UM MODELO DE ENSINO PROFISSIONAL PARA PORTUGAL: Programa do XIII Encontro Público PASC · Ordem dos Engenheiros em Lisboa · 7 de Março de 2013 · 14:30 – 19:30.

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 Programa

14:00

Acolhimento e registo
14:30
Abertura
Maria Perpétua Rocha · Coordenadora da PASC; Victor Gonçalves de Brito · Presidente da Mesa da AG da APE, Vice-presidente da OE; João Salgueiro · Economista e Professor Universitário; António Saraiva · Presidente da CIP

15:00

Educação e formação de jovens: fatores psicológicos, sociais e educativos

Presidente · Telmo Mourinho Baptista · Bastonário da Ordem dos Psicólogos
Oradores · Maria do Céu Roldão · Professora Universitária; Francisco Costa Pereira · Professor Universitário; Américo Baptista · Professor Universitário


16:15

Intervalo

16:30

Educação e formação profissional: Visão das Empresas nacionais e experiências internacionais.

Presidente · Representante da CIP
Oradores · Joaquim Meneses · Presidente do Centimfe; Luís Paiva · Administrador da Visabeira Indústria; Hans-Jürgen Müller · Administrador da ATEC; Pedro Henriques · Director de Recursos Humanos da Siemens, SA

17:45

Um projecto para o IPE: modelo de formação na área da defesa e segurança. Aplicação em outros países de expressão lusófona.

Presidente · Aurélio Aleixo Corbal · General da FA, Ex-presidente da EMPORDEF, Ex-CEMFA
Oradores · Maia Gonçalves · Major General, Director de Instrução da Força Aérea; Isabel Simões de Carvalho · Professora do IPE; José Matias · Director de Formação da OGMA, SA; Lucrécio Costa · Professor Universitário, Diretor Nacional de Abastecimento de Água e Saneamento de Angola

19:00

Conclusões e Encerramento.

Entrada gratuita, mas sujeita a inscrição prévia em apexercito@gmail.com.

UM MODELO DE ENSINO PROFISSIONAL PARA PORTUGAL: documento enquadrador do XIII Encontro Público PASC · Ordem dos Engenheiros em Lisboa · 7 de Março de 2013 · 14:30 – 19:30.

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A PASC – Plataforma Ativa da Sociedade Civil, surgiu em Janeiro de 2010 resultante da reunião de um grupo de Associações Cívicas numa plataforma informal. Adotou como um dos seus objetivos, o de dinamizar o contributo da Sociedade Civil para a mudança necessária face à crise financeira, económica, e sobretudo social que já era visível em Portugal.

Hoje, com o contributo de 30 Associações, a missão da PASC continua a ser a de dar expressão a questões de interesse nacional, com apelo à mobilização e consciencialização dos portugueses para uma cidadania ativa e responsável de natureza individual e coletiva.

 

Enquadramento do Encontro

Um sistema de ensino profissional de qualidade é essencial nas sociedades desenvolvidas.

O ensino profissional tem sido objeto de discussão pública nos últimos meses, em consequência da iniciativa do atual Governo de o incrementar, aplicando ou adaptando, para o efeito, modelos experimentados em outros países, em particular na Alemanha.

Depois da interrupção da via técnico-profissional, efetivada no período que se seguiu à Revolução do 25 de Abril, seguiram-se os programas financiados pelo Fundo Social Europeu e os programas de formação do IEFP. Há cerca de 20 anos foram criadas as escolas profissionais e, mais recentemente, estabeleceram-se projetos educativos no sistema público, no ensino secundário.

Mas a despeito dos esforços das estruturas do Estado e do dispêndio financeiro de todos os programa referidos, é patente que uma significativa parte da sociedade portuguesa não reconhece a importância intrínseca do ensino profissional como parte do sistema de ensino obrigatório e desvaloriza-o socialmente, considerando-o o último recurso de educação e formação quando existe insucesso no ensino “regular” de pendor científico-humanístico.

Neste XIII Encontro Público PASC, pretende-se reunir um conjunto de especialistas em pedagogia e em ciência da educação e personalidades representativas dos diversos setores interessados, para realizar um debate aberto sobre as virtudes e as debilidades do sistema de ensino profissional, sobre a sua atratividade e sobre os fatores críticos de sucesso necessários para incrementar a sua eficácia e consolidação. Procura-se identificar um modelo que seja considerado adequado às realidades nacionais. O ensino profissional tem especificidades que importa debater, como a maturidade para a decisão de opção, o balanço entre conteúdos programáticos de índole científica e os de natureza profissional, o grau de especialização do ensino e a formação de docentes, entre outros.

Em complemento e como corolário, pretende-se desenvolver um cenário de implementação de um modelo de ensino profissional, que possa constituir um projeto piloto ancorado na área de Defesa e Segurança, aproveitando os antecedentes do ensino técnico-profissional do Instituto dos Pupilos do Exército, com formação em contexto de trabalho nas Indústrias de Defesa e nos pólos tecnológicos das Forças Armadas e Forças de Segurança. Este modelo de formação poderá levar à motivação dos alunos para eventual futuro ingresso nos quadros de militares e de civis dessas estruturas do Estado.

DESEMPREGO E DIÁLOGO ENTRE GERAÇÕES: documento enquadrador do XII Encontro Público PASC · Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas – Pólo do Alto da Ajuda em Lisboa · 13 de Novembro de 2012 · 14:45 – 17:00.

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A PASC – Plataforma Ativa da Sociedade Civil, surgiu em Janeiro de 2010. Resultou da reunião de um grupo de Associações Cívicas numa plataforma informal. Esta plataforma adoptou como um dos seus objectivos, o de dinamizar o contributo da Sociedade Civil para a mudança necessária face à crise financeira, económica, e sobretudo social que já era visível em Portugal.

Hoje, com o contributo de 27 Associações, a missão da PASC continua a ser a de dar expressão a questões de interesse nacional, fazendo apelo à mobilização e consciencialização dos portugueses para uma cidadania ativa e responsável, individual e coletiva.

Enquadramento

O desemprego, os níveis a que chegou, a terrível rapidez com que cresce, atingindo toda a Sociedade, em termos de idade, género e qualificação profissional, tem que ser uma prioridade em qualquer Agenda Política, em particular nas agendas políticas de Estados Democráticos como Portugal.

Mas não está a ser!

O desemprego tem que ser igualmente tema prioritário para um debate promovido por uma Sociedade Civil responsável e activa. Uma sociedade que dê voz aos desempregados e aos seus anseios. O desemprego em Portugal é por isso uma das Causas que a PASC abraçou.

A PASC propõe-se levar a cabo várias acções que contribuam, através do Debate Público, para uma mudança de atitude do Governo face ao desemprego e aos desempregados.

Este XII Encontro Público PASC – “Desemprego e Diálogo entre Gerações” insere-se nessa linha de acção da PASC.

As economias e as sociedades tenderão para serem sociedades de não emprego.

A ideia de que o crescimento económico vai absorver o actual desemprego é uma não verdade que importa desmistificar para que nos centremos na procura de novas soluções.

As soluções para o desemprego têm que ser encontradas nos domínios da vontade política e da Inovação Social.

É necessária uma urgente e profunda alteração dos actuais modelos, quer do emprego, quer da relação de trabalho. A palavra de ordem é Inovação Social porque esta trará novas formas de Contrato Social.

É necessário encontrar o valor acrescentado naqueles que, actualmente, parecem ser dois dos pontos críticos do mercado de emprego, a entrada e a saída do mesmo. Neles cruzam-se a energia da juventude com o conhecimento e a experiência dos maiores.

Estudos realizados quer a nível europeu, quer a nível mundial, apontam como desafios cruciais ao mundo do trabalho e à gestão das empresas a Gestão do Talento e a Transmissão do Conhecimento entre das gerações.

Face aos dados referidos e a um Mundo Ocidental, em particular a um País, com cada vez menos emprego, pretendemos discutir neste Encontro as respostas às seguintes questões:

  • Poderemos criar formas alternativas ao emprego tradicional que sejam simultaneamente a concretização do potencial individual e geradoras de inovação, equilíbrio e riqueza?
  • Poderemos desenvolver novas relações de trabalho neste cenário de emergência?
  • Que tipo de soluções para potenciar o encontro da energia e da nova informação dos mais jovens com o conhecimento e experiência dos maiores? Que tipo de flexibilidades, de partilhas, de empreendedorismo entre estes grupos?
  • No momento que Portugal atravessa, com cerca de 17% da população activa no desemprego, sendo que esta percentagem ultrapassa os 35% quando nos cingimos a uma população com menos de 35 anos, é este debate útil? É possível implementar soluções alternativas? Quais os pressupostos a cumprir?
 

Programa

 

14:45
Abertura

Maria Perpétua Rocha · Coordenadora da PASC; Jorge Marques · Presidente da Assembleia Geral da APG; João Salgueiro · Economista, Professor Universitário

15:30

Oportunidade 2020

15:45

Apresentação de depoimentos filmados de várias personalidades europeias e Ana Margarida Silva da EURES (Plataforma Europeia de Emprego)

A SOCIEDADE CIVIL: ENTRE O PODER DA PALAVRA E A PALAVRA DO PODER: o Prof. Adriano Moreira estará presente no XI Encontro Público PASC · Instituto de Defesa Nacional · 10 de Outubro de 2012.

O XI Encontro Público PASC – Plataforma Ativa da Sociedade Civil, sobre o tema «Sociedade Civil: Entre o Poder da Palavra e a Palavra do Poder» terá como Conferencista o Professor Adriano Moreira.

Este Encontro realiza-se em parceria com o IDN – Instituto da Defesa Nacional e terá lugar no grande auditório do IDN, no próximo dia 10 de Outubro pelas 16h30m.

O XI Encontro Público da PASC tem lugar num momento em que «a maior parte dos Portugueses, nossos concidadãos, estão a enfrentar a cada dia que passa maiores dificuldades a todos os níveis estando muitos já privados de acesso às condições mínimas de dignidade», salienta a coordenadora da PASC, Maria Perpétua Rocha.

Ao promover a reflexão sobre este tema, a PASC reconhece a incontornável urgência de debater o papel da Sociedade Civil nas democracias do futuro, através do seu Conferencista, o Professor Adriano Moreira, que tem um pensamento notável sobre esta matéria.

No atual contexto, as Associações da Sociedade Civil, enquanto vozes dessa mesma sociedade, poderão vir a enfrentar problemas de sustentação e consequente afirmação devido à situação de impasse financeiro, económico e social que o país enfrenta, sendo crucial neste momento reforçar as suas visibilidade e papel.

A PASC é hoje o ponto de encontro de 27 Associações da Sociedade Civil, que reúne no seu conjunto mais de 100 mil associados.

A missão a que as 12 Associações Fundadoras se propuseram em 2010, “dar expressão a questões de interesse nacional fazendo apelo à mobilização dos portugueses para uma cidadania activa e responsável, individual e colectivamente”, revela hoje toda a sua pertinência e importância.

Nos três anos da sua existência, a PASC tem promovido o debate sobre a participação cívica na vida pública portuguesa, e para isso realizou dez Encontros Públicos e o Primeiro Fórum de Associações da Sociedade Civil “Conhecer. Agir. Mudar”. Tomou ainda posição sobre várias matérias de interesse nacional.

A SOCIEDADE CIVIL: ENTRE O PODER DA PALAVRA E A PALAVRA DO PODER: anúncio do XI Encontro Público PASC · Instituto de Defesa Nacional · 10 de Outubro de 2012.

O IDN – Instituto da Defesa Nacional e a PASC – Plataforma Ativa da Sociedade Civil co-organizam no âmbito do XI Encontro Público PASC uma conferência subordinada ao tema “A Sociedade Civil: entre o Poder da Palavra e a Palavra do Poder”, no dia 10 de outubro de 2012, pelas 16h30, no auditório principal do IDN.

Será conferencista o Sr. Prof. Dr. Adriano Moreira.

A AFIRMAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL: I Congresso Internacional da Cidadania Lusófona · Um evento organizado pela PASC e pelo MIL · Sociedade de Geografia em Lisboa · 2 e 3 Abril de 2013.

Nos dias 2 e 3 Abril de 2013, realizar-se-á, em Lisboa, na Sociedade de Geografia, o I Congresso Internacional da Cidadania Lusófona, subordinado ao tema “A Afirmação da Sociedade Civil”. Com este Congresso, que reunirá Associações da Sociedade Civil de todo o Espaço Lusófono (que congrega não só os países da CPLP – Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, como as diversas regiões com ligações históricas a esta Comunidade, como ainda as diversas Diásporas lusófonas), pretendemos:

  • Promover o conceito de “Cidadania Lusófona” e fazer o diagnóstico sobre o estado da Sociedade Civil em todos os países e regiões do Espaço Lusófono, tendo em conta os diversos factores que condicionam a sua devida afirmação (a título de exemplo: relação com o Estado; representação política; liberdade económica; associativismo cultural e cívico; presença na comunicação social).
  • Promover a criação de uma Plataforma de Associações Lusófonas (PALUS), que congregue Associações da Sociedade Civil de todo o Espaço Lusófono – no âmbito desta, procuraremos também criar plataformas sectoriais, que agreguem as Associações da Sociedade Civil de todo o Espaço Lusófono conforme a área de interesses de cada uma delas (a título de exemplo: uma Associação Lusófona de Defesa dos Direitos de Autor e uma Associação Lusófona de Imprensa).
O “I Congresso Internacional da Cidadania Lusófona” está aberto a todas as Associações da Sociedade Civil do Espaço Lusófono. Caso pretenda participar, preencha a Ficha de Inscrição, indicando a Secção em que se pretende integrar, e envie-a para o nosso e-mail: cidadanialusofona@gmail.com.

 

Secções do Congresso

A · A Sociedade Civil no Século XXI: força e fragilidade(s).
B · A Cidadania Lusófona: realidade ou utopia?
C · Valores da Cultura Lusófona: o que nos une e o que nos separa.

Prazos

Inscrição · 30 de Agosto de 2012.
Publicitação das Associações Participantes · 30 de Outubro de 2012.
Publicitação do Programa do Congresso · 30 de Dezembro de 2012.

Contactos

Sede do MIL · Sociedade da Língua Portuguesa, Rua Mouzinho da Silveira, 23, 1250-166 Lisboa.
Telefone · (+351)967044286

A IMPORTÂNCIA DA LUSOFONIA: X Encontro Público PASC · Sociedade de Geografia em Lisboa · 24 de Fevereiro de 2012.

 
A PASC – Plataforma Activa da Sociedade Civil irá promover no dia 24 de Fevereiro de 2012, na Sociedade de Geografia em Lisboa, mais um Encontro Público, desta vez sobre “A Importância da Lusofonia”, assim debatendo, uma vez mais, as grandes questões estratégicas para o Futuro de Portugal.

Estamos num momento de viragem. Após décadas de aposta exclusiva na Integração Europeia, Portugal vira-se também para o Espaço Lusófono, compreendendo enfim o potencial, ainda por cumprir, dessa viragem estratégica.

Neste Fórum, iremos pois reflectir sobre esse Caminho de Convergência com os restantes países e regiões do Espaço Lusófono – no plano cultural, mas também social, económico e político.

Caminho que não será apenas benéfico para Portugal, como também para os restantes países e regiões do Espaço Lusófono. Daí, de resto, os dois momentos deste Encontro Público: “a Importância da Lusofonia para Portugal” e “para toda a Comunidade Lusófona”.

A finalizar a sessão, será entregue o “Prémio Personalidade Lusófona” ao Professor Adriano Moreira – iniciativa do MIL – Movimento Internacional Lusófono, entidade integrante da PASC e organizadora deste evento.

CONHECER · AGIR · MUDAR: reportagem fotográfica do Primeiro Fórum das Associações da Sociedade Civil · 21 de Setembro de 2011 · Grande Auditório da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.

CONHECER · AGIR · MUDAR: Maria Perpétua Rocha sobre o Primeiro Fórum das Associações da Sociedade Civil · 21 de Setembro de 2011 · Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.

A SOCIEDADE CIVIL E A PROVEDORIA DO LEITOR: ecos do Fórum de Associações da Sociedade Civil "Conhecer. Agir. Mudar." no Setúbal na Rede · um artigo de João Palmeiro.

por João Palmeiro (Este texto representa apenas o ponto de vista do autor, não da PASC, nem das associações que a compõem).

 

este artigo apareceu originalmente no Setúbal na Rede a 14 de Setembro de 2011.
 

A instituição da Provedoria do Leitor é uma das mais importantes formas de participação da Sociedade Civil nas responsabilidades da gestão da Democracia.

Nos Estados onde apesar do funcionamento irregular das instituições electivas e representativas se vive alguma margem de liberdade de expressão (e de imprensa vigiada), instituições de autoregulação como a Provedoria são inúteis e impossíveis de implementar, por falta de transparência e de autonomia da Sociedade Civil.

Vem este pequeno pensamento a propósito da realização do Fórum de Associações da Sociedade Civil, organizado pela PASC – Plataforma da Actividade da Sociedade Civil que congrega mais de uma vintena de associações ligadas pela crença da importância da sociedade civil organizada e interventora.

Este Fórum tem a seguinte história: em Janeiro de 2010 um grupo de Associações Cívicas juntou-se numa plataforma informal, que designaram por PASC – Plataforma Ativa da Sociedade Civil. Nessa altura foi lançado um debate sobre o contributo da Sociedade Civil na catalisação da mudança necessária face a uma crise financeira, económica e, sobretudo, social, cujos contornos já eram então muito nítidos.

Hoje a PASC conta com 23 associações que se reúnem com regularidade, criando entre si pontes de interesse, trocando experiências e procurando soluções para assuntos de interesse nacional.

A PASC lança-se agora na organização de um Fórum de Associações da Sociedade Civil, subordinado ao tema “Conhecer. Agir. Mudar.”, evento que decorre na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, a partir das 10h00 de 21 de Setembro.

A coordenadora do movimento PASC, a médica Maria Perpétua Rocha, considera que “o pensamento, o discurso e a burocracia partidária e governativa estão claramente desfasados e os cidadãos já se aperceberam disso. Daí que se sinta a necessidade de uma nova dinâmica que pressupõe a intervenção estruturada da sociedade civil que detém o conhecimento técnico e a vivência prática e imediata dos problemas.”

Nesse sentido, no Fórum serão abordadas temáticas como “A Democracia do Futuro”, “Sociedade Civil – Uma Nova Atitude”, “Agenda empresarial de implementação de um programa de responsabilidade social”, “Uma agenda social e económica”, entre outras.

Entre os participantes no Fórum, destaque para os nomes de João Salgueiro e Luís Campos e Cunha (em representação da SEDES), António Saraiva (CIP), Jorge Rocha de Matos (Fundação AIP), Mendo Castro Henriques (IDP), João Palmeiro (API) e Emílio Rui Vilar (Fundação Calouste Gulbenkian), entre outros.

Para além deste primeiro Fórum, organizado em parceria com a Representação em Portugal da Comissão Europeia, a PASC já realizou nove “Encontros Públicos” e elaborou quatro “Cartas Abertas” sobre questões relevantes para o futuro de Portugal, e enviadas ao Poder Político.

A missão do PASC é dar expressão a questões de interesse nacional, fazendo apelo à mobilização e consciencialização dos portugueses para uma cidadania activa e responsável, individual e coletiva.

Pressupõe igualmente que a Sociedade Civil se empenhe e exija o estabelecimento de um quadro de convicções, valores e referências que conduza a padrões de execução exigentes, coerentes e consistentes.

E para os meus leitores verdadeiramente empenhados na participação nas actividades da Sociedade Civil e defensores de iniciativas como a Provedoria do Leitor, deixo em detalhe o programa do próximo dia 21 de Setembro.

Espero e desejo encontrar muitos dos leitores do “Setubal na Rede” nesta importante iniciativa da Sociedade Civil.

 

Fórum das Associações da Sociedade Civil – Conhecer · Agir · Mudar

Grande Auditório da Faculdade de Direito da Universidade Clássica de Lisboa

21 de Setembro de 2011

Programa

 

10:00
 Sessão de Abertura
 
10:15
 Conferência Inaugural

João Salgueiro · Presidente da Assembleia Geral da SEDES

 

11:00
 1ª Mesa Redonda · A Sociedade Civil e a Democracia do Futuro

Estamos a viver a ideia de um presente que é decepcionante e poderemos estar a chegar a um ponto em que tudo nos pode parecer melhor do que esta realidade. Nesse momento, talvez possamos estar mais disponíveis para correr riscos. Numa ausência de passado e de futuro, a Sociedade Civil organizada pode ser uma ponte e a construtora de uma nova vida pública que inclua o futuro e a esperança.
Moderador · João Palmeiro · Presidente da API – Associação Portuguesa de Imprensa
Participantes · Luís Vidigal · Membro da Direcção da APDSI – Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade de Informação; Rui Moreira · Presidente da Associação Comercial do Porto; Rui Rangel · Presidente da Associação dos Juízes pela Cidadania

 

12:30
 Intervenção · Sociedade Civil – Uma Nova Atitude

Mendo Castro Henriques · Presidente da Direcção do IDP -Instituto da Democracia Portuguesa

 

14:30
 Intervenção · Agenda Empresarial de Implementação de um Programa de Responsabilidade Social – Time to Act

Jorge Rocha de Matos · Presidente da Fundação AIP

 

15:15
 2ª Mesa Redonda · Sociedade Civil – Uma Agenda Social e Económica

Assumindo um cenário em que Portugal consegue num horizonte temporal de três anos passar a fase aguda em que se encontra, como deverá o país preparar – se para o futuro, do ponto de vista social e económico.
Moderador ·Luís Campos e Cunha · Presidente do Conselho Coordenador da SEDES
Participantes · António Saraiva · Presidente da CIP; João César das Neves · Professor de Economia; José Tavares · Professor de Economia

 

16:30
 Intervenção · PASC – A Sociedade Civil Existe

Maria Perpétua Rocha · Coordenadora PASC

 

17:00 
Conferência de Encerramento

Emílio Rui Vilar · Presidente da Fundação Gulbenkian

Organização

PASC – Plataforma Activa da Sociedade Civil em Parceria com a Representação em Portugal da Comissão Europeia

Associações que integram a PASC

AAACM – Associação dos Antigos Alunos do Colégio MilitarAACDN – Associação de Auditores dos Cursos de Defesa NacionalANJAP – Associação Nacional de Jovens Advogados PortuguesesAORN – Associação dos Oficiais da Reserva NavalAPDSI – Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade de InformaçãoAPE – Associação dos Antigos Alunos dos Pupilos do ExércitoAPG – Associação Portuguesa dos Gestores e Técnicos dos Recursos HumanosAPI – Associação Portuguesa de Imprensa5E – Associação 5º ElementoCNAF – Confederação Nacional das Associações de FamíliaCAVITOP – Centro de Apoio à Vítima da Tortura em PortugalEURODEFENSE – Centro de Estudos EuroDefense – PortugalCDA – Associação Círculo d’Autor – Centro de Estudos de Direito de Autor e ConexosDECIDE – Associação de Jovens Auditores para a Defesa, Segurança e CidadaniaFP – Fórum Portucalense – Associação Cívica para o Desenvolvimento da Região NorteGAMMA – Grupo de Amigos do Museu da MarinhaIDP – Instituto da Democracia PortuguesaIHD – Instituto de Humanismo e DesenvolvimentoLAMM – Liga dos Amigos do Museu MilitarLBP – Liga dos Bombeiros PortuguesesMIL – Movimento Internacional LusófonoMM – Médicos do MundoSEDES – Associação para o Desenvolvimento Económico e Social
 
 
 

CONHECER · AGIR · MUDAR: um artigo de João Salgueiro, Presidente da Assembleia Geral da SEDES.

por João Salgueiro (Este texto representa apenas o ponto de vista do autor, não da PASC, nem das associações que a compõem).

 

Podemos hoje debater a importância das identidade e valores na relação de Portugal com o Mundo. Mas, face à presente realidade, tal não é possível sem primeiro reflectirmos sobre a relação de Portugal consigo próprio e dos portugueses com o seu País.

Temos vivido nos últimos anos mergulhados numa crise aguda. Para além da exigência de consolidação das finanças públicas, subsiste, há mais de dez anos, o desafio fundamental que resulta da estagnação da economia e da perda de competitividade. Sem garantir condições de crescimento económico não será possível resolver o problema do desemprego, nem o desequilíbrio da balança externa, nem o próprio défice das finanças públicas.

É possível, no entanto, encontrar na actual situação factores de optimismo que possibilitam alicerçar, com realismo, um desempenho positivo. Desde logo porque mais portugueses compreendem, finalmente, que defrontam um problema com consequências que não podem ser ignoradas.

Maior consciência da realidade que defrontamos, permite que os portugueses queiram começar a procurar melhores caminhos para o futuro. Percebemos, cada dia com mais clareza, que é indispensável concentrarmo-nos na busca e concretização de soluções verdadeiras.

O elemento decisivo de uma nova estratégia – esgotada que se encontra a ilusão de que o nosso crescimento pode assentar na despesa pública – é a necessidade de desbloquear a capacidade de iniciativa dos portugueses. Demasiado tempo, os agentes económicos têm permanecido dependentes do Estado para auxílios e subsídios, ao mesmo tempo que os seus projectos são entravados por vários departamentos de diferentes Ministérios.

Na base de uma mudança que configura tão profunda alteração comportamental, encontra-se um problema político e também um problema moral. Não será possível corrigir a natureza das leis e assegurar o seu efectivo cumprimento sem uma verdadeira responsabilização do Governo face à Assembleia da República e dos deputados face aos seus eleitores. Tal não acontecerá se a carreira dos membros do Parlamento continuar a depender mais da sua inclusão em posição elegível nos boletins de voto do que das opções dos cidadãos – e a reforma da lei eleitoral dificilmente terá lugar sem uma regeneração das estruturas e da vida partidária, o que está bem longe de parecer provável.

A regeneração da vida política não terá lugar sem uma forte determinação e intervenção activa dos próprios eleitores. Num sistema democrático – em que temos procurado viver desde 1975 – as orientações políticas e as decisões governamentais devem procurar aproximar-se da preferência dos eleitores.

Mas tal só acontecerá em Portugal, como se verifica em outros Países, se os eleitores puderem aceder a informação verdadeira e quiserem monitorizar as realizações dos Governos e o cumprimento dos seus programas eleitorais.

Demasiado tempo, temos coexistido com o esquecimento dos nossos Valores, da nossa História, da dimensão marítima de Portugal, do valor da nossa Língua e da nossa Cultura. É necessário recuperar o seu papel para catalisar a retoma da confiança dos portugueses, para assumir com confiança uma nova estratégia para Portugal, mais ambiciosa e realista, à medida dos desafios globais de que nos temos alheado excessivamente.

CONHECER · AGIR · MUDAR: João Palmeiro sobre o Primeiro Fórum das Associações da Sociedade Civil · 21 de Setembro de 2011 · Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.

CONHECER · AGIR · MUDAR: Marcelo Rebelo de Sousa sobre o Primeiro Fórum das Associações da Sociedade Civil · 21 de Setembro de 2011 · Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.

A IMPORTÂNCIA DUMA LIDERANÇA COM VALORES NA SOCIEDADE ACTUAL: anúncio do IX Encontro Público PASC · 16 de Março de 2011 · 18:30 · Pequeno Auditório da Culturgest em Lisboa.

O IX Encontro Público PASC realizar-se-á no próximo dia 16 de Março, Quarta-Feira, pelas 18h30m, no Pequeno Auditório da Culturgest, em Lisboa.

Este IX Encontro Público PASC será organizado pela Associação dos Pupilos do Exército.

Iremos debater a importância de uma Liderança com Valores, que mais do que nunca é um problema que o País e o Mundo têm que ultrapassar. Para mobilizar os Portugueses é fundamental que os Exemplos cheguem dos seus Líderes. Sem uma comunicação com verdade não conseguiremos resolver os obstáculos que temos pela frente. Sem conseguirmos mobilizar o Talento, o mesmo continuará a abandonar o nosso Portugal.

Este encontro terá como oradores o Dr. João Salgueiro e o Dr. Nelson Santos de Brito.

A sua participação é importante e fundamental.

Venha discutir e partilhar connosco a sua opiniao sobre este assunto. Teremos a partir das 17h45m um Coffee-Break disponível, momento em que pode aproveitar para aumentar a sua rede de contactos ou para rever amigos.

MUDAR NUMA GERAÇÃO: Ciclo de Conferências SEDES.

A PASC – Plataforma Activa da Sociedade Civil, hoje apoiada por 17 Associações da Sociedade Civil, conta desde a sua fundaçao com a SEDES.

 

A SEDES, fundada em 1970, conta com 40 anos de intervençao cívica e de experiência significativa em diferentes domínios da Sociedade Portuguesa.

 

No âmbito do seu 40º aniversário, a SEDES organizará 6 Encontros Públicos, conduzidos por Presidentes e Fundadores, que se propôem perspectivar o futuro de Portugal para além do curto prazo.

UMA REVISÃO CONSTITUCIONAL EM MATÉRIA DE SEGURANÇA E DEFESA? PROPOSTAS E DESAFIOS: um debate organizado pela DECIDE.

Decorre na próxima segunda-feira, dia 13 de Dezembro de 2010, às 18:30, no Anfiteatro A da Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa (Campus de Campolide), a mesa redonda “Uma revisão constitucional em matéria de segurança e defesa? Propostas e desafios”.

Organizada pela DECIDE – Associação de Jovens Auditores para a Defesa, Segurança e Cidadania, em parceria com a Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa e com a Associação de Estudantes da Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa e o apoio da Sumol+Compal. A mesa redonda conta com a presença dos Deputados: Ana Catarina Mendes (PS), Fernando Negrão (PSD), Nuno Magalhães (CDS-PP), Luís Fazenda (BE), António Filipe (PCP) e Francisco Madeira Lopes (PEV).

A moderação estará a cargo do General Loureiro dos Santos.

AS FORÇAS ARMADAS E A REPÚBLICA: anúncio do V Encontro Público PASC · 2 de Outubro de 2010 · 11h00 – 13h00 · Biblioteca Almeida Garrett no Porto.

A conferência “As Forças Armadas e a República” insere-se, por um lado, no Encontro Nacional de Auditores dos Cursos de Defesa Nacional, integrado, por sua vez, nas comemorações do centenário da República, e por outro lado, no V ENCONTRO PÚBLICO PASC.

O Encontro terá duas exposições complementares, a saber:

  • Tenente-Coronel Abílio Lousada, professor de História do Instituto de Estudos Superiores Militares · Uma revisão das relações entre civis e militares desde o final da Monarquia até à Revolução de 1974, bem como da influência das Forças Armadas nos processos que conduziram à 1ª República, ao Estado Novo e ao regime democrático actual.
  • Almirante Vidal de Abreu, ex-Chefe de Estado Maior da Armada · Uma identificação das transformações que conduziram às actuais Forças Armadas, dos seus principais problemas e das principais orientações que se julgam necessárias para que possam cumprir as suas missões num Estado democrático, atentas as condições particularmente difíceis da actual situação económico-financeira.

    PASC – Plataforma Activa da Sociedade Civil · Um conjunto de Associações da Sociedade Civil decidiu organizar-se numa Plataforma Activa e fomentar um relacionamento em rede, para se assumir, independentemente de partidos políticos e de políticas estabelecidas, como parceiro da mudança necessária do País e dar contributos efectivos à sociedade portuguesa.
     

    Com a sua actividade, a Plataforma pretende mobilizar a Sociedade Civil, seja a nível nacional, regional ou local. É nossa intenção que essa mobilização se faça em torno de questões e acções concretas e que a Sociedade Civil possa contribuir com soluções de qualidade e encontrar oportunidades que revigorem o país em que vivemos.

    A GOVERNANÇA DO MAR ALARGADO – É PRECISO MUDAR JÁ!: anúncio do IV Encontro Público PASC · 27 de Setembro de 2010 · 18:30 · Culturgest em Lisboa.

    As várias tentativas, ou promessas, de gerir o domínio do mar não têm, nas últimas décadas, passado disso mesmo. Iniciativas como livros brancos, Expo 98, Comissão Estratégica dos Oceanos, Estrutura de Missão para os Assuntos do Mar, etc., não conduziram a resultados concretos, por falta de, entre outras coisas, vontade política ou de continuidade e de insuficiente iniciativa privada. Para mudar é preciso começar já a governar os assuntos do mar com uma nova atitude. Atitude nova, determinação e saber são requisitos básicos para sair do status quo. Mesmo sendo tarde, impõe-se começar já.

    É necessário conhecer a caracterização económica, científica, jurídica, de segurança e ambiental dos vários grandes espaços marítimos, como o mar territorial, a zona contígua, a Zona Económica Exclusiva, a plataforma continental, bem como a interface mar-terra. Depois, há que planear, organizar, decidir as acções a executar com visão integrada e avaliar os resultados com participação dos intervenientes no domínio das actividades marítimas. A extensão da plataforma continental deve merecer uma atenção muito própria pelo seu enorme potencial de riqueza, mas também de cobiça.

    Interessa aflorar alguns factos e factores da governação do mar para se poder avaliar a extensão do domínio e se identificar algumas questões a requererem mudança. Nesta linha, há que repensar alguns estrangulamentos que ocorrem na economia do mar, em sectores como o portuário, o das pescas ou o da construção naval. É preciso entender as causas da desarticulação e da inadequação do sector portuário nacional, continente e ilhas, aos desafios actuais, como é necessário identificar o definhamento das pescas nacionais, quando, mesmo ao lado, na Galiza, elas florescem. Há que repensar a proliferação de competências e a dispersão de meios na segurança no mar, como há que organizar a investigação do mar, definindo objectivos, promovendo a articulação entre centros de actividade e levando à transferência útil do conhecimento para o sector empresarial.

    Contudo, para que as actividades tangíveis sejam desenvolvidas com sucesso, é condição necessária que a sociedade, no seu todo, seja mobilizada, sensibilizada, educada, para a cultura marítima e se fomente a imagem do mar, como valor não apenas passado, mas de vital importância para o presente e para o futuro.

    A aproximação sistémica às soluções para os diversos conjuntos de problemas exige uma organização institucional adequada, tecnicamente competente, com empenho no correcto e atempado ataque aos problemas, através de linhas de acção articuladas por uma estratégia eficiente e eficaz.

    A estrutura existente, desde Dezembro de 2009, encimada pela Comissão Interministerial para os Assuntos do Mar baseia-se nas recomendações da Comissão Estratégica dos Oceanos, por sua vez inspirada em modelos estrangeiros de boas provas dadas. Teoricamente parece bem. Contudo, não se conhecem resultados, possivelmente por não ter sido accionada com a dinâmica exigida. Organizações apenas inscritas em documentos, sem serem postas em prática, são inúteis. Motores parados não movimentam estruturas.

    A par com a organização institucional operativa é necessária a acção empreendedora da sociedade civil. Esta deu já um passo prometedor ao constituir o Fórum Empresarial da Economia do Mar, baseado no estudo sobre o “Hypercluster do Mar”. Também aqui é preciso ultrapassar a dimensão teórica e agir na prática, fazendo com vontade de fazer bem.

    De fazer que se faz já estamos saturados.

    PASC – Plataforma Activa da Sociedade Civil · Um conjunto de Associações da Sociedade Civil decidiu organizar-se numa Plataforma Activa e fomentar um relacionamento em rede, para se assumir, independentemente de partidos políticos e de políticas estabelecidas, como parceiro da mudança necessária do País e dar contributos efectivos à sociedade portuguesa.
     

    Com a sua actividade, a Plataforma pretende mobilizar a Sociedade Civil, seja a nível nacional, regional ou local. É nossa intenção que essa mobilização se faça em torno de questões e acções concretas e que a Sociedade Civil possa contribuir com soluções de qualidade e encontrar oportunidades que revigorem o país em que vivemos.

    A PRODUTIVIDADE PARA A COMPETITIVIDADE: III Encontro Público PASC · 22 de Junho de 2010 · Culturgest em Lisboa.

    A PASC vai discutir, no seu III ENCONTRO PÚBLICO, um dos temas mais relevantes para Portugal: a Produtividade para a Competitividade, focado nas organização,liderança e valores.

    Porque a razão de ser da PASC é dar Voz à Sociedade Civil, para além da experiência da APG e dos seus Associados, responsáveis pela dinamização do debate, queremos o seu contributo, a sua experiência, a sua visão.

    Neste III ENCONTRO PÚBLICO PASC queremos construir respostas com base no pressuposto de que o saber e as acções não estão “neles/nos outros”, mas estão em cada um de nós.

    Pense, fale com os amigos, com os colegas, com a família… traga uma opinião… o País que queremos, precisa desta nossa nova forma de estar!

    Não podemos continuar à espera de respostas, temos que dizer o que queremos que aconteça!

    Deixamos alguns tópicos de reflexão:

    • A produtividade é agitada como a responsável pelo estado da economia Portuguesa; transmite-se a ideia de que os portugueses trabalham pouco e mal; os indicadores mostram que Portugal apresenta a produtividade mais baixa da Europa; os salários são baixos, mas sê-lo-ão quando comparados com a produtividade?
    • Os Portugueses estão entre os que, na UE, mais horas trabalham diariamente. Porquê?
    • Os Portugueses são reconhecidos como excelentes enquanto trabalhadores em Países terceiros, qualquer que seja o nível de diferenciação que apresentem. Porquê?
    • Apontam-se como causas para a crise económica factores não estruturais, como a cultura portuguesa, o nível dos empreendedores, a falta de qualificação dos trabalhadores.
    • Fala-se na informalidade da economia, na burocracia dos processos, no peso da administração pública, na inadequação da legislação laboral, na ineficácia do sistema de justiça e de ensino.
    • Culpam-se os governos e a sociedade civil; mas essas são afirmações não quantificáveis!
    • Porque não analisar a qualidade/eficácia das lideranças públicas e privadas, a ausência de objectivos quantificáveis dessas mesmas lideranças, a ausência de visão estratégica, a incapacidade para identificar nichos de mercados, as dependências de bens essenciais por parte do País?
    • O que é que cada um de nós pode fazer pelo aumento da produtividade e da competitividade? Que acções simples podemos trazer para o dia a dia?
    • Como sair deste ciclo não produtivo/não competitivo?

    Estes são apenas algumas ideias, o resto agora é consigo, porque achamos que já percebeu do que se trata!

    Venha no dia 22 de Junho e traga-nos a sua ideia…o País precisa de TODAS e TODOS e sobretudo de novas ideias e de novas acções!

    «Não pense naquilo que o País pode fazer por si, mas o que você pode fazer pelo País» (JFK)