portuguesa.
Iniciativa multilateral que conta atualmente com 72 países em todo o mundo, lançada em setembro de 2011 pelos Chefes de Estado e de Governo de oito países: África do Sul, Brasil, Estados Unidos da América, Filipinas, Indonésia, México, Noruega e Reino Unido. Tem como objetivo garantir compromissos concretos dos Governos para promover a transparência, fomentar a participação pública, combater a corrupção e utilizar as novas tecnologias para fortalecer a democracia participativa.
Links úteis:

Criar uma porta de entrada única (Portal Único da Educação) que agregue plataformas e portais de entidades públicas relativos a eventos de vida escolar do ensino obrigatório em Portugal.
O Portal deverá garantir:

Legenda:
Atividade macro 1: Levantamento dos serviços a integrar no portal e dos procedimentos subjacentes.
Atividade macro 2: Disponibilização do Portal (fase 1) – disponibilização de portais públicos sem ser necessária a autenticação.
Atividade macro 3: Disponibilização do Portal (fase 2) – disponibilização dos serviços que requerem autenticação e área pessoal.
Atividade macro 4: Avaliação das funcionalidades do Portal e identificação de correções e desenvolvimentos.
Multiplicidade de portais públicos relacionados com o ciclo obrigatório de estudos em Portugal (básico e secundário).
Os portais a que um encarregado de educação e alunos têm de aceder apresentam naturezas distintas e a informação encontra-se dispersa. A título de exemplo existem portais para a gestão corrente (consulta de avaliações, faltas e marcação de testes), para a gestão de refeições (tipicamente geridos pelas autarquias), para a efetivação de matrículas e transferências, para o acesso aos manuais gratuitos, e entre outros.
O presente problema é adensado (i) pela falta de simplicidade no acesso à informação, (ii) oportunidades de melhoria no quadro da linguagem utilizada, às quais se adiciona (iii) a baixa literacia digital de uma parte dos utilizadores.
A centralização de plataformas e serviços relativos aos eventos de vida escolar do ensino obrigatório em Portugal num único canal contribuirá para:
No quadro da transparência, pelo aumento da visibilidade e inteligibilidade do acesso às múltiplas plataformas que se constituem como relevantes para os eventos de vida do ensino público obrigatório em Portugal.
Na participação pública (i) pela recolha das reais necessidades dos utilizadores na conceção do projeto e (ii) pelo novo instrumento de acesso a informação e da sua instrumentalização para recolha continuada de contributos.
No âmbito tecnológico na medida em que o compromisso tem na sua génese o desenvolvimento de uma solução digital.
Robustecer o apoio fiscal prestado aos contribuintes, implementado uma linha de apoio disponível em permanência (24/7), que possibilite:
Complementarmente, que contribua para potenciar o cumprimento voluntário e a redução da litigância, para reforçar e o aumentar a confiança dos cidadãos e contribuir para a inovação dos serviços prestados.

Legenda:
Atividade macro 1 – Reforço da prontidão tecnológica e semântica.
Atividade macro 2 – Implementação de módulo de diagnóstico da relação, assente em indicadores recolhidos em back office e em focus group.
Atividade macro 3 – Treino e ajuste contínuo da prestação para aumento da eficiência.
Atividade macro 4 – Reavaliação e melhoria contínua.
Desconhecimento por parte dos contribuintes de uma linha de apoio disponível em permanência (24/7), que possibilite:
Só no primeiro semestre de 2021, ocorreram cerca de 225 mil atendimentos automáticos, com uma taxa de entendimento superior a 86%, reforçando que esta é uma linha a desenvolver e divulgar junto dos contribuintes.
A assistência virtual autónoma e em permanência terá impactos relevantes na esfera pessoal do contribuinte, contribuindo para:
No quadro da transparência, pelo aumento da confiança dos contribuintes na Autoridade Tributária, uma vez que a informação mais transparente e percetível induz essa mesma confiança.
Na participação pública, pela auscultação e recolha de oportunidades de melhoria, através do feedback e participação dos cidadãos.
No âmbito da tecnologia e inovação, pela prestação de um serviço mais adequado e personalizado aos cidadãos, procurando garantir uma transição digital eficiente e positiva.
Disponibilizar canais de atendimento inclusivos de acesso a serviços públicos de modo a:
Tais alterações devem ser precedidas de uma auscultação prévia de diferentes grupos de potenciais utilizadores.

Legenda:
Atividade macro 1: Levantamento dos serviços mais procurados e aferir capacidade de resposta a perfis de utilizadores com vulnerabilidades.
Atividade macro 2: Desenho detalhado do modelo de trabalho por atendimento em videoconferência, nos fluxos serviço-utente e utente-serviço.
Atividade macro 3: Adaptação do serviço para responder às necessidades e dificuldades dos utilizadores com vulnerabilidades.
Atividade macro 4: Testes e correções.
Atividade macro 5: Disponibilização de pelo menos três serviço com atendimento inclusivo.
Foi realizado no dia 4 de maio o webinar “Atendimento Inclusivo – Lojas e Espaços Cidadão do Projeto Piloto”.
Este evento foi desenvolvido, em parceria, pela Agência para a Modernização Administrativa, I.P (AMA), o Alto Comissariado para as Migrações (ACM), a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG), e o Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P. (INR).
Poderá visualizar o evento aqui.
Destaca-se ainda:
Limitações no acesso a serviços públicos por parte de cidadãos (i) com dificuldades auditivas, visuais, deficiências músculo-esqueléticas, deficiência intelectual (ii) e cidadãos estrangeiros. Estas limitações instanciam-se em duas vertentes:
Atualmente, em Portugal existem cerca de 533 202 cidadãos com deficiência auditiva (Censos de 2011), 25 886 e emigrantes permanentes e 920519 cidadãos com deficiência visual.
O alargamento da capacidade de resposta dos serviços públicos digitais através da diversificação de canais e de línguas disponibilizadas contribuirá para o incremento da acessibilidade dos serviços públicos para grupos com elevada permeabilidade à exclusão.
No quadro da transparência, potencia o direito à informação e ao acesso aos serviços públicos.
Na participação pública, é expectável que a execução do compromisso promova e reforce os canais de participação destes cidadãos.
No âmbito da tecnologia e inovação, a evolução dos serviços deverá ser feita, prioritariamente, através de soluções digitais para o efeito, sem prejuízo de continuar a garantir a atualidade de soluções presenciais acessíveis.
Desenvolver e divulgar um Manual de Boas Práticas para a partilha de dados entre os organismos da Administração Pública, integrado no modelo comum de desenvolvimento de serviços digitais, com o objetivo de:
A criação deste documento deverá garantir o:

Legenda
Atividade macro 1: Publicação do manual de boas práticas para a disponibilização na IAP.
Atividade macro 2: Sessões de workshops sobre boas práticas de interoperabilidade.
Atividade macro 3: Melhoria dos processos de interoperabilidade.
Os organismos da Administração Pública apresentam níveis de maturidade e de competências distintos no quadro das suas práticas de interconexão de dados (IAP).
Tal contexto dificulta a harmonização da partilha de dados entre os organismos da Administração Pública e atrasa o processo de apropriação das práticas once only.
Na prática, este problema significa que os cidadãos e empresas prestam repetidamente a mesma informação a diferentes organismos da Administração Pública aquando do acesso aos seus diferentes serviços.
Ao nível da prestação de serviço, com melhoria nas expetativas de atendimento do cidadão e das empresas.
Ao nível dos processos, através da harmonização de procedimentos e partilha de informação entre serviços de diferentes organismos públicos.
No quadro da accountability, pelo fomento do conhecimento e apropriação de práticas por parte dos agentes públicos.
No quadro da tecnologia, na medida que a evolução de tais práticas carece de projetos de desenvolvimento tecnológico que promovam a interconexão de dados.
Evoluir o portal dados.gov, através de:

Legenda:
Atividade macro 1: Realizar um inquérito, a ser distribuído pelas entidades, com o propósito de aferir o nível de envolvimento com o dados.gov, a necessidade de dados, o grau de maturidade na partilha de dados e o ponto de situação sobre o cumprimento da Directiva (UE) 2019/1024.
Atividade macro 2: Realização de focus group para auscultar as necessidades dos utilizadores.
Atividade macro 3: Realizar workshops com a sociedade civil para aumentar a envolvência sobre esta temática.
Atividade macro 4: Introduzir melhorias no Portal dados.gov
Apesar do esforço de agregação e disponibilização de dados, em particular através do Portal dados.gov, existem oportunidades de melhoria neste quadro:
A melhoria do portal dados.gov deverá resultar em:
O compromisso contribui para:
Desenvolver um conjunto de iniciativas de produção e partilha de conhecimento e boas práticas de cibersegurança, que permita:
Esta aproximação permitirá ainda ao Gabinete Nacional de Segurança e ao Centro Nacional de Cibersegurança contactar com as necessidades e problemas atravessados pelo tecido empresarial e a Administração Pública na área da cibersegurança e suportar a adaptação dos seus procedimentos.

Legenda:
Atividade macro 1: Elaborar um diagnóstico das áreas identificadas com maior necessidade aprofundamento.
Atividade macro 2: Realizar sessões de esclarecimento com públicos específicos (empresários de diferentes áreas, empreendedores, cidadãos em geral) para “traduzir” os referenciais existentes sobre cibersegurança, bem como capacitação e adoção de práticas em defesa das ciberameaças, permitindo detetar, atenuar e recuperar situações de vulnerabilidade.
Atividade macro 3: Apresentação de resultados no encontro nacional – Cybersecurity days – CDAYS 2022.
Atividade macro 4: Participação no Fórum de Cibersegurança da Administração Pública.
Atividade macro 5: Avaliação dos resultados obtidos por via da atualização do diagnóstico realizado (ativ.1), identificação de novas áreas de atuação.
No que concerne à atividade 1, foi publicado, em dezembro de 2021, o Relatório Sociedade 2021. A 3ª edição deste relatório além de, como é habitual, analisar os dados sobre atitudes, comportamentos, educação e sensibilização face à cibersegurança, tem como novidade o destaque de alguns indicadores correlacionados com possíveis impactos da Estratégia Nacional de Segurança do Ciberespaço; um novo capítulo sobre os usos das tecnologias digitais em geral; o aprofundamento do inquérito sobre as ações de sensibilização; e um conjunto de recomendações.
Relativamente à atividade 2, entre janeiro de 2021 e 31 de março de 2022, foram realizadas diversas ações de sensibilização sobre diversas temáticas relacionadas com a Cibersegurança e de “tradução” dos referenciais existentes nesta área: Cursos Gerais de Cibersegurança, Cursos Gerais de Ciberhigiene, Ações de Sensibilização em Cibersegurança para diversos públicos, Roadshow Nacional 2022 (consiste na realização de várias sessões de sensibilização deslocalizadas por todo o País sobre o Enquadramento relativo ao Regime Jurídico da Segurança do Ciberespaço e respetiva regulamentação referida no Decreto-Lei n.º 65/2021, de 30 de julho), MOOCs sobre Cibersegurança, entre outras. No seu conjunto, estas iniciativas alcançaram de sensibilização alcançaram cerca de 7000 cidadãos (6810) e os MOOCs mais de 37000 participantes (37152 cidadãos).
Atingir uma maior capacidade de entendimento e autonomia na aplicação dos referenciais e normas de segurança junto das entidades utilizadoras de meios digitais e dos cidadãos. Reforço de conhecimento junto das empresas e da AP para a transição digital sustentada e segura.
As crescentes ameaças e desafios de cibersegurança, reforçada pelo contexto de transição digital da economia e da sociedade, contrastam com debilidades no quadro da literacia organizacional e individual nestas matérias.
É necessário fazer acompanhar o aumento de ameaças e de incidentes de cibersegurança por uma maior capacitação das organizações e dos cidadãos, compreendendo a situação presente para depois agir na mitigação das debilidades encontradas na sociedade como um todo.
Através da realização de momentos informativos e formativos junto de públicos específicos (por exemplo, empresários e empreendedores), este compromisso deverá contribuir para:
Na participação pública, pela auscultação e recolha de necessidades vigentes, em particular do tecido empresarial, em matéria de cibersegurança.
No âmbito da tecnologia e inovação, pela própria natureza da temática em causa e pelas ramificações de desenvolvimento tecnológico que a mesma exige a empresas e cidadãos.
Na promoção de uma digitalização segura, condição para uma democracia saudável em contexto digital.
Contribuir para o aumento de notoriedade e implementação eficaz do RCBE:

Legenda:
Atividade macro 1: Implementação do Beneficial Ownership Data Standard, ou similar, para garantir que o acesso ao RCBE se faz de acordo com as melhores práticas internacionais em matéria de acesso à informação de natureza pública e dados abertos.
Atividade macro 2: Desenvolver uma campanha de sensibilização dirigida às entidades obrigadas sobre a indispensabilidade de registo dos seus beneficiários efetivos, informando sobre a utilidade social do RCBE e instruindo sobre o funcionamento do mecanismo de registo para que todas as entidades o consigam realizar com o máximo de autonomia.
Atividade macro 3: Estabelecer a ligação do RCBE a outras fontes de dados públicos, como por exemplo o Portal de Contratos Públicos (Base.gov).
A falta de transparência sobre o beneficiário efetivo permite esconder recursos provenientes de esquemas de corrupção, suborno, branqueamento de capitais, evasão fiscal, ou até mesmo de outras atividades criminosas, como o terrorismo e o tráfico de droga e de pessoas. Assim, há a necessidade de aumentar a transparência em torno da propriedade e controlo de empresas, fundos ou entidades jurídicas de outra natureza. O Registo Central do Beneficiário Efetivo (RCBE) encontra-se implementado em Portugal desde novembro de 2019 e até janeiro de 2021, cerca de 490.500 entidades cumpriram este registo. Sobressaem algumas dificuldades na obtenção da declaração por parte das entidades a isso obrigadas e as disfuncionalidades no modelo de acesso à informação disponibilizada que exige a adoção dos standards internacionais em matéria de “beneficial ownership transparency”.
O desconhecimento do próprio RCBE, dos seus fundamentos e objetivos, bem como dos procedimentos de registo, afiguram-se como uma barreira à sua implementação generalizada.
O aumento da notoriedade e eficácia do RCBE, promove a transparência e escrutínio público, ao mesmo tempo que reforça o compliance legal.
Porque é que o compromisso é relevante para os valores da OGP?
O compromisso contribui simultaneamente para uma maior transparência e accountability, uma vez que cumpre os direitos de acesso à informação e permite um escrutínio direto sobre os beneficiários efetivos.
Fomentar a monitorização transversal e simplificada das fontes de informação existentes contribuindo para a sua evolução e inteligibilidade no sentido de:

Legenda:
Atividade macro 1 – Incorporar no Portal Mais Transparência toda a informação sobre os investimentos públicos nas diferentes áreas de execução do PRR, incluindo os valores de execução, beneficiários e fornecedores.
Atividade macro 2 – Desenvolver uma campanha de comunicação e sensibilização focada nas funcionalidades do Portal Mais Transparência dirigida a diferentes públicos, promovendo a sua utilização.
Atividade macro 3 – Promover o desenvolvimento de ferramentas de monitorização cívica para prevenir a corrupção, nomeadamente dashboards de visualização de dados de contratação pública e a implementação de Pactos de Integridade, pelas autoridades gestoras dos fundos.
Atividade macro 4 – Ligar o Portal Mais Transparência a outras fontes de dados, como o Portal Base, de forma automática e acessível ao utilizador não especializado.
Pela natureza do escrutínio institucional dos fundos europeus, existem mecanismos e informações dispersas que concorrem para a sua adequada utilização. Contudo, existem ainda oportunidades de melhoria para o reforço da análise, escrutínio e comprovação da sua boa utilização, nomeadamente:
A implementação deste compromisso contribuirá para:
No quadro da transparência, pela evolução dos mecanismos existentes e sensibilização para os mesmos.
No âmbito da accountability, pela responsabilização e acompanhamento da atribuição dos fundos públicos. Na participação pública, através da promoção da participação cidadã, na medida em que procura disseminar a informação e promover o maior envolvimento dos cidadãos na concretização deste Plano Estruturante para a Recuperação da Economia.
O compromisso visa promover, junto do Cidadão, o acesso à informação sobre o SIOE e potenciar a implementação da Lei 26/2016, de 22 de agosto.
Neste sentido, incrementar o volume e a qualidade de informação acessível ao Cidadão para salvaguardar o seu direito basilar de acesso à informação.

Legenda:
Atividade macro 1: Determinar a identificação de todos os responsáveis pelo acesso à informação administrativa e ambiental nos websites institucionais de todas as entidades públicas elegíveis.
Atividade macro 2: Desenvolver uma campanha de sensibilização sobre a LADA e boas práticas de disponibilização da informação junto de públicos diferenciados, incluindo os agentes públicos.
Atividade macro 3: Desenvolver uma campanha de comunicação focada nas funcionalidades do SIOE, especialmente dirigida a escolas e instituições de Ensino Superior, promovendo a sua utilização pelo público mais jovem.
Atividade macro 4: Garantir que o interface do SIOE – Sistema de Informação da Organização do Estado é melhorado de acordo com os desenvolvimentos reportados pela DGAEP aquando da implementação do compromisso #5 inscrito no I PNAA.
Necessidade de incrementar o Regime de acesso à informação administrativa e ambiental (LADA), instituído pela Lei 26/2016, de 22 de agosto, que conta à data da aprovação do II PANAA com 49 registos de Responsáveis de Acesso à Informação (RAI).
Existe igualmente a necessidade de aumentar a informação sobre a organização do Estado através da promoção do Sistema de Informação da Organização do Estado (SIOE).
Ao nível da promoção da participação, pois promove a sensibilização do Cidadão e estimula a transparência sobre os serviços públicos.
EFETIVAS
OBSERVADORAS

A caridade, assim como as noções de voluntariado e filantropia, proporciona vínculos sociais reais e contribui para a criação de sociedades inclusivas e mais resilientes. A caridade pode aliviar os piores efeitos das crises humanitárias, complementar os serviços públicos de saúde, educação, habitação e proteção infantil. Auxilia o avanço da cultura, ciência, desporto e a proteção do património cultural e natural. Também promove os direitos dos marginalizados e desprivilegiados e divulga a mensagem da humanidade em situações de conflito.
Na Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, adotada em setembro de 2015, as Nações Unidas reconhecem que erradicar a pobreza em todas as suas formas e dimensões, incluindo a pobreza extrema, é o maior desafio global e um requisito indispensável para o desenvolvimento sustentável. A Agenda também exige um espírito de solidariedade global fortalecido, focado em particular nas necessidades dos mais pobres e vulneráveis. Também reconhece o papel do setor privado diversificado, desde microempresas a cooperativas e multinacionais, e de organizações da sociedade civil e organizações filantrópicas na implementação da nova Agenda.
Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) estabelecidos na Agenda podem ser agrupados em seis áreas críticas: pessoas, planeta, prosperidade, paz e parceria. Eles têm o potencial de transformar as nossas vidas e o nosso planeta, fornecendo a estrutura necessária para que as instituições filantrópicas permitam que todas as pessoas contribuam para a melhoria do nosso mundo.
Propósito:
O Dia Internacional da Caridade foi estabelecido com o objetivo de sensibilizar e mobilizar pessoas, ONGs e partes interessadas em todo o mundo para ajudar outras pessoas por meio de atividades voluntárias e filantrópicas.
Madre Teresa de Calcutá:
A data de 5 de setembro foi escolhida para comemorar o aniversário do falecimento de Madre Teresa de Calcutá, que recebeu o Prêmio Nobel da Paz em 1979 “pelo trabalho realizado na luta pela superação da pobreza e da miséria, que também constituem uma ameaça à paz.”
Madre Teresa, a renomada freira e missionária, nasceu Agnes Gonxha Bojaxhiu em 1910. Em 1928 foi para a Índia, onde se dedicou a ajudar os necessitados. Em 1948 tornou-se cidadã indiana e fundou a ordem das Missionárias da Caridade em Calcutá em 1950, que se destacou pelo seu trabalho entre os pobres e moribundos daquela cidade.
Por mais de 45 anos, ela ministrou aos pobres, doentes, órfãos e moribundos, enquanto orientava a expansão das Missionárias da Caridade, primeiro na Índia e depois em outros países, incluindo hospícios e lares para os mais pobres e sem-abrigo. O trabalho de Madre Teresa foi reconhecido e aclamado em todo o mundo e ela recebeu vários prêmios e distinções, incluindo o Prêmio Nobel da Paz. Madre Teresa faleceu em 5 de setembro de 1997, aos 87 anos de idade.
Em reconhecimento ao papel da caridade no alívio de crises humanitárias e sofrimento humano dentro e entre as nações, bem como dos esforços de organizações e indivíduos de caridade, incluindo o trabalho de Madre Teresa, a Assembleia Geral das Nações Unidas na sua resolução A/ A RES/67/105 designou o dia 5 de setembro, aniversário da morte de Madre Teresa, como o Dia Internacional da Caridade.
Texto adaptado das Nações Unidas

No Dia Internacional da Caridade, que se comemora a 5 de Setembro, ficam aqui algumas sugestões das Nações Unidas para a luta contra o desperdício alimentar:
Recordamos aqui o importante papel desempenhado pela associada da PASC, a DAREACORDAR, na sua luta em favor do “Zero Desperdício”
Mais detalhes sobre o Dia Internacional da Caridade no site das Nações Unidas ou aqui