CARTA ABERTA – O Ministro do Ambiente não tem que ser um ambientalista, mas respeitar os cidadãos ambientalistas e as suas associações

Exmo. Senhor
Ministro do Ambiente e da Ação Climática, Eng. João Pedro Matos Fernandes
O Ministro do Ambiente não tem de ser um ambientalista, como o Ministro da Saúde não tem de ser um médico, ou o da Justiça não tem de ser juiz.
Disso estamos certos pois o Senhor Ministro afirmou categoricamente em 17 de novembro de 2018: “Não sou de todo ambientalista”.
Mas o que o Ministro do Ambiente deve é respeitar e considerar os cidadãos ambientalistas e as suas associações pois a sua ação é fundamental para a defesa do ambiente, tem larga aceitação social e acolhimento Constitucional e legislativo, no quadro da Lei de Bases da Política de Ambiente e da Lei das Associações de Defesa do Ambiente.
Mas o Senhor Ministro também disse ao Jornal Económico em 15 de junho de 2019: “Tenho alguma dificuldade em aceitar os que são nem-nem-nem, isto é, os que são contra tudo”, referindo-se à oposição dos ambientalistas ao modo como está a ser lançada a eventual mineração de lítio.
Os ambientalistas são, Senhor Ministro, sempre a favor de tudo o que respeita a Natureza e a valoriza; são a favor do desenvolvimento sustentável, da produção e do consumo responsáveis, da preservação das paisagens e dos valores naturais, dos ecossistemas e da biodiversidade, das florestas, dos rios livres, do ar puro, sobretudo porque sabem que a o nosso Planeta está a chegar ao seu limite! Os ambientalistas respeitam os limites da natureza e querem uma sociedade e um futuro mais justo para todos.
O Senhor Ministro, apesar de não se considerar um ambientalista, deu as boas vindas à ativista Greta Thunberg assinalando o seu contributo para a sensibilização de “muitas pessoas, desde jovens a gerações mais velhas, para o maior desafio dos nossos tempos”; ambientalista ou politicamente correto, parece que concordamos no essencial: o maior desafio dos nossos tempos é reverter a perda de natureza e travar as alterações climáticas, pelo que devemos trabalhar em todas as frentes para, em conjunto, vencermos este desafio.
Na semana passada, o senhor Ministro, em plena audição na Assembleia da República, em resposta a uma questão do Deputado Nelson Peralta sobre o Fundo Ambiental e o financiamento tão necessário da conservação da natureza, incluindo o cofinanciamento de projetos do Programa LIFE da UE, respondeu “…viva a opacidade, viva a falta de transparência, deem lá dinheiro aos rapazes que eles estão aflitos”; por “rapazes” o Senhor Ministro referia-se aos ambientalistas, às associações de conservação da Natureza, a todas as pessoas, homens e mulheres, que aqui trabalham com seriedade, profissionalismo, espírito de missão e muito amor à camisola – cientistas, professores, sociólogos, políticos, biólogos, comunicadores, financeiros, administrativos, voluntários, e até engenheiros!
O Senhor Ministro foi muito injusto com as ONGAs e com o trabalho que fazem em Portugal desde 1948, quando ainda não existia, nem se sonhava que viesse a existir, o Ministério do Ambiente. Menosprezando a importância do nosso contributo para a conservação da natureza, o Senhor Ministro cria cisões em lugar de promover a colaboração, que é o que sabemos fazer melhor, e o que lhe propomos: conjugar esforços para uma causa comum, a Defesa da Natureza.
Temos muitos sucessos dos quais nos orgulhamos no nosso currículo: os ambientalistas estiveram na génese do Parque Natural da Arrábida, da Reserva Natural do Estuário do Sado, da Reserva Natural da Malcata e da conservação do lince-ibérico, do Parque Natural do Tejo Internacional, da Reserva Natural Local do Estuário do Douro, da Reserva Natural local do Paúl da Tornada, exemplos de entre muitas outras joias do património natural nacional salvas por ação de cidadãos ativos que nos orgulhamos de ser.
Desde 1993, várias ONGAs implementaram dezenas de projetos LIFE (cofinanciados pela União Europeia) que, por exemplo, salvaram a planície de Castro Verde, que é hoje Reserva da Biosfera, de ser transformada num enorme eucaliptal; salvaram o priolo da beira da extinção e alavancaram o turismo de natureza na ilha de São Miguel, restauraram ilhas, turfeiras, florestas nativas e outros habitats naturais e salvaram várias outras espécies. E não foram apenas as ONGAs nacionais, foram também associações locais que, recorrendo a projetos LIFE, criaram reservas naturais, como a Faia Brava, e desenvolveram o programa Volunteer Escapes, que organiza centenas de cidadãos voluntários para realizarem trabalhos de restauro da Rede Natura 2000.
Isto porque conseguiram estabelecer parcerias e laços de comunicação com as populações locais, associações locais, agricultores, empresários, movimentos de cidadãos, universidades, empresas e autarquias.
Neste processo, as ONGAs angariaram para a conservação da natureza em Portugal muitas dezenas de milhões de euros de fundos Europeus, conseguidos em concursos internacionais transparentes, fortemente competitivos e aplicados de forma diligente e sob apertada monitorização das autoridades nacionais e comunitárias.
Os 12 projetos LIFE mais recentes executados por ONGAs permitiram um investimento de 24,4M euros na gestão da Rede Natura 2000 nos últimos 10 anos. Por cada milhão de euros investido em projetos LIFE, o programa acrescenta pelo menos 2,1 milhões, e o Estado recupera 800 mil euros em impostos e contribuições sociais. E a Natureza agradece.
Para além do trabalho realizado no terreno, dos resultados de conservação e da dinamização da economia local e do tecido social, os projetos LIFE liderados pelos ambientalistas obtiveram vários prémios e reconhecimentos nacionais e internacionais. Também o Senhor Ministro reconheceu o nosso mérito quando cofinanciou através do Fundo Ambiental alguns destes projetos LIFE. E esqueceu (quando falou de opacidade) que, devido ao “princípio da subsidiariedade” (Artigo 5.o do Tratado da União Europeia) Portugal – o seu Ministério – tem de dar parecer positivo prévio às candidaturas LIFE, antes da União Europeia as aprovar; e deu!
Por isso, chamar às ONGAs de Portugal “rapazes”, revela falta de reconhecimento pelo nosso trabalho e pela cidadania ativa.
Quanto ao Fundo Ambiental, que o Senhor Ministro gere, a realidade não é exatamente a que apresentou no Parlamento. O Fundo Ambiental não gastou, em 2020, 17,8 milhões de euros na conservação da natureza; no orçamento aprovado (ainda não há relatório de execução) pelo seu Despacho n.o 8457/2020, estavam previstos apenas 9,47 milhões para esse fim, ou seja, 1,64% do orçamento total do Fundo Ambiental.
Notámos também que não referiu que 8,5% do orçamento do Fundo Ambiental se destinou em 2020 a financiar 49,149 milhões de euros de projetos e ações aprovados por protocolo, logo sem concurso público.
Para fechar, apelamos ao Senhor Ministro que coloque de lado diferenças que possa ter com as ONGAs e procure apoiar a sua capacidade de organizar parcerias, desenvolver projetos e apresentar resultados de conservação e restauro da natureza. Deste modo potenciado uma melhor colaboração entre organismos públicos e organizações de cidadãos, a favor do interesse da sociedade.
Os ambientalistas continuarão a procurar cumprir os compromissos que assumiram, com coragem e determinação, com profissionalismo e espírito de missão. Não desistimos de lutar contra a degradação do nosso património natural e em defesa da Natureza.
Na verdade, face a esta tarefa de salvar o Planeta e a qualidade de vida das gerações futuras, estamos em crer que hoje somos todos ambientalistas, pois não nos resta alternativa, não é Senhor Ministro?

Coligação C6, 2 de fevereiro de 2021

Bullying e CyberBullying

Dia 3 de Fevereiro, próxima 4ª feira, das 21h às 23h, desafiamo-lo a juntar-se a nós, num webinar destinado para aqueles que querem conhecer um pouco mais sobre a problemática do Bullying e do CyberBullying no contexto escolar.

Gravação integral do evento

Para abordar este tema convidámos Tito de Morais, fundador do Projecto MiudosSegurosNa.Net, Luís Fernandes, coautor do livro “Plano Bullying – Como Apagar o Bullying da Escola”, Júlia Vinhas, coautora do jogo pedagógico de tabuleiro “Bullying: Um dia na escola” e Márcia Lemos, advogada e vice-presidente da AjudAjudar – Associação para a Promoção dos Direitos das Crianças e Jovens.

Conhecer o que diferencia o Bullying e o CyberBullying bem como as suas principais causas e os fatores que contribuem para o facilitar? Quais os principais sinais de alerta? Quais os participantes e que papéis desempenham? Que abordagens podemos adotar para identificar, prevenir, intervir e combater o cyberbullying?

Agradecemos a divulgação deste evento e do cartaz, em anexo, no site e por email para todos os vossos associados e amigos.

Este evento não carece de inscrição prévia e para assistir basta utilizar uma das opções de acesso, ZOOM ou YouTube.

– ZOOM• link direto: https://zoom.us/j/99750135636• ID: 997 5013 5636

– YouTube• link: https://www.youtube.com/channel/UCZgRotKOef6fHzd8XpaYluw

Exclusão Digital – A realidade do 1º Ciclo do Ensino Básico e do Pré-Escolar

No próximo dia 27 de Janeiro, com inicio às 21 horas, a PASC – Casa da Cidadania irá realizar o 8º webinar, sobre Exclusão Digital, dedicado a conhecer a realidade do 1º Ciclo do Ensino Básico e do Pré-Escolar. Nesta sessão, iremos também abordar as dificuldades e oportunidades que emergiram com a Pandemia e que afectaram a comunidade Escolar do 1º Ciclo do Ensino Básico e do Pré-Escolar. Analisaremos também o impacto, caso exista, no Modelo de Ensino e na Estratégia da Educação.

PROGRAMA:

  • Adelaide Ribeiro – TIC e Inovação em Educação: Velhas e Novas Desigualdades
  • Paula Figueiredo – E@D Tempo de nos reConstruirmos
  • Debate moderado por Ana Oliveira e José Marques, com
    • Conceição Romão
    • Mónica Alves
    • Vera Mendes
    • Sandra André
    • Adelaide Ribeiro
    • Paula Figueiredo
  • Perguntas e Respostas

Este evento não carece de inscrição prévia e para assistir basta utilizar uma das opções de acesso, ZOOM ou YouTube.
– ZOOM

– YouTube

Segurança apesar da Criptografia

José Legatheaux Martins (*)

Presidente do Capítulo Português da Internet Society

Durante o ano de 2020 as comunicações digitais suportadas nas tecnologias da Internet emergiram como fundamentais. Entre essas tecnologias, a criptografia é omnipresente e fornece as bases da privacidade, da segurança e da confiabilidade.  É a utilização de criptografia que protege as comunicações interpessoais, a comunicação remota dos doentes com os médicos e dos advogados com os seus clientes, o acesso à e o funcionamento da banca remota, que torna seguro o controlo remoto das infraestruturas críticas e o funcionamento digital das empresas e dos governos. A criptografia é também fundamental para proteger jornalistas de investigação e todos aqueles que são perseguidos injustamente. Sem criptografia também não seria possível garantir a autenticidade da documentação digital. Infelizmente, é também a criptografia que dificulta o combate a atividades ilegais e antissociais praticadas via a Internet.

Durante o último trimestre de 2020 vários Estados democráticos, e mais recentemente a própria Comissão Europeia, enunciaram uma direção de combate ao crime designada genericamente “Garantir Segurança Apesar da Criptografia”. Tal posição promove a seguinte ideia: em caso de necessidade, e depois de enquadrada legalmente, os organismos judiciais e de segurança devem poder aceder a qualquer informação protegida criptograficamente.

Aplicar este princípio ao conjunto das comunicações extremo-a-extremo via a Internet, significaria violar a proteção criptográfica garantida pelo software e os sistemas de operação dos equipamentos finais dos utilizadores. Tal implicaria a implementação de mecanismos que os peritos de segurança designam por “back-doors” ou, em linguagem popular, “portas dos fundos”, que permitissem acesso local ou remoto pela polícia à informação disponível nos equipamentos finais dos utilizadores.

Esta posição é, no mínimo, ingénua, pois a existência de tais mecanismos não pode ser implementada sem enfraquecer a segurança dos equipamentos. A grande maioria dos peritos independentes é unanime: não é possível implementar esses mecanismos de forma a garantir que eles não caiam nas mãos erradas, e sem que possam ser usados por aqueles com os meios e o dinheiro necessários para terem acesso aos “back-doors”, atacando deste modo as pessoas e os organismos que necessitam de segurança e privacidade. Por outro lado, a tecnologia necessária para fabricar e conceber dispositivos informáticos sem esses “back-doors” continuaria acessível a toda a gente, incluindo a bandidos e terroristas.

Mesmo dando o benefício da dúvida de que este processo possa estar a ser conduzido somente com a intenção de combater o crime, ele inevitavelmente conduzirá a que os Estados que atualmente se conduzem pelas regras dos Estados de Direito, com proteção dos Direitos Humanos e do direito das organizações à sua Privacidade e Segurança, se aproximem perigosamente de técnicas usadas por Estados totalitários bem conhecidos, o que as democracias de tipo ocidental sempre têm rejeitado.

(*) Professor catedrático da Universidade Nova de Lisboa e presidente do Capítulo Português da Internet Society

Artigo publicado aqui: https://tek.sapo.pt/opiniao/artigos/seguranca-apesar-da-criptografia

Este texto é da exclusiva responsabilidade do seu autor e não compromete em nada a perspetiva da PASC – Casa da Cidadania ou dos seus associados

Exclusão Digital – A Realidade do Ensino Básico

Vídeo integral do Webinar

PROGRAMA

  1. Abertura
  2. Introdução à temática
  3. G-Learning: As tecnologias digitais ao serviço do Ensino – Dário Zabumba
  4. Debate moderado por José Marques e Jorge Robalo e com:
    • Nuno Silva
    • Ana Paula Loureiro
    • Ondina Espirito Santo
    • Dário Zabumba
  5. Perguntas e respostas

Entrar no ZOOM aqui às 21:00h

Convite à proposta de iniciativas para a melhoria do funcionamento dos serviços públicos

A Open Government Partnership (OGP), de que a PASC – Plataforma de Associações da Sociedade Civil, CASA DA CIDADANIA é parte integrante, é uma iniciativa multilateral, lançada em Setembro de 2011, pelos Chefes de Estado e de Governo de oito países, que subscreveram a designada Declaração de Administração Aberta, à qual o Estado Português aderiu a 13 de dezembro de 2017, comprometendo-se a:

  • Promover a transparência
  • Dar mais poder aos cidadãos
  • Combater a corrupção
  • Utilizar as novas tecnologias para potenciar a relação entre Estado e Cidadão

No âmbito da preparação do Plano de Atividades para 2021-2022, convidamos todos(as) a preencher o formulário, disponível aqui https://pt.surveymonkey.com/r/OGP_Portugal, que se destina a recolher propostas de iniciativas para a melhoria do funcionamento dos serviços públicos, com o objectivo de aproximar os serviços públicos às necessidades dos cidadãos, como por exemplo:

  • Eliminação de certidões e comprovantes inúteis;
  • Eliminação de controlos e procedimentos supérfluos;
  • Partilha de dados e informação entre organismos públicos (incluindo autarquias);
  • Mover a decisão para níveis mais próximos do cidadão;
  • Dar prioridade e respeitar os compromissos com o cidadão;
  • Dar acesso e poder ao cidadão para sua capacitação e controlo;
  • etc.

As iniciativas que forem seleccionadas pela Rede serão asseguradas através de compromisso específico entre o governo e a sociedade civil, para os próximos dois anos.

Poderá ver mais detalhes sobre a RNAA, Rede Nacional de Administração Aberta – OGP Portugal no site https://ogp.eportugal.gov.pt

Agradecemos que nos apresente as suas iniciativas para a melhoria do funcionamento dos serviços públicos, até ao próximo dia 20 de Janeiro de 2021 através do formulário https://pt.surveymonkey.com/r/OGP_Portugal

6º Webinar Exclusão Digital: A realidade do Ensino Secundário.

Transmitido em direto através do canal da PASC no YouTube

No próximo dia 16 de Dezembro, quarta-feira, com inicio às 21 horas, a PASC – Casa da Cidadania vai realizar o 6º webinar sobre Exclusão Digital dedicada a conhecer a realidade do Ensino Secundário.

Nesta sessão, iremos abordar as dificuldades e oportunidades que emergiram com a Pandemia, no Ensino Secundário, e analisar o impacto, caso exista, no Modelo de Ensino e na Estratégia da Educação.

Este evento não carece de inscrição prévia e para assistir basta utilizar uma das opções de acesso:

Fóruns de Discussão sobre Administração Aberta

De acordo com a proposta aprovada para a Cocriação e Desenvolvimento do II PANAA, nesta «Subfase de Descoberta», estão previstas duas iniciativas, o inquérito de recolha de ideias para o II PANAA e Fóruns de Discussão Temática:

  1. Inquérito de recolha de ideias para o II PANAA:
  • Destinatários: a cidadãos, empresas, organizações da sociedade civil e especialistas
  • O questionário, que poderá ser respondido até 11 de dezembro, encontra-se aberto ao público em geral e destina-se a aferir das temáticas que poderão ser consideradas mais relevantes com vista à elaboração de propostas de compromissos;
  • Estará disponibilizado no portal da OGP Portugal, comunicado por via lista de distribuição de cidadãos e organizações e notícias na página da OGP Portugal;
  • Os interessados podem-se inscrever na lista de distribuição e assim serem contactados diretamente em futuras iniciativas.
  1. Programa de fóruns de discussão temática: [os membros da Rede são bem-vindos a participar nos fóruns e a contribuir para a discussão]
  • Destinatários: a cidadãos, empresas, organizações da sociedade civil e especialistas];
  • Enquanto sessões colaborativas de debate de ideias, o contacto e mobilização dos destinatários dependerá de um esforço conjunto dos membros da RNAA, pelo que reforçamos o apelo para a divulgação do formulário de registo nestas iniciativas, junto das vossas redes de contactos;
  • Os fóruns  serão facilitados pela AMA e irão abranger as 7 áreas temáticas previamente identificadas pela RNAA.

Apresentamos, abaixo, a respetiva cronologia e os parceiros envolvidos neste programa:

A.      Fórum #1

·         Tema: “Mudança Tecnológica, Dados Abertos e Inclusão Digital

·         Coanfitrião: AMA − membro da RNAA

·         Data2 de dezembro, das 14:30 às 15:30

B.      Fórum #2

·         Tema: “Administração Aberta e Participação Cívica

·         Coanfitrião: PASC  Casa da Cidadania − membro da RNAA 

· Data: 9 de dezembro, das 15:00 às 16:00

C.      Fórum #3

·         Tema: “Transparência e acesso à informação

·         Coanfitrião: Transparência e Integridade − membro da RNAA 

·         Data11 de dezembro, das 15:00 às 16:00

Veja aqui a página do portal OGP Portugal: https://ogp.eportugal.gov.pt/noticia25

Webinar Exclusão Digital – A realidade do Ensino Superior

Transmissão em direto

Realizou-se na quarta-feira, dia 2 de Dezembro, com inicio às 21 horas, a PASC – Casa da Cidadania o 5º webinar sobre Exclusão Digital dedicada a conhecer a realidade do Ensino Superior.

Nesta sessão, abordaram-se as dificuldades e oportunidades que emergiram com esta crise assim como o papel do ensino à distância na estratégia futura do Ensino Superior.

Como medir o tamanho da economia de um país

Programa de Comparação Internacional (PCI) do Banco Mundial

Na próxima quarta-feira, dia 18 de Novembro, com inicio às 21 horas, a PASC – Casa da Cidadania, vai realizar o webinar sobre o “Programa de Comparação Internacional do Banco Mundial”, tendo como Orador o Líder do Programa Marko Rissanen

O Programa de Comparação Internacional (ICP) é uma das maiores iniciativas estatísticas do mundo, coordenado pelo Banco Mundial sob os auspícios da Comissão de Estatística das Nações Unidas (CSNU) e implementado por meio de uma parceria de países e agências multilaterais. O principal objetivo do ICP é produzir medidas de volume comparáveis do produto interno bruto (PIB) e seus componentes de despesas com base em paridades de poder de compra (PPCs).

International Comparison Program (ICP)

Alertamos para o facto, deste evento ser realizado em Inglês sendo que a PASC, caso seja necessário, assegura a tradução de questões que possam ser levantadas.

Desde já, agradecemos a divulgação deste evento e do cartaz, em anexo, no vosso site e por email para todos os vossos associados e amigos.

Como sempre o evento não carece de inscrição prévia e para assistir basta utilizar uma das opções de acesso:

– Link directo:    https://zoom.us/j/92863147661

– ID da reunião: 928 6314 7661

Conferência Anual da PASC – “Cidadania e Populismo”

Reflexão e debate sobre os impactes dos fenómenos populistas no exercício da cidadania e da democracia

Ao vivo aqui

PROGRAMA:

15:30 – Sessão de Abertura:

  • Américo Ferreira (Presidente da PASC-CC)

15:45 – Debate CIDADANIA E POPULISMO

  • Susana Salgado (ICS – U Lisboa)
  • Riccardo Marchi (ISCTE)
  • Luis Vidigal (APDSI)
  • José Ribeiro e Castro (SHIP)

18:00 – Anúncio do Prémio Cidadania 2020

18:30 – Encerramento

Entrar na reunião Zoom

https://zoom.us/j/95687523225

ID da reunião: 956 8752 3225

Webinar “Exclusão Digital: A realidade dos Lares e Universidades Seniores”

Vídeo do Webinar

Cartaz do Webinar

Na quinta-feira, dia 5 de Novembro, com inicio às 17 horas, a PASC – Casa da Cidadania, vai realizou-se o 4º webinar sobre Exclusão Digital. Desta vez, para conhecer melhor a realidade dos Lares e Universidades Seniores e saber quais as dificuldades e oportunidades que emergiram com esta crise.

Foi importante também conhecer se, durante a fase Pandémica, foram identificadas oportunidades de melhoria e definidos planos de acção que permitam, de forma sustentada e objectiva, fomentar a utilização dos meios digitais para aproximar os Seniores das famílias e restantes comunidades de afinidade.

PROGRAMA:

  • Abertura
  • Introdução à temática
  • Calendário de eventos PASC
  • A caminho do Poente: por Maria do Rosário Gama
  • Lares – Um caso real: por Tânia Gil
  • Todos On “Um projecto Comunitário, Inovador e Integrador”: por Susana Simão
  • Educação ao longo da vida: Por Luís Jacob
  • Debate com a moderação de Nuno Luz e a participação de Luís Jacob, Maria do Rosário Gama, Susana Simão e Tânia Gil
  • Perguntas e Respostas

DOCUMENTAÇÃO:

Webinar “Participação Cívica nos Processos de Administração Aberta“

Quinta feira dia 22 de Outubro de 2020

Gravação do Webinar

Participantes: Membros da Rede Nacional de Administração Aberta, representantes da sociedade civil, e cidadãos.

Duração: 18:00 – 19:00 | 60 min.

Objetivo: O webinar ficar dar a conhecer os benefícios da participação pública nos processo de Administração Aberta, em particular, a Consulta Pública que se apresenta como um espaço de debate para os cidadãos, incentivando-os a uma análise crítica e à partilha de contributos que melhorem tanto a inclusão das necessidades da Sociedade Civil, como os resultados dos programas de Administração Aberta.

Breve descrição: O webinar visa dar a conhecer os benefícios da Participação Cívica no processo em curso de Consulta Pública à autoavaliação e resultados do I Plano de Ação Nacional de Administração Aberta, realizado em Portugal (https://ogp.eportugal.gov.pt/consulta-publica-relatorio-de-autoavaliacao ). Este Plano de Ação Nacional materializa a participação nacional na Open Government Partnership (OGP), cuja missão é promover a transparência, fomentar a participação pública, combater a corrupção e utilizar as novas tecnologias para fortalecer a democracia participativa.

Programa:

O que muda durante o Estado de Calamidade

O que muda a partir de hoje e durante 15 dias com o estado de calamidade? Previsto na Lei n.º 27/2006:

  1. O que muda com o estado de calamidade?

Previsto na Lei n.º 27/2006, este estado de exceção aumenta os poderes do executivo de António Costa, permitindo-lhe “adotar, sempre que necessário, medidas que se justifiquem para conter a pandemia, desde restrições de circulação a outras medidas que concreta e localmente venham a verificar-se justificadas”, como se lê no site da Direção-Geral da Saúde. O Governo pode agora voltar a impor cercas sanitárias e de segurança, como aconteceu em Ovar, o que, para já, ainda não está em cima da mesa. O estado de calamidade “determina uma obrigação especial de colaboração dos meios de comunicação social”, lê-se no decreto-lei, “visando a divulgação das informações relevantes relativas à situação”, e eleva “o grau de prontidão” das Forças Armadas.

  1. Vou ser multado se não andar de máscara na rua?

Por enquanto, não. O Governo recomenda “vivamente a todos os cidadãos o uso de máscara comunitária na via pública” quando não for possível manter a distância de dois metros entre pessoas. No entanto, a ideia do executivo é que esta recomendação passe a letra de lei. A proposta já foi enviada aos deputados, falta a aprovação, e aí sim: se for aprovada, impõe multas a quem não a cumprir.

  1. Posso ir com cinco amigos ao café?

Não, isso daria seis pessoas. Os ajuntamentos, que até aqui tinham um limite de 10 pessoas, passam a cinco, no máximo. Significa que seis amigos não podem ir juntos a um café, a um restaurante, a uma loja, a um centro comercial, ou mesmo a um jardim.

  1. Posso ir jogar à bola com eles?

Sim. O Governo não alterou as regras para a prática desportiva.

  1. Posso convidá-los para o meu casamento?

Sim, desde que no total, o número de presentes não ultrapasse as 50 pessoas. É esse o limite imposto para reuniões familiares ou de amigos, como batizados, casamentos e similares. Para os que já estavam marcados, nada muda: a regra só começou a contar para eventos agendados a partir de ontem, 14 de outubro.

  1. O meu agregado familiar tem seis pessoas. Podemos ir juntos a um restaurante?

Sim. O limite de cinco pessoas em restaurantes, em centros comerciais, em espaços públicos, na rua, tem uma exceção: os coabitantes. Por isso, as famílias numerosas, por exemplo, vão poder continuar a frequentar estes espaços juntas.

  1. Tenho um restaurante. O que muda para mim?

Três coisas. Primeira, os grupos: a partir de agora, não pode aceitar jantares de grupo com mais de cinco pessoas — quando até aqui o limite era de 10 —, a menos que as separe. Mudam também as multas se não o fizer, que podem agora ir até 10 mil euros, quando não estiver assegurado “o escrupuloso cumprimento das regras em vigor quanto à lotação e ao afastamento que é necessário assegurar”. E, por fim, muda a fiscalização da ASAE, que vai ser “reforçada”.

  1. Os teatros e cinemas vão continuar abertos?

Sim. Ajuntamentos não significa público, por isso, nada muda nas idas a eventos como teatro e cinema. O mesmo se aplica a outros espetáculos com público, bem como a eventos desportivos. Não significa que a Direção-Geral da Saúde não venha a limitar eventos como o Grande Prémio de Fórmula 1, em Portimão, agendado para o fim de semana de 23 a 25 de outubro, ou seja, dentro do período de 15 dias do estado de calamidade. No entanto, nada disso faz parte das oito medidas já anunciadas.

  1. O Governo pode obrigar-me a instalar a app StayAway Covid? Vou ser multado se não a tiver?

Ainda é cedo para responder. Do Conselho de Ministros de quarta-feira saiu uma recomendação para a instalação da app de rastreio do novo coronavírus. E da proposta acima citada, que vai ser debatida na Assembleia da República, consta também a obrigatoriedade da utilização da app. Mas com duas ressalvas: 1) aplica-se apenas “em contexto escolar, profissional e académico, nas Forças Armadas, nas Forças de Segurança e no conjunto da Administração Pública”; 2) pode não só ser chumbada pelos deputados como ser travada por outras vias: a Comissão Nacional de Proteção de Dados disse ao jornal “Público” que vai interpor uma providência cautelar, porque a regra “suscita graves questões relativas à privacidade dos cidadãos”. Por enquanto, a app é facultativa.

  1. As medidas anteriores continuam em vigor?

Sim. As medidas previstas durante o estado de contingência, como a proibição de venda de bebidas alcoólicas nas estações de serviço e, a partir das 20h, em todos os cafés e restaurantes (exceto durante a refeição), bem como a proibição do consumo na rua, mantêm-se como até aqui.

(com base no jornal Público)

COESÃO TERRITORIAL – O papel do Interior para um desenvolvimento sustentável de Portugal

webinar, 28 de setembro de 2020, 18:00 horas

A PASC – Casa da Cidadania, com a colaboração da ProViseu – Associação para a Promoção de Viseu e Região e da Acréscimo – Associação de Promoção ao Investimento Florestal, suas associadas, vai realizou no dia 28 de setembro, segunda-feira, entre as 18 e as 20 horas, um “webinar” sobre a “Coesão Territorial: o papel do Interior para um desenvolvimento sustentável de Portugal”.

Os vários diagnósticos ao território nacional têm revelado um agravamento da assimetria populacional, com uma litoralização progressiva do país, baseada na concentração de atividades comerciais, industriais e de serviços e uma acentuada tendência para o despovoamento, o envelhecimento e o empobrecimento,

Esta assimetria tem provocado um aumento dos riscos associados ao abandono, de cerca de 2/3 do território continental, entre eles os grandes incêndios florestais, o avanço da desertificação e a maior exposição aos efeitos das alterações climáticas.

Torna-se urgente inverter esta situação, desconstruindo uma falsa perceção de interioridade

É importante afirmar, pela positiva, as regiões mais deprimidas do território, através de instrumentos e medidas de políticas públicas que valorizem, de forma sustentável, os recursos endógenos, diminuam os riscos e potenciem o bem-estar das populações, fixando as pessoas e estimulando outras a inverter a atual tendência migratória

É urgente definir uma Visão integrada e uma Estratégica eficaz

Este evento conta com uma intervenção inicial pela Prof. Helena Freitas, ex-Coordenadora da Unidade de Missão para a Valorização do Interior, responsável pela elaboração do Programa Nacional para a Coesão Territorial, seguida de uma mesa redonda com os Profs. Alfredo Simões e Vicente Pereira. O debate final será moderado pelos Jornalistas Nuno Luz e Sandra Rodrigues.

Webinar Exclusão Digital – Crianças institucionalizadas

Realizou-se na passada quarta feira, dia 23 de Setembro, com inicio às 21 horas, a PASC – Casa da Cidadania, o 3º webinar sobre Exclusão Digital. Desta vez, visando conhecer melhor a realidade das crianças e jovens que se encontram em casas de acolhimento e saber quais as dificuldades e oportunidades que emergiram com esta crise.

É importante também conhecer se, durante a fase Pandémica, foram identificadas oportunidades de melhoria e definidos planos de acção que permitam, de forma sustentada e objectiva, proceder à Integração Digital das Crianças e Jovens institucionalizados

Credenciais para entrar no ZOOM

https://zoom.us/j/93344327267?pwd=UDhkdDR5UXFFL0tRSkZxcllCbXJpQT09

ID da reunião: 933 4432 7267

Senha de acesso: 915989 

Webinar sobre “Revitalização do Território: o papel da remuneração dos serviços dos ecossistemas”

Realizou-se na passada quinta-feira, dia 17 de Setembro, entre as 20 e as 22 horas, um webinar sobre “Revitalização do Território: o papel da remuneração dos serviços dos ecossistemas”.

O evento contou com dois painéis, um inicial de carácter técnico
científico, que contou com vários académicos e com a Directora
Geral do Território, e um outro de cariz político, com
representantes de vários Grupos Parlamentares.

ENQUADRAMENTO

Os ecossistemas estão na base de toda a vida. Os bens e os serviços que oferecem são fundamentais para a manutenção do bem-estar e para o desenvolvimento económico e social futuro. Entre os bens contam-se a produção de madeira, cortiça, resina, frutos secos, cogumelos silvestres. Já quanto aos serviços prestados, estes vão desde a atividade cinegética, ao recreio e lazer, à paisagem, à polinização, à manutenção da biodiversidade, à conservação dos solos, à regularização dos regimes hídricos, ao sequestro de carbono.

A produção de bens é hoje insuficiente para a fixação e a migração de famílias para as regiões de baixa densidade populacional. Esta insuficiência está na base do êxodo rural e este serve de mote a opções nem sempre adequadas de ocupação e uso dos solos, colocando em risco os ecossistemas. Desta forma, em várias regiões do mundo, desde a Europa à China, tem vindo a ganhar peso a necessidade de quantificar e qualificar os intangíveis, os múltiplos serviços que são prestados pelos ecossistemas. Deles beneficiam toda a sociedade. Através de uma adequada remuneração dos serviços dos ecossistemas será possível conter as ameaças que colocam em perigo a sua sustentabilidade e, em simultâneo, revitalizar as várias regiões do território que sofrem hoje com os riscos decorrentes do despovoamento e do avanço da desertificação.

Neste sentido, quer a Comissão Europeia, quer os vários Estados Membros têm vindo a definir medidas de política para agregar à equação do rendimento rural a remuneração dos serviços dos ecossistemas. Portugal não pode ficar fora desta abordagem, com a inscrição de dotação orçamental específica para este fim

Para abordagem a esta temática, fundamental para a revitalização de um território ameaçado pelo despovoamento, pela desertificação e pelas alterações climáticas, a PASC – Casa da Cidadania promoveu este webinar, para a qual procurou envolver especialistas e decisores políticos.

PROGRAMA

20:00 h. – Abertura e introdução à temática

Américo Ferreira, Presidente da Direção da PASC – Casa da Cidadania

Paulo Pimenta de Castro, Presidente da Direção da Acréscimo – Associação de Promoção ao Investimento Florestal

Painel técnico

20:10 h. – Para uma política de remuneração dos serviços dos ecossistemas

Rui Ferreira dos Santos, Coordenador do estudo “Instrumentos Económicos para a Conservação da Biodiversidade e Remuneração dos Serviços dos Ecossistemas em Portugal”. Professor Associado da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (FCT NOVA). Diretor do Centro de Investigação em Ambiente e Sustentabilidade (CENSE).

20:25 h. – Infraestruturas verdes e remuneração dos serviços dos ecossistemas

Miguel João de Freitas, Docente da Universidade do Algarve. Foi Diretor Regional de Agricultura do Algarve e Vice-Presidente da Comissão de Coordenação Regional do Algarve. Foi Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural.

20:40 h. – Casos de estudo de remuneração dos serviços dos ecossistemas

Carlos Rio Carvalho, Centro de Investigação em Ambiente e Sustentabilidade (CENSE) da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (FCT NOVA).

20:55 h. – Políticas públicas de revitalização do território e dos seus ecossistemas

Fernanda do Carmo, Diretora Geral na Direção Geral do Território. Foi Secretária de Estado dom Ordenamento do Território e Cidades. Foi Vice-Presidente da Comissão de Coordenação Regional de Lisboa e Vale do Tejo.

Painel político

21:10 h. – Mesa redonda: O Orçamento do Estado e a PAC pós-2020 na remuneração dos serviços dos ecossistemas

Representantes dos Grupos Parlamentares

Moderador(a): Ana Clara, Jornalista (Revista AGRITERRA)

21:40 h. – Debate

A participação na sessão é gratuita, basta seguir as coordenadas de acesso.

No debate final, as questões a colocar devem ser introduzidas previamente no “chat”.

 Credenciais de acesso

17 set 2020 08:00 PM Londres 

Entrar na reunião Zoom

https://zoom.us/j/98488958343?pwd=RnFUaGdIWm1qZU5sc1p1c2lWQUdXZz09

ID da reunião: 984 8895 8343

Senha de acesso: 927642

Novos paradigmas de Ensino e Aprendizagem


2ª Sessão do ciclo de Webinars sobre Inclusão / Exclusão Digital

Luísa Agante.- Agante&Kids Movimentos cívicos em tempo de Pandemias, Mais informações em https://www.facebook.com/agantekids

Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é pasc-cartaz-sessao-no2-exclusao-digital-novos-paradigmas-de-ensino-e-aprendizagem.jpg

Clique aqui para Entrar
ID: 898 7134 2185| Senha: 614377 Informações: casadacidadania.pt@gmail.com

Programa

  • Abertura
  • Introdução à temática
  • Calendário de eventos
  • Ensino à distância em Portugal: A avaliação dos Professores: por João Marôco
  • Movimentos cívicos em tempo de Pandemias: por Luisa Agante
  • A sala de aulas do Futuro: por José Carlos Marques
  • Debate com a moderação de Nuno Luz e a participação de
  • Luisa Agante, João Marôco e José Carlos Marques
  • Perguntas e Respostas

Da Exclusão à Inclusão Digital

Sessão de Abertura

Dia 23 Jul 2020 – das 21:00 às 23:00
“Da #Exclusão à #Inclusão Digital – Oportunidades e Ameaças?”,

Apresentação de Jorge Robalo – Direção PASC

Apresentação de João Marôco – Professor / Investigador do ISPA

 

Sustentabilidade e Autonomia da Comunicação Social

Duas sessões no mesmo dia

Às 11h da manhã temos  os seguintes oradores:

PASC - Cartaz - Comunicação Social - Manhã

Às 17h da tarde temos  os seguintes oradores:

COMUNICADO – Covid19 – Desconfinamento Responsável

PASC Desconfinamento responsavel

PASC – Covid19 – Desconfinamento responsável – Versão em PDF

A Direcção da Plataforma de Associações da Sociedade Civil, PASC – Casa da Cidadania, no sentido de contribuir para um processo de desconfinamento responsável, aprovou solicitar ao Governo Português um conjunto de medidas que entendemos poderem assegurar um melhor processo de desconfinamento:

  1. Proceder a uma adenda do Decreto-Lei 20/2020, 2020-05-01 – DRE, no sentido de rectificar o erro de obrigatoriedade de Máscara ou Viseira. Esta alteração permite clarificar a situação existente de ter um decreto-lei não-alinhado com o discurso do Governo de obrigatoriedade do uso de máscara, com o qual concordamos;
  2. Assegurar um controlo activo e positivo sobre todas as entidades. Para o efeito, entendemos como urgente e indispensável reforçar a actuação de controlo e de informação das nossas autoridades junto da população, comerciantes e industriais. Esta actuação é indispensável se queremos um país mais seguro para todos, os que vivem em Portugal e para aqueles que pretendem visitar-nos. Este aumento de segurança pretende também contribuir para mitigar as perdas económicas sentidas em Portugal principalmente pelo sector do turismo. Alertamos que não é necessário grande esforço para encontrar, pelo país dentro situações de risco, entre outras:

a) Locais de Comércio onde a obrigatoriedade de uso de máscara, incluindo o uso de viseira, destina-se somente aos clientes. Falamos de restaurantes, cafés, associações, lojas comerciais, obras, e muitos outros;

b) Locais de Comércio sem qualquer sinalização e/ou medidas de higiene adicionais;

c) Agrupamentos de pessoas em esplanadas ou junto a estas, sem adoptarem medidas de segurança como o distanciamento ou a utilização de máscara;

d) Agrupamento de colaboradores de Câmaras Municipais e Juntas de Freguesias, nas bermas da estrada, sem máscara (incluindo viseiras) e sem assegurarem o correcto distanciamento, quer no período de trabalho quer no de descanso.

e) Agrupamento de colaboradores de empresas de construção civil, oficinas e outros, sem máscara (incluindo viseiras) e sem assegurarem o correcto distanciamento, quer no período de trabalho quer no de descanso. Relembramos que o uso de máscara, em alguns destes casos, deveria já ser obrigatório no âmbito da segurança no local de trabalho

f) Funcionários de empresas de entregas ao domicílio, que por vezes têm que entrar em casas particulares, que não utilizam qualquer protecção facial;

g) Entrada de cidadãos estrangeiros para visita e comércio esporádico, pelas fronteiras, antes da sua abertura oficial.

Sem querer enumerar um role exaustivo de situações, entendemos que os exemplos acima expostos são mais que suficientes para demonstrar que o controle implementado, nesta fase de desconfinamento, é insuficiente pelo qual é necessário um reforço urgente que permita mitigar os riscos de um retrocesso da situação actual e de desperdício do esforço nacional ao qual todos os cidadãos portugueses foram submetidos.

A Direcção da PASC – Casa da Cidadania

Lisboa, 25 de Junho de 2020

Estado de Calamidade

Estado de Calamidade Covid 19

Plano de desconfinamento – Quadro sítese pdf

Plano de desconfinamento – Apresentação pdf

Covid 19 Plano Calamidade

Informação oficial sobre o Covid-19

DRE Covid-19

Estamoson

Para quem quiser copiar a tabela, aqui fica em formato texto:

Plano de Desconfinamento

Data

Medidas Condições

Regras Gerais

4/05

Confinamento obrigatório para pessoas doentes e em vigilância ativa

Dever cívico de recolhimento domiciliário
Proibição de eventos ou ajuntamentos com mais de 10 pessoas Lotação máxima de 5 pessoas/100m2 em espaços fechados Funerais: com a presença de familiares

30-31 /05

Cerimónias religiosas: celebrações comunitárias de acordo com regras a definir entre DGS e confissões religiosas

Transportes Públicos

4/05

Lotação de 2/3

Uso obrigatório
de máscara/ Higienização e limpeza

Trabalho

4/05

Exercício profissional continua em regime de teletrabalho, sempre que as funções o permitam

1/06

Teletrabalho parcial, com horários desfasados ou equipas em espelho

Serviços Públicos

4/05

Balcões desconcentrados de atendimento ao público (repartições de finanças, conservatórias, etc.)

Uso obrigatório
de máscara / Atendimento por marcação prévia

1/06

Lojas de cidadão

Comércio e restauração

4/05

Comércio local: lojas com porta aberta para a rua até 200m2 Cabeleireiros, manicures e similares
Livrarias e comércio automóvel, independentemente da área

– Lojas: Uso obrigatório de máscara / funcionamento
a partir das 10h para as lojas que reabrem

– Cabeleireiros e similares: Por marcação prévia
e condições específicas
– Restaurantes: Lotação

a 50%, funcionamento até às 23h e condições específicas

18/05

Lojas com porta aberta para a rua até 400m2 ou partes de lojas até 400 m2 (ou maiores por decisão da autarquia)

Restaurantes, cafés e pastelarias/ Esplanadas

1/06

Lojas com área superior a 400m2 ou inseridas em centros comerciais

Escolas e Equipamentos Sociais

18/05

11o e 12o anos ou 2o e 3o anos de outras ofertas formativas (10h-17h)

Equipamentos sociais na área da deficiência Creches (com opção de apoio à família)

Escolas: Uso obrigatório
de máscaras (exceto crianças em creches e jardins
de infância)

1/06

Creches / Pré-escolar / ATLs

Cultura

4/05

Bibliotecas e arquivos

18/05

Museus, monumentos e palácios, galerias de arte e similares

1/06

Cinemas, teatros, auditórios, salas de espetáculos

Com lugares marcados, lotação reduzida
e distanciamento físico

Desporto

4/05

Prática de desportos individuais ao ar livre

Sem utilização
de balneários nem piscinas

30-31 /05

Futebol: competições oficiais da 1.a Liga de Futebol e Taça de Portugal

Covid-19 – Solidariedade humanitária entre países

PASC Covid_19 Tomada de Posicao

Contributo para uma melhor Cidadania

Covid-19 – Solidariedade humanitária entre países

“Responsabilidade Social e Humanitária”

Versão em PDF

No contexto adverso com que hoje nos deparamos, nunca foi tão urgente apelar ao sentido de Responsabilidade Social e Humanitário (RSH) de todos os cidadãos, empresas e governos. Se por um lado, salvo poucas excepções, este sentimento de responsabilidade social tenha sido uma realidade, existem ainda pessoas, empresas e governos que contribuíram, nos últimos dias, para aumentar o déficit em termos de RSH perante a sociedade mundial.

A Direcção da Plataforma de Associações da Sociedade Civil, PASC – Casa da Cidadania, no sentido de reforçar o bom trabalho que tem vindo a ser feito em Portugal, cumpre dar conhecimento ao governo Português de um conjunto de medidas que entendemos como vitais:

1. liderar pelo exemplo:

a) com a entrada em vigor da obrigatoriedade da utilização de máscaras, como medida de responsabilidade social, seguindo o princípio “use máscara para proteger os outros”, é imperativo que os mais altos dignatários deem o exemplo;

b) é ainda exigível que todos os cidadãos sejam tratados da mesma forma perante a lei, pelo que funcionários públicos, onde se incluem os camarários, jornalistas e demais profissões respeitam a utilização de máscaras, quer em espaços públicos quer, principalmente, nas emissões televisivas quando se verifica a presença de convidados;

2. liderar pela inovação, dinamizando a economia Portuguesa:

a) Incentivar a produção nacional de produtos indispensáveis perante esta situação de emergência pandémica. Em situações de dificuldade é importante identificar “oportunidades” de mitigação de dificuldades, não de lucro fácil, que possam contribuir para o bem-estar global. A título de exemplo, e no seguimento de iniciativas locais e particulares já em curso, é critico estudar, a nível nacional, com as associações industriais e instituições de ensino superior, a produção, em grande escala, de bens que sejam escassos e que, no contexto actual, se traduzem por máscaras, equipamentos de protecção, zaragatoas, álcool, entre outros.

Como para qualquer outra actividade económica é fundamental um estudo de viabilidade económica, só que neste caso, sem impactar a viabilidade e realização urgente da empreitada, mas para identificar e quantificar a necessidade de financiamento do estado, de modo a cobrir perdas financeiras, caso se verifiquem. Outros modelos de comparticipação financeira podem ser aplicados, salvaguardando sempre a urgência da operacionalização.

A comercialização destes bens deverá seguir um princípio de “custo justo”, incluindo todos os custos de investimento e posterior desmantelamento, caso se justifiquem, sendo que caberá ao estado suportar, caso exista, a diferença entre o custo “custo justo” e o “custo justo do bem praticado pelo mercado não afectado pela escassez de produto” (neste caso poder-se-ia utilizar como data de referência 31Dez2019);

b) aplicando uma óptica Europeísta, o proposto na alínea anterior (2.a), deveria ser financiada a 100% pela Comunidade Europeia (CE), considerando o apoio social e humanitário a todos os países comunitários, numa primeira fase, e, posteriormente, a outros, de modo a combater a especulação e a dependência dos actuais fornecedores mundiais;

c) ainda numa óptica Europeísta;

i) identificar a Potencial Margem de Solidariedade do Pais (PMS-PT), no sentido de receber doentes sem covid19 de outros países. Esta medida terá sempre que ressalvar uma margem de reserva nacional com reavaliação dinâmica, fase à evolução da pandemia ou de outra patologia que seja pertinente considerar. Sabendo que existem unidades de saúde novas inoperacionais, bem como, outras mais velhas que podem ser recuperadas parcialmente e ainda possíveis excedentes em algumas unidades operacionais, é urgente, do ponto de vista humanitário, implementar medidas de solidariedade entre povos. Nesta lista, para além do número de pacientes, é necessário saber quais os recursos necessários para a operacionalização desta “bolsa de solidariedade”, quer seja em termos de recursos humanos quer de todo e qualquer recurso necessário à sua operacionalização;

ii) em articulação com a ONU (Organização das Nações Unidas) e CE, estudar e pilotar a operacionalização da iniciativa referida na alínea anterior (2.b);

3. lutar por uma forte Responsabilidade Social Global (RSG):

a) em articulação com a CE, solicitar a intervenção\comprometimento do governo chinês no combate aos preços especulativos, nomeadamente, no que se referem a bens de saúde fundamentais ao combate desta pandemia e outros bens de primeira necessidade;

b) Entendemos ainda que, qualquer uma das medidas acima requerem a criação de procedimentos de controlo operacionais, financeiros e qualitativos rigorosos.

 

A Direcção da PASC – Casa da Cidadania

Lisboa, 23 de Abril de 2020

O Mundo depois do Coronavírus segundo Yuval Harari

Harari reflete sobre o Coronavírus e o impacto para o futuro da humanidade num artigo de ontem do Financial Times, intitulado “O mundo depois do Coronavírus”.
Ele diz que “a humanidade agora está a enfrentar uma crise global. Talvez a maior crise da nossa geração.”
“Neste momento de crise, enfrentamos duas escolhas particularmente importantes. A primeira é entre a vigilância totalitária e o aumento do poder do cidadão. A segunda é entre o isolamento nacionalista e a solidariedade global”.
Para Harari, a novidade agora é que haverá uma transição dramática da vigilância “sobre a pele” para a vigilância “sob a pele”. E descreve o seguinte cenário:
“Considere um governo hipotético que exija que todo o cidadão use uma pulseira biométrica que monitoriaze a temperatura do corpo e a frequência cardíaca 24 horas por dia. Os dados resultantes são acumulados e analisados ​​por algoritmos governamentais. Os algoritmos saberão que você está doente mesmo antes de conhecê-lo e também saberão onde você esteve e quem conheceu. As cadeias de infecção podem ser drasticamente encurtadas e até cortadas por completo. É possível que esse sistema possa parar a epidemia em questão de dias. Parece maravilhoso, certo?”
E para os cidadãos?
“Se eu pudesse rastrear a minha própria condição médica 24 horas por dia, aprenderia não apenas se me tornei um risco à saúde de outras pessoas, mas também quais os hábitos que contribuem para minha saúde”
“Se não conseguirmos fazer a escolha certa, poderemos perder a liberdade, pensando que essa é a única maneira de proteger a nossa saúde.”
Em relação à questão do isolamento nacionalista ou a solidariedade global. Harari conclui:
“A humanidade precisa fazer uma escolha. Iremos percorrer o caminho da desunião ou adotaremos o caminho da solidariedade global? Se escolhermos a desunião, isso não apenas prolongará a crise, mas provavelmente resultará em catástrofes ainda piores no futuro. Se escolhermos a solidariedade global, será uma vitória não apenas contra o Coronavírus, mas contra todas as futuras epidemias e crises que possam assaltar a humanidade no século XXI.”
De certeza que as tecnologias da saúde e de vigilância vão ser aceleradas, mas as escolhas políticas e de cidadania irão estar em questão nos próximos anos:
Mais poder aos governos ou aos cidadão?
Mais nacionalismos ou mais colaboração entre países?
Dilemas de Harari Coronavirus 1

Deixo aqui também extratos da entrevista a Yuval Harari da responsabilidade do jornalista Pedro Rios no jornal Público a 22/03/2020, igualmente obre a crise do Coronavírus, intitulada  “Parece não haver adultos na sala”

PR: O que o assusta neste momento:
YH: “Uma coisa que realmente me assusta é que, em nome do combate ao coronavírus, vários homens fortes abolirão todos os controlos e equilíbrios democráticos e estabelecerão a “coronaditadura”. Isto acaba de acontecer em Israel: Israel é agora uma coronaditadura”

PR: Qual a esperança?
YH: “.Os humanos são agora muito mais poderosos do que os vírus. Temos o conhecimento científico necessário para superar esta epidemia”.

PR: Uma epidemia ou pandemia é uma coisa terrível, mas pode mostrar-nos a nossa natureza humana?
YH: “A epidemia deve lembrar-nos de que todos nós partilhamos a mesma natureza humana e os mesmos interesses básicos… a fronteira realmente importante que precisamos de guardar é a fronteira entre o mundo humano e a esfera do vírus. Esta fronteira passa dentro do corpo de cada ser humano.”.

PR: A luta contra o Coronavírus é prejudicada pelas agendas nacionais?
YH: “Infelizmente, devido à falta de liderança, não estamos a tirar o máximo partido da nossa capacidade de cooperação. Nos últimos anos, políticos irresponsáveis têm deliberadamente minado a confiança na ciência e na cooperação internacional. Estamos agora a pagar o preço por isso”.

PR: Existe um perigo real de os políticos usarem esta crise para fechar fronteiras e aumentar a polarização e a xenofobia, uma tendência que já vinha de trás? Ou, pelo contrário, irá a pandemia fomentar os laços e a solidariedade entre os países?
YH: “Depende de nós. Espero sinceramente que a pandemia fomente a solidariedade, não só entre os países, mas também dentro dos países. Infelizmente, nos últimos anos, assistimos à ascensão de líderes populistas, como Donald Trump e Jair Bolsonaro, que incitam ao ódio não só contra os estrangeiros, mas até mesmo contra concidadãos. Estes líderes têm feito tudo ao seu alcance para dividir a sociedade em campos hostis, retratando a oposição não como rivais legítimos, mas sim como traidores perigosos. Desta forma, ganharam a lealdade de uma metade da sociedade, ao mesmo tempo que alienaram completamente a outra”.

Harari acaba a entrevista com a seguinte frase:
YH: “Uma população automotivada e bem informada é geralmente muito mais poderosa e eficaz do que uma população policiada e ignorante”.

Vejam o resto no jornal Público e guardem o jornal, pois vale a pena…

Adaptado por Luís Vidigal a partir do artigo do Yuval Harari no Financial Times de 20 de Março de 2020
e da entrevista no jornal Público de 22/03/2020

Este texto é da exclusiva responsabilidade dos seus autores e não compromete em nada a perspetiva da PASC – Casa da Cidadania ou os seus associados

Notícias da Internet Society durante a COVID-19

ISOC Noticias

Qual a saúde da Internet
durante a crise do Covid-19?

Dada a sua importância, a PASC-CC decidiu dar divulgação às notícias que estão a ser periodicamente dadas pela nossa associada ISOC-PT


Notícias do dia 29 de Abril

Resistência às aplicações de rastreamento de contactos

Resistência às aplicações de rastreamento de contactos: Em Singapura só 1 em cada 5 pessoas é que instalaram a aplicação de rastreamento de contactos – um número modesto que ilustra a resistência à instalação desse tipo de aplicações (Reuters). Entretanto, as autoridades francesas consideram que a política da Apple de impedir que o Bluetooth esteja sempre ligado em background – uma opção tomada para proteger a privacidade dos utilizadores – está a sabotar os esforços para se introduzir uma aplicação de rastreamento (Bloomberg).

Já contribuiu para a campanha SOS Digital do Capítulo Português da ISOCNo dia 25 de Abril a nossa campanha já tinha recolhido 3480€, mas ainda precisamos de bastante mais para oferecermos os 9 PCs às 3 casas de Abrigo de Jovens e Crianças em Risco. Não custa nada contribuir, qualquer valor, por pequeno que seja, é importante. Saiba tudo no site da campanha.

Resposta às suas dúvidas sobre a privacidade do rastreamento de contactos: Será que as aplicações com base no Bluetooth da Google e da Apple colocam a privacidade dos utilizadores em risco? Vários tecnólogos ajudam a responder às suas questões (WIRED).

20% dos emails com ataques de Phising usam o tema Covid-19: Um em cada 5 phishing emails bloqueados diariamente pela Google contém embustes sobre Covid-19, o que tornou o tema o tópico mais popular para ataques de todos os tempos, relata a BBC News.

Incrementar a criptografia: a aplicação popular de videoconferência Zoom, depois de ter sido criticada por possuir um nível de segurança pouco seguro que permitia aos utilizadores não convidados “bombardearem” conferências com conteúdos impróprios, irá melhorar o nível de criptografia numa próxima versão. A nova versão do Zoom tornará mais difícil o bombardeio do Zoom pelas reuniões, adicionando, como norma, senhas e salas de espera, que exigem senhas e um host para admitir um participante. o USA Today, informa que, para utilizadores educacionais, a partilha de ecrã será padronizada apenas para o host.

Cortes fatais: A  CNN.com informa que o jornalista e autor Puja Changoiwala diz que restrições e cortes de Internet podem ser fatais durante uma pandemia. Atualmente, existem restrições de Internet em vários países. “Através de blackout de informações, as restrições de Internet ameaçam a saúde pública, impedindo o acesso a informações precisas e oportunas sobre a pandemia global do Covid-19 e diretrizes de melhores práticas, como o confinamento, o distanciamento social e higiene das mãos para combater a pandemia”. Changoiwala escreve que “essas limitações também mitigam a capacidade das pessoas de avaliar o risco e se prepararem melhor”.

Notícias do dia 22 de Abril

A Pandemia Covid-19 está a tornar a vigilância digital banal?

A vigilância digital tornou-se banal? durante a atual pandemia de Covid-19 estamos a assistir a uma utilização maciça de mecanismos de vigilância digital dos cidadãos. Muitos especialistas em privacidade estão preocupados que essas medidas tenham vindo para ficar relata o Guardian. A publicação OneZero apresenta igualmente uma panorâmica de como estão a ser implementadas essas medidas de vigilância em cerca de 30 países.

SOS Digital, a campanha do ISOC Portugal para recolher fundos para oferecer portáteis às casas de Abrigo de Crianças e Jovens em Perigo já reuniu cerca de 3.000€, mas faltam-nos ainda mais 1.000€ para atingirmos os objetivos para abril de 2020. Se não o fez ainda, não se esqueça de contribuir.

A UNICEF junta a sua voz à defesa da privacidade das crianças durante a atual crise: a preocupação da UNICEF sobre a privacidade digital das crianças foi expressa recentemente no texto desta organização das Nações Unidas “COVID-19 and children’s digital privacy“ é o que nos relata a publicação TICtank que apresenta um conjunto de referências sobre a problemática da privacidade das crianças e da juventude durante a atual crise.

A Google e a Apple juntam-se para testar e rastrear: as duas empresas juntaram-se para desenvolverem tecnologias de rastreio dos contactos individuais para o Android e o iOS. Num artigo na MIT Technology Review discutem-se os obstáculos relacionados com privacidade e confiança que essas empresas têm de vencer para terem sucesso.

A sua password Zoom pode estar à venda: segundo uma reportagem das NBC News, várias centenas de milhar de contas Zoom têm os seus dados pessoais, incluindo a password e o email, à venda na DarkWeb.

Apelo ao Ministério da Educação para melhor suporte à comunidade escolar: Privacy|Lx apela ao Ministério da Educação para que introduza serviços de apoio ao ensino via a Internet baseados em software de código aberto como o Moodle e o serviço de teleconferência BigBlueButton, e oferece os seu apoio para um projeto nessa área.

O prejuízo da desigualdade: o The Guardian informa que a contínua desigualdade digital verificada nos EUA está a prejudicar as pessoas que não têm acesso à internet no que diz respeito ao acesso a compras online, acesso a conteúdos escolares e trabalho durante esta fase pandêmica devido ao coronavírus. O Broadband Now estima que 42 milhões de residentes nos EUA não têm acesso à Internet, e o M-Lab diz que a maioria dos residentes em 62% dos estados nos EUA não possui velocidades de banda larga adequadas.

Fake news: o Politico informa que o Facebook irá começar a notificar milhões de utilizadores que receberam notícias falsas sobre o coronavírus pela aplicação Facebook. O grupo Avaaz descobriu que apesar de organizações responsáveis já terem notificado o gigante da média social, sobre publicidades enganosas sobre o coronavírus publicadas no Facebook, mais de 40% de informações falsas já detetadas permaneceram na plataforma.

Metas ficam para trás: CNet relata que as Nações Unidas estabeleceram algumas metas para melhorar o acesso à Internet, mas parece que essas metas não serão atingidas. Com cerca de 46% da população mundial ainda sem acesso à Internet, parece que a ONU não cumprirá sua meta de 2020 que era alcançar “acesso universal” nos países menos desenvolvidos até o final deste ano. A Web Foundation diz que parece que a meta da ONU em dar acesso à banda larga a 75% da população global e 35% das pessoas até 2025 não será alcançada.

Notícias do dia 23 de Março

Segurança da informação com o teletrabalho

Se está a trabalhar em modo teletrabalho, tenha atenção à segurança da informação. Num momento em que a actividade de muitas empresas está totalmente dependente de funcionalidades de comunicação remota, mais do que nunca a segurança destas, e da sua informação crítica é fundamental, é a mensagem da Internet Society que publicou também um conjunto de conselhos a seguir.

Já leu as 20 páginas da política de privacidade do Zoom? A companhia zoom.com, uma das líderes de fornecimento de soluções de videoconferência e suporte à colaboração remota, está a ter um aumento de utilização explosivo. De que forma a companhia usa os dados que essa utilização lhe fornece? A publicação The Verge relata que a Access Now, uma Associação de defesa dos direitos digitais online, enviou à Zoom uma carta aberta para que esta publique um relatório de transparência sobre a sua política de tratamento dos dados dos seus utilizadores.

Afinal a Inteligência Artificial não é suficiente para lidar com a desinformação? Segundo a Fast Company a Google e o YouTube estão a privilegiar a edição humana de notícias, para selecionar a informação realmente importante e fidedigna sobre a atual crise, utilizando menos os famosos algoritmos de ranking que põem em evidência o que a multidão online está a citar.

Como está a Internet a resistir ao aumento da carga devido à crise Covid-19? Esta pergunta tem com certeza assaltado muitos de nós. A ZDnet publica um interessante artigo com referências para sites com dados sobre como a Internet continua a funcionar. Se já usou o SpeedTest, saiba os resultados sobre o comportamento do acesso à Internet em vários países do mundo, apresentados pela empresa que desenvolve e mantém este serviços, a Ookla. Também a CloudFlare, uma empresa de serviços de Cloud que absorve o primeiro impacto do tráfego de muitos sites populares que protege, apresenta dados sobre a situação, que a levam a concluir que a Internet está a resistir ao Covid-19.

Acesso à Internet gratuito? No momento em que a Internet representa às vezes o único meio de contacto com os outros, a Associação Inglesa Citizens Online propõe que o acesso gratuito à Internet no Reino Unido, para combater a exclusão daqueles que não têm acesso à Internet por falta de conhecimentos ou por falta de meios económicos, relata uma notícia da The Next Web. Este debate vem também na sequência do debate sobre se o acesso à Internet deve ou não ser considerado um direito fundamental.

Os gigantes tecnológicos dão as mãos para combater a desinformação sobre o Covid-19: como seria de esperar, o número de “fake news” sobre a situação atual é explosivo, por isso, segundo um artigo do The Verge, a Facebook, Google, LinkedIn, Microsoft, Reddit, Twitter e o YouTube, dizem que juntaram esforços para combater este fenómeno.


Notícias do dia 19 de Março

Shutdown devido ao Coronavírus leva à divisão digital

Sem Internet, sem escola: US News and World Report informa que o encerramento de escolas nos EUA em resposta à pandemia de coronavírus está a expor a contínua exclusão digital no país. A comissária Jessica Rosenworce disse recentemente a um comité do Senado que a Comissão Federal de Comunicações deve intervir para ajudar os estudantes pobres a terem acesso.

Teste à capacidade da Internet: O Slate informa que começam a surgir algumas preocupações acerca de milhões de pessoas potencialmente a trabalhar através de casa nas próximas semanas possam literalmente levar a um “shutdown da Internet”. VPNs corporativas, sites de compras online e serviços de vídeo gaming podem estar entre os serviços mais afetados pelo aumento de pessoas a trabalhar a partir de casa como forma de minimizar o distanciamento social.

Os hackers aproveitam-se da situação: Dark Reading informa que os cibercriminosos estão a distribuir um aplicativo com mapa de coronavírus que não fornece informações úteis às vítimas, mas pode roubar nomes de utilizadores, senhas de acesso, números de cartão de crédito e outras informações confidenciais. O malware também atua como um downloader, trazendo malware adicional para um sistema infectado. É comum ser vendido nos mercados de malware on-line na Rússia.

Insegurança da IoT: The Register informa que a segurança da Internet of Things (IoT) não parece estar a melhorar registando 98% do tráfego não criptografado. Um estudo recente da Palo Alto Networks também descobriu que 83% dos dispositivos de imagens médicas são executados em sistemas de operação não suportados, devido em grande parte ao fim do suporte ao Windows 7.

A Internet é resistente o suficiente para resistir ao coronavírus? Leia a nossa opinião.


Termo de responsabilidade:  os pontos de vista expressos neste post são da inteira responsabilidade dos autores originais em https://www.internetsociety.org/blog e podem ou não refletir as posições oficiais da Internet Society ou do seu Capítulo Português.

Estado de Emergência em Portugal

Estado de Emergencia Covid-19 2

Informação oficial sobre o Covid-19

DRE Covid-19Estamoson

De acordo com o texto do decreto presidencial de 18 de Março de 2020, fica parcialmente suspenso o exercício dos seguintes direitos:

  • Direito de deslocação e fixação em qualquer parte do território nacional
  • Propriedade e iniciativa económica privada
  • Direitos dos trabalhadores
  • Circulação internacional
  • Direito de reunião e de manifestação
  • Liberdade de culto, na sua dimensão colectiva
  • Direito de resistência

Decreto Presidencial nº 14-A de 18 de Março de 2020

Mensagem do Presidente da República do dia 18 de Março

Resolução da Assembleia da República nº 15-A-2020 de 18 de Março

Decreto N.º 2-A/2020 de 20 de Março Regulamenta a aplicação do estado de emergência decretado pelo Presidente da República

O Governo anunciou esta sexta-feira, dia 20 de Março, mais um conjunto de medidas que vão ser aplicadas em todo o país na sequência da declaração do estado de emergência, aprovadas pelo Decreto N.º 2-A/2020 de 20 de Março .

O Governo anunciou esta quinta-feira, dia 19 de Março, um conjunto de medidas que vão ser aplicadas em todo o país na sequência da declaração do estado de emergência.

As medidas anunciadas pelo Primeiro Ministro foram as seguintes:
  • Apenas quem está doente com Covid-19 ou sob vigilância ativa das autoridades de saúde está sujeito a isolamento obrigatório, seja num hospital ou na própria casa. Quem, de entre estas pessoas, não respeitar a ordem de isolamento obrigatório, incorre no crime de desobediência, sendo a violação da ordem reportada ao Ministério Público e a pessoa em questão conduzida ao local do isolamento de imediato pelas autoridades.
  • A generalidade da população não será abrangida por um recolhimento obrigatório. “As pessoas têm cumprido tão bem, seria até um desrespeito pelos portugueses impor um quadro sancionatório”, disse Costa. Porém, todos são aconselhados a ficar em casa o máximo de tempo possível e as autoridades vão “atuar pedagogicamente”, no sentido de que todos o façam.
  • As pessoas mais idosas não vão ter direito a um horário especial para atendimento nos supermercados e outros estabelecimentos que se mantenham abertos. “O que existe é um pedido muito especial a todos os que têm mais de 70 anos ou sofrem de qualquer morbilidade para limitarem as saídas do seu domicílio”, pediu António Costa.
  • Por regra, os estabelecimentos comerciais com atendimento ao público deverão encerrar. Há um conjunto de exceções que estarão detalhadas no decreto. “Padarias, mercearias, supermercados, bombas de gasolina, farmácias, quiosques, ou seja um conjunto de estabelecimentos, e não estou a enunciar todos eles, que desempenhando e vendendo bens aos serviços absolutamente essenciais ao dia-a-dia das pessoas, podem e devem manter-se abertos”, exemplificou Costa.
  • Os centros comerciais vão encerrar, com exceção das lojas no seu interior que sejam de “natureza essencial”.
  • As atividades económicas que não incluam atendimento ao público “devem manter a sua atividade normal”, podendo haver exceções em casos como as que já estão decretadas em Ovar, município onde foi declarado o estado de calamidade pública e que foi colocado em isolamento total.
  • Para já, o racionamento de bens não está nos planos do Governo. “Não há neste momento nenhum racionamento nas lojas nem se justifica que venha a haver”, disse Costa, acrescentando que o objetivo do Governo é “combater a doença sem criar novos problemas que só dificultarão”.
  • As Lojas do Cidadão vão encerrar, mas vão manter-se em funcionamento os postos de apoio ao cidadão localizados junto das autarquias locais.
  • Praticamente todos os serviços públicos vão passar ao regime de teletrabalho. Os serviços que incluem atendimento ao público vão, em grande medida, permanecer encerrados, sendo recomendado neste período “o recurso ao atendimento por via telefónica ou online”. Apenas será possível recorrer a serviços públicos presencialmente mediante marcação prévia.
  • teletrabalho passa a ser recomendado para todas as empresas, públicas e privadas, cuja atividade possa ser realizada deste modo — embora António Costa não tenha mencionado uma obrigatoriedade. “Esperemos que seja praticado. É uma boa forma de permitir as pessoas continuarem a sua atividade laboral”, disse o primeiro-ministro.
  • As empresas que tiverem de se manter em funcionamento com trabalho presencial, incluindo fábricas, ficam obrigadas a seguir as orientações da DGS relativas ao distanciamento social, à proteção individual dos trabalhadores e à higienização dos locais de trabalho. Esta proteção deve ser assegurada pelas empresas, nomeadamente através da aquisição de bens de proteção individual e de higienização. Estas recomendações aplicam-se a cantinas e refeitórios, que se vão manter em funcionamento.
  • Os bancos vão manter-se em funcionamento. “É a fase de serem os bancos a ajudar todos aqueles que são essenciais de serem ajudados de forma que os rendimentos possam ser assegurados e a atividade económica possa continuar”, disse Costa.
  • Irá haver “regras orientadoras” para a realização de funerais, destinadas a evitar concentrações de pessoas. As regras serão implementadas de forma a respeitar os “sentimentos culturais na sociedade portuguesa”.
  • O Governo criou um gabinete de crise para liderar a resposta à pandemia, do qual fazem parte os ministros de Estado (Finanças, Economia, Presidência e Negócios Estrangeiros), a ministra da Saúde, o ministro das Infraestruturas, o ministro da Administração Interna e o ministro da Defesa Nacional.

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Assembleia Geral da PASC-CC do dia 7 de Março de 2020

A 7/03/2020, pelas 15h05, no auditório da Associação dos Pupilos do Exército, R. Maj. Neutel de Abreu 20 S/L Esq., 1500-409 Lisboa, reuniu em Sessão Ordinária, a Assembleia Geral da PASC – Plataforma de Associações da Sociedade Civil – Casa da Cidadania, com a seguinte Ordem de Trabalhos:

  1. Aprovação da acta da última reunião da Assembleia Geral;
  2. Ratificação dos novos associados, na sequência das reuniões dos Conselho de Representantes;
  3. Relatórios de actividades e contas 2019 ;
  4. Plano de actividades e orçamento 2020;
  5. Código de conduta e boas práticas;
  6.  Tabela de quotizações ;
  7. Mudança de sede social.

Encontravam-se presentes os seguintes associados: Acréscimo; Confraria Marítima de Portugal-CMP-LNP; Associação de Reformados Pensionistas e Idosos-APRE!; Associação de Antigas Alunas do Instituto de Odivelas-AAAIO; Associação de Auditores de Cursos de Defesa Nacional-; Associação dos Antigos Alunos do Colégio Militar-AAACM; Associação dos Pupilos do Exército-APE; Equipa Móvel de Desenvolvimento Infantil e Intervenção Precoce-EMDIIP; Clube de Oficiais da Marinha Mercante-COMM; Movimento Internacional Lusófono.MIL; European Law Students Association- ELSA Portugal; Associação de Oficiais da Reserva Naval-AORN; Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação-APDSI;  Internet Society Capítulo Portugal-ISOC; ARPI Centro de Apoio a Vitimas de Tortura-CAVITOP; Associação para a Revitalização do País Interior ; Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente-GEOTA.

A Acta da Assembleia Geral de 23 de Março de 2019 foi aprovada por unanimidade, com os aditamentos introduzidos nesta reunião.

No ponto 2, foi ratificada a adesão das seguintes associações pela unanimidade dos presentes: ABRIL Associação Regional Para a Democracia e o Desenvolvimento, APAV-Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, ARPI-Associação para a Revitalização do País Interior, Equipa Móvel de Desenvolvimento Infantil e Intervenção Precoce-EMDIIP, Internet Society ISOC Capítulo Português, Ordem dos Cidadão, Vizinhos em Lisboa, European Law Students Association ELSA Portugal..

No ponto 3, o relatório de atividades e de contas de 2019 foi apresentado pelo Presidente da Direção da PASC, com as correções que devem ser feitas da análise dos documentos a partir do Parecer do Conselho Fiscal e dos representantes dos associados presentes. Os Relatórios de Atividades e Contas de 2019 Foram aprovados pela maioria dos presentes. Foi aprovado por unanimidade um voto de louvor à Direção proposto no Parecer do Conselho Fiscal pelo trabalho desenvolvido num contexto interno e externo adverso. –

No ponto 4, foram apresentados pelo Presidente da Direção o Plano de Atividades e o Orçamento previsional para 2020, convidando as associações PASC a contribuir para as atividades da organização. O Plano e Orçamento foram aprovados por unanimidade. –

No ponto 5, foi apresentada à votação o Código de Conduta e Boas Práticas, para aprovação pela Assembleia, diploma que foi aprovado por unanimidade dos presentes.

No ponto 6 foi apresentada a proposta da nova Tabela de Quotizações para as associadas da PASC aprovada por maioria..

No ponto 7 foi discutida a necessidade de mudança de sede da PASC, pelo Presidente da Direção, no sentido de uma autorização para a Direção alterar a sede para um local mais conveniente. O representante da ELSA informou que é indispensável a realização de uma Assembleia Geral extraordinária com o ponto de mudança da sede especificado. Após prolongado debate o Presidente da Direção informou que será desencadeado o processo para o agendamento de uma Assembleia Geral Extraordinária com a possível brevidade visando a alteração do endereço da sede e consequentemente do ponto 1 dos Estatutos.

Foi introduzido um ponto de Assuntos Diversos pelo Presidente da Mesa. O Presidente da Direção destacou o papel que os membros da direção e de outros órgãos têm tido no desenvolvimento da atividade da PASC, substituindo o trabalho que antes era assegurado por um secretariado pago. O Presidente do Conselho Fiscal lembrou que é muito importante que a PASC trabalhe para atrair organizações representativas na sociedade e com maior peso económico.

Documentos aprovados

 

Vamos fazer Ciber-Tertúlias e Ciber-Festas durante a quarentena

Videoconferencia

Durante este período de recolhimento em casa e de teletrabalho, pode-se fazer uma videoconferência, entre duas ou várias dezenas de pessoas em simultâneo.

Qualquer pessoa pode criar a sua própria videoconferência, criar um link na internet e convidar amigos para se juntarem à reunião ou à festa e desta forma evitar a solidão.

Estão-se a adiar muitos eventos por causa da pandemia da Covid-19, mas seria altura de avançar com novos modelos de organização de conferências, workshops, tertúlias-debate, etc.

Durante este fim de semana já se assistiu através da Internet a missas e outros cultos de várias confissões religiosas.

Qualquer pessoa, se assim o entender e tiver o mínimo de competências, poderá abrir uma sessão em streaming no Youtube, no Facebook, ou noutra plataforma, para partilhar a vossa videoconferência com o mundo, como se tratasse de um vasto auditório com um ou vários oradores neste grande palco virtual.

Existem ferramentas gratuitas, em open source e compatíveis WebRTC, ou seja, permitem a comunicação em tempo real, como o Jitsi https://jitsi.org/ ou outras ferramentas mais profissionais cujas versões gratuitas poderão ir até 4 utilizadores, como é o caso do Skype https://www.skype.com/pt/, do Zoom https://www.zoom.us/ ou do Whereby https://whereby.com/, já sem falar em topos de gama profissionais como o Webex da Cisco https://www.webex.com/.

Portugal tem uma excelente rede de comunicação de dados para suportar estes novos ambientes de partilha, mas falta-nos ainda alguma vontade e literacia para mudar.

Acredito que depois desta crise mundial de saúde pública, nada vai ficar como dantes e iremos assistir a profundas alterações nos ambientes de trabalho, no ensino e aprendizagem, nas atividades cívicas, no lazer, etc.

Se não quiserem estar sozinhos e deprimidos em claustrofobia, continuem recolhidos em casa e promovam as vossas ciber-festas, as vossas ciber-tertúlias, etc. Mãos à obra e toca a bombar!…

Aqui fica um exemplo:

No dia 12 deste mês, a Sociedade Portuguesa de Pneumologia realizou um Webinar sobre COVID-19, que continua disponível online

Saudações associativas

Ciber-beijinhos e ciber-abraços Covid-19 Free

Luís Vidigal

Este texto é da exclusiva responsabilidade do seu autor e não compromete em nada a perspetiva da PASC – Casa da Cidadania ou os seus associados

 

Uma guerra de cidadania para salvar vidas

Informação oficial sobre o Covid-19

DRE Covid-19

Estamoson

Estado de Calamidade

a partir de 4 de Maio

Plano de desconfinamento – Quadro sítese pdf

Plano de desconfinamento – Apresentação pdf

Covid 19 Plano Calamidade


Estado de Emergência 

De acordo com o texto do decreto presidencial de 18 de Março de 2020, fica parcialmente suspenso o exercício dos seguintes direitos:

  • Direito de deslocação e fixação em qualquer parte do território nacional
  • Propriedade e iniciativa económica privada
  • Direitos dos trabalhadores
  • Circulação internacional
  • Direito de reunião e de manifestação
  • Liberdade de culto, na sua dimensão colectiva
  • Direito de resistência

 

Decreto Presidencial nº 14-A de 18 de Março de 2020

Mensagem do Presidente da República do dia 18 de Março

Resolução da Assembleia da República nº 15-A-2020 de 18 de Março

Decreto N.º 2-A/2020 de 20 de Março Regulamenta a aplicação do estado de emergência decretado pelo Presidente da República

Manual de Prevenção e Controle da Covid-19

segundo o Doutor Wenhong Zhangforam em Português (BR)
Trata-se do diretor do centro de doenças infecciosas do Hospital Huashan da Universidade de Fudan em Xangai, que é um dos mais afamados infectologistas chineses.

Manual de Prevenção e Controle da Covid-19 segundo o Doutor Wenhong Zhangforam

Calculadora de Epidemias

Calculadora de Epidemias

Vídeos relevantes

Notícias permanentes sobre a COVID-19 no Mundo num canal do Youtube

Acompanhe aqui em tempo real
a evolução da pandemia em Portugal

Covid em Portugal

Acompanhe aqui em tempo real
a evolução da Pandemia em todo o mundo
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Porque é que se tem de atuar já

Combata a desinformação sobre o Covid-19
através do  Polígrafo em parceria com a DGS

Poligrafo

Notícias periódicas da nossa associada ISOC-PT sobre a situação da Internet durante a COVID-19

Comunicado do Centro Nacional de Cibersegurança sobre o COVID-19

Recomendações do Governo a 12 de Março de 2020

Para “garantir o estado de prontidão do Serviço Nacional de Saúde” numa altura em que foi decretado o “estado de alerta” em todo o país, o Conselho de Ministros de 12 de Março de 2020 tomou um conjunto de medidas.

Veja aqui as 30 medidas na íntegra, que nos apelam a todos:

  1. Regime excecional em matéria de recursos humanos, que contempla:
    (i) suspensão de limites de trabalho extraordinário;
    (ii) simplificação da contratação de trabalhadores (para a linha de apoio ao médico, psicólogos, farmacêuticos, técnicos de diagnóstico…);
    (iii) mobilidade de trabalhadores;
    (iv) contratação de médicos aposentados sem sujeição aos limites de idade.
  2. Regime de prevenção para profissionais do setor da saúde diretamente envolvidos no diagnóstico e resposta laboratorial especializada.
  3. Regime excecional para aquisição de serviços por parte de órgãos, organismos, serviços e entidades do Ministério da Saúde.
  4. Regime excecional de composição das juntas médicas de avaliação das incapacidades das pessoas com deficiência. O Conselho de Ministros aprovou ainda medidas de apoio à proteção social dos trabalhadores e das suas famílias:
  5. A atribuição de faltas justificadas para os trabalhadores por conta de outrem e trabalhadores independentes que tenham de ficar em casa a acompanhar os filhos até 12 anos;
  6. O apoio financeiro excecional aos trabalhadores por conta de outrem que tenham de ficar em casa a acompanhar os filhos até 12 anos, no valor de 66% da remuneração base (33% a cargo do empregador, 33% a cargo da Segurança Social) – só aplicável a um dos pais, mas podem alternar;
  7. O apoio financeiro excecional aos trabalhadores independentes que tenham de ficar em casa a acompanhar os filhos até 12 anos, no valor de 1/3 da remuneração média;
  8. O apoio extraordinário à redução da atividade económica de trabalhador independente e diferimento do pagamento de contribuições;
  9. A criação de um apoio extraordinário de formação profissional, no valor de 50% da remuneração do trabalhador até ao limite do Salário Mínimo Nacional, acrescida do custo da formação, para as situações dos trabalhadores sem ocupação em atividades produtivas por períodos consideráveis;
  10. A garantia de proteção social dos formandos e formadores no decurso das ações de formação, bem como dos beneficiários ocupados em políticas ativas de emprego que se encontrem impedidos de frequentar ações de formação;
  11. A equiparação a doença da situação de isolamento profilático durante 14 dias dos trabalhadores por conta de outrem e dos trabalhadores independentes do regime geral de segurança social, motivado por situações de grave risco para a saúde pública decretado pelas entidades que exercem o poder de autoridade de saúde. Com esta alteração, os trabalhadores a quem seja decretada, pela autoridade de saúde, a necessidade de isolamento profilático terão assegurado o pagamento de 100% da remuneração de referência durante o respetivo período;
  12. A atribuição de subsídio de doença não está sujeita a período de espera;
  13. A atribuição de subsídios de assistência a filho e a neto em caso de isolamento profilático sem dependência de prazo de garantia. O Conselho de Ministros aprovou ainda um conjunto de medidas destinadas a assegurar a mitigação dos impactos económicos, quer do lado do apoio à tesouraria das empresas quer da proteção dos postos de trabalho, nomeadamente através da criação de:
  14. linha de crédito de apoio à tesouraria das empresas de 200 milhões €;
  15. linha de crédito para microempresas do setor turístico no valor de 60 milhões €;
  16. lay off simplificado: Apoio extraordinário à manutenção dos contratos de trabalho em empresa em situação de crise empresarial, no valor de 2/3 da remuneração, assegurando a Segurança Social o pagamento de 70% desse valor, sendo o remanescente suportado pela entidade empregadora;
  17. Bolsa de formação do IEFP;
  18. promoção, no âmbito contributivo, de um regime excecional e temporário de isenção do pagamento de contribuições à Segurança Social durante o período de lay off por parte de entidades empregadoras;
  19. medidas de aceleração de pagamentos às empresas pela Administração Pública e atraso no pagamento de impostos, nomeadamente do primeiro pagamento especial por conta para 30 de junho, do modelo 32 de IRC para 31 de julho e o pagamento especial por conta do IRC para 31 de agosto.
  20. PT 2020:
    i) Pagamento de incentivos no prazo de 30 dias
    ii) Prorrogação do prazo de reembolso de créditos concedidos no âmbito do QREN ou do PT 2020.
    iii) Elegibilidade de despesas suportadas com eventos internacionais anulados.
    incentivo financeiro extraordinário para assegurar a fase de normalização da atividade (até um Salário Mínimo por trabalhador).
  21. reforço da capacidade de resposta do IAPMEI e do Turismo de Portugal na assistência ao impacto causado pelo COVID-19.
  22. prorrogação de prazos de pagamentos de impostos e outras obrigações declarativas. O CM decidiu ainda tomar diversas medidas de organização e funcionamento dos serviços públicos e outro tipo de estabelecimentos:
  23. a suspensão de todas as atividades letivas e não letivas presenciais nas escolas de todos os níveis de ensino a partir da próxima segunda-feira dia 12 de março;
  24. a organização dos serviços públicos, nomeadamente o reforço dos serviços digitais, o estabelecimento de limitações de frequência para assegurar possibilidade de manter distância de segurança e a centralização de informação ao cidadão sobre funcionamento presencial de serviços;
  25. a aceitação, por parte das autoridades públicas, e para todos os efeitos legais, da exibição de documentos cujo prazo de validade expire durante o período de vigência da presente legislação ou nos 15 dias imediatamente anteriores ou posteriores;
  26. a restrição de funcionamento de discotecas e similares;
  27. a proibição do desembarque de passageiros de navios de cruzeiro, exceto dos residentes em Portugal;
  28. a suspensão de visitas a lares em todo o território nacional;
  29. os centros comerciais e supermercados vão estabelecer limitações de frequência para assegurar possibilidade de manter distância de segurança.
  30. Finalmente, o MAI e MS vão declarar hoje o estado de alerta em todo o País, colocando os meios de proteção civil e as forças e serviços de segurança em prontidão, o que implica também a dispensa dos bombeiros voluntários dos seus empregos.

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Entretanto faça as suas ciber-tertúlias, ciber-festas, etc. Veja aqui como

 

1º Encontro de Economia do Mar – “Por Rumos a Navegar”

A PASC-CC, Plataforma de Associações da Sociedade Civil – CASA DA CIDADANIA, no âmbito do seu apoio ao Grupo de Trabalho “EcoMar XXI”, tem o prazer de divulgar o 1º Encontro de “Economia do Mar – Por Rumos a Navegar” que se realiza no dia 20 de Fevereiro na Ericeira, com o seguinte programa.

Participação gratuita mas inscrição obrigatória

formulário de inscrição.

Ecomar 2020 Programa

A AAAIO foi galardoada com a Ordem Honorifica do Mérito

Às 18 horas do dia 2 de Janeiro de 2020 o Presidente da República Marcelo Rebelo e Sousa condecorou, em cerimónia no Palácio de Belém, a Associação das Antigas Alunas do Instituto de Odivelas (AAAIO)  como Membro Honorário da Ordem do Mérito.

Receberam as insígnias, das mãos do Presidente da República, a Presidente da Direção da AAAIO, Joaquina Cadete Phillimore.

A Ordem Honorifica do Mérito destina-se a galardoar actos ou serviços meritórios praticados no exercício de quaisquer funções, públicas ou privadas, que revelem abnegação em favor da colectividade.

A PASC-CC dá os parabéns à sua associada AAAIO pelo reconhecimento atribuído pelo Senhor Presidente da República Portuguesa.

Fotos do site da Presidência da República de Portugal

Discurso de Miguel Duarte na entrega do prémio Ângelo d’Almeida Ribeiro

Miguel-Duarte

O Conselho Geral da Ordem dos Advogados deliberou, sob proposta da Comissão dos Direitos Humanos, Questões Sociais e do Ambiente, atribuir o “Prémio Angelo d’Almeida Ribeiro” 2019, ao activista pela defesa dos direitos dos refugiados, Miguel Castilho Soares Duarte. Pelo interesse do seu conteúdo, aqui fica o discurso de posse do premiado:

“Agradeço à Ordem dos Advogados esta distinção que me dirigiram e agradeço sobretudo o valor que dão à causa a que me dedico. Devo confessar no entanto que não considero que eu mesmo, individualmente, mereça qualquer prémio.

Tudo aquilo que fiz pelos direitos das pessoas que atravessam fronteiras à procura de uma vida melhor foi invariavelmente um esforço colectivo de centenas, senão milhares de pessoas que viram nos direitos dos outros, os seus próprios, no sofrimento dos outros, o seu próprio e nas famílias dos outros, as suas. Quanto ao acto muito concreto de impedir que uma pessoa se afogue, não acredito que haja uma única pessoa nesta sala que não tivesse feito o mesmo.

Quis apenas o acaso que eu, juntamente com 9 companheiros, nos víssemos alvo de uma investigação criminal por parte das autoridades italianas. Sendo essa mesma investigação, uma evidente instrumentalização dos meios judiciais para levar a cabo um objectivo político, coube-nos apenas aquilo que cabe a alguém que viu suceder algo horrível, ultrajante e descabido. Coube-nos contar a história. E foi isso que fiz, com os meus companheiros do colectivo Humans Before Borders. Por esta razão quero mudar o foco para quem realmente o merece.

O ano de 2019 ainda não acabou e já perderam a vida 1235 pessoas no mar Mediterrâneo desde Janeiro. No ano passado mais de 2000, no ano anterior mais de 3000 e em 2016 mais de 5000.

Perante um tragédia com estas proporções, os estados europeus decidiram não só encolher os ombros e virar a cara para o outro lado, mas também criminalizar as poucas organizações da sociedade civil que tentaram dar uma resposta, ainda que insuficiente, a esta catástrofe. Assim, os estados europeus violam leis internacionais, senso comum, e os princípios morais mais básicos.

Enquanto debatemos estas questões há jovens a apodrecer em prisões gregas e italianas porque, como vinham ao leme, foram identificados pela polícia como traficantes. São estes os verdadeiros heróis. Atravessaram um deserto, foram torturados numa prisão Líbia, deram tudo o que tinham por um lugar num barco mal construído e, uma vez chegados ao outro lado, foram recebidos com penas de prisão.

Vi com os meus próprios olhos um homem nigeriano atirar-se às águas revoltas do mar nocturno em busca de coletes salva-vidas que pudesse distribuir a quem já estava dentro de água sem saber nadar. A este homem, a este herói cujo nome nunca descobri, terá sido atribuído o prémio de meses a fio num centro de detenção, seguidos muito provavelmente pela condenação a uma vida de clandestinidade.

A crise não acabou. As pessoas não pararam de morrer. Limitaram-se a fazê-lo para lá das nossas fronteiras, em autênticos campos de concentração financiados pela União Europeia onde são torturadas, violadas, vendidas como escravas e obrigadas a servir de carne para canhão numa guerra civil despoletada pela NATO. Enquanto não houver canais legais de migração, continuará a haver tráfico humano, enquanto não se puder pedir asilo sem pisar solo europeu, as pessoas continuarão a arriscar a travessia.

Esta, juntamente com as alterações climáticas, será a grande crise da nossa geração. Cabe a cada um de nós decidir que história queremos contar aos nossos netos quando nos perguntarem porque deixámos morrer 18 000 pessoas em 6 anos: que não lutámos porque não era problema nosso, ou que fizemos o melhor que sabíamos por uma sociedade justa, igualitária e solidária”.

Obrigado

Miguel Duarte

Lisboa, 9 de Dezembro de 2019

Debate com os Partidos Políticos sobre Ordenamento do Território na perspetiva da Cidadania

PASC Cartaz Debate Legislativas 2019

Debate de Beja – 9 de Setembro de 2019

Estiveram 75 pessoas com 11 partidos representados.

Boas intervenções dos partidos e um debate muito rico.
Algumas fotos do Debate

 

Debate da Guarda – 11 de Setembro de 2019

Estiveram representados o PSD, o PS, o BE, a CDU,.o PDR e o Aliança

Boas intervenções dos partidos e um debate muito rico.
Algumas fotos do Debate

Inauguração da nova Sede da Associação de Auditores de Defesa Nacional

Fotografias da inauguração no dia 24 de Junho de 2019, da nova sede da Associação de Auditores de Defesa Nacional, que é associada fundadora da PASC.

A sessão foi presidida pelo Senhor Ministro da Defesa e estiveram presentes quatro membros da Direção da PASC:

  • Joaquim Rocha Afonso
  • Carlos Seixas da Fonseca
  • Jorge Robalo
  • Luís Vidigal

Conversando com Victor Ângelo sobre a Europa e não só

Victor Angelo

Quem é Victor Ângelo?

Esteve 32 anos ao serviço da Organização das Nações Unidas, onde foi Representante Especial do Secretário-Geral da ONU para Operações de Paz,. É atualmente Conselheiro Internacional Sénior do Geneva Centre for Security Policy (GCSP). É Membro do Conselho de Administração da Fundação PeaceNexus (Suíça) e assessor internacional de Governance, gestão de crises e segurança.

Que visão tem sobre as últimas eleições europeias e o elevado número de abstenções?

De um modo geral, a percentagem de votantes nas eleições europeias aumentou. Esse dado e os resultados globais mostram que os cidadãos perceberam melhor o que estava em jogo e acharam que deviam participar. O apoio ao projeto comum saiu vencedor destas eleições, embora com matizes diversas, o que dá azo a um Parlamento Europeu com uma composição política equilibrada de uma outra forma. Mas, no conjunto, estamos perante uma eleição que reforça a Europa.

Em Portugal, os cabeças de lista, com exceção da candidata do Bloco de Esquerda, tinham tanto carisma como uns troncos de árvores secas. Assim se justifica uma parte importante da abstenção. E também o sucesso relativo do Bloco.

Na política de hoje, feita nas televisões, nos jornais, nas redes sociais, a imagem que o candidato projeta é um factor de decisão fundamental. Uma imagem monótona, sem entusiasmo, sem garra, sem elegância e humanismo, tipo cassete monocórdica, passa mal. Transmite falta de nível, alguém que não está à altura do desafio. E os eleitores não se vão incomodar para ir votar num sorumbático ou num mono.

É preciso compreender as razões que estão por detrás de uma taxa de abstenção eleitoral tão elevada em Portugal como foi a deste domingo. A abstenção é, em grande medida, um acto político. Mesmo quando se trata de indiferença. Por isso, é fundamental olhar para essa questão com seriedade e objectividade. Uma referência ligeira, sem profundidade, apenas crítica, não nos leva muito longe. Não contribui para dar resposta ao problema. E o comentário jocoso é pura parvoíce.

Existem várias pistas que devem ser exploradas. A falta de credibilidade dos dirigentes políticos. A qualidade dos cabeças de lista e dos candidatos em geral. O nível dos debates e a escolha de temas que estão longe das preocupações das pessoas. O sentimento que muitos têm que a sua voz não conta, que os políticos não lhes prestam atenção. A falta de clareza sobre o que significa, para cada um de nós, a União Europeia. Também haverá que ver se as listas eleitorais estão atualizadas.

A democracia constrói-se com todos. A participação é essencial. Quando falha, há que entender os motivos.

Como vê a situação atual e a evolução da União Europeia?

A União Europeia é acima de tudo um projeto político. Muito complexo, na medida em que engloba vários Estados, que têm particularidades próprias, diferentes identidades culturais e um sentimento nacionalista com profundas raízes históricas. Têm, igualmente, níveis de desenvolvimento económico distintos. Mas o projeto político existe e deverá continuar vivo, com o apoio de uma grande parte das populações europeias.

O objectivo fundamental é o de consolidar um espaço comum de segurança, direitos e prosperidade. É nessas três áreas que cabem muitas das iniciativas que têm sido levadas a cabo, ao longo dos tempos. Será, ainda, sobre essas áreas que se tem que dar exemplos do que já foi conseguido e do que se procura fazer no futuro.

Perante a complexidade e ambição do que se pretende construir em conjunto, seria um erro reduzir o discurso político sobre a União Europeia a uma dimensão só. Continua-se, no entanto, a assistir a esse tipo de reduções, que limitam o projeto à Europa Social, ou à Europa do Capital, ou à transferência de poderes das capitais nacionais para as instituições europeias.

Esses discursos só podem ter como explicação uma de duas coisas: ou se trata de uma simplificação ingénua do que é a UE ou estamos perante uma perspectiva de combate ideológico, um ataque que na realidade se destina a minar a prossecução do plano que nos une e faz mais fortes.

Será que a democracia está em risco na Europa?

Nesta altura uma das perguntas que aparece em cima de algumas mesas tem que ver com o significado da democracia. Que queremos dizer, quando se fala na democracia que se pratica nos países europeus?

Para mim, democracia é a procura de inclusão, de consensos entre diferentes correntes de opinião, bem como um processo de construção de equilíbrios entre os interesses de várias camadas sociais. É, ao nível do quotidiano, um exercício permanente de comunicação clara e construtiva.

A democracia deve ser praticada pela positiva. Não se trata de tentar excluir os outros. Não é uma espécie de guerra civil. Não pode ser um concurso de propostas demagógicas. Nem uma campanha de insultos. Quem pratica a política pela negativa tem nos seus genes o embrião comum dos ditadores. E há muitos, em potência, por aí.

Quer-nos dar a sua opinião sobre o Brexit e a recente demissão de Theresa May?

A pressão vinda dos Brexiteiros mais duros, dentro do seu partido, acabou por derrubar a Primeira Ministra. Foram muito ajudados pelos jornais conservadores, que fizeram uma campanha diária contra May.

No fundo, foi uma vitória da ala mais nacionalista, mais idealista e irrealista da classe política conservadora, que pensa que poderá restaurar a Grã-Bretanha do tempo da Rainha Victoria. Uma ilusão irracional que é muito difícil de combater com argumentos racionais, como a Primeira Ministra tentou fazer.

Boris Johnson será provavelmente o próximo líder do governo de Sua Majestade. Boris tem muitas facetas de alienado e pouca profundidade na compreensão dos problemas. É um confuso mental. A sua capacidade de mentir e exagerar é legendária. Mas fala bem, escreve à antiga mas de uma maneira que atrai algum público, é o menino querido da imprensa da direita tradicional. O principal trunfo que tem é ainda mais forte. Muitos membros do partido conservador pensam que Boris é o único líder que conseguirá derrotar Jeremy Corbyn, o dirigente trabalhista, em caso de eleições gerais. Boris irá cultivar essa crença e, por isso, deverá ser eleito chefe do partido. E, consequentemente, tornar-se o sucessor de Theresa May.

Vai também repetir, alto e bom som, que é o único capaz de fazer frente aos dirigentes europeus. Isso dar-lhe-á votos igualmente. Mesmo que se diga e repita que não há nada a que fazer frente, pois as negociações de saída estão terminadas.

Deve ficar claro que a escolha de quem manda na política britânica cabe aos cidadãos do Reino Unido. A Europa sentar-se-á à mesa com quem vier a ser escolhido. Não haja, todavia, ilusões. O lado britânico pode fazer o barulho que entender, mas isso não fará esquecer aos europeus que a saída da União tem regras e que os interesses da UE são a primeira preocupação de quem tem a responsabilidade de conduzir os destinos do projeto comum. Nós tratamos de nós, Boris ou qualquer outro que venha, que trate dos seus, se puder.

Antecipando desde já a Tertúlia da PASC e da APDSI que se vai realizar no próximo dia 11 de Julho em Lisboa sobre “A Nova Geopolítica na Era da Inteligência Artificial”, pode-nos dar uma impressão sumária sobre as relações entre os EUA e a China?

O que está a acontecer entre os Estados Unidos e a China marca um ponto de viragem no sistema das relações internacionais. É o início de uma outra época histórica.

Muitas lições estão a ser tiradas deste conflito. O impacto far-se-á sentir em vários domínios, não apenas no comercial ou bolsista. O paradigma estratégico está a mudar profundamente. Do lado chinês, as decisões americanas não serão esquecidas, mesmo se mais tarde houver um entendimento bilateral na área do comércio. Do lado americano, cabe aos cidadãos e ao Congresso decidir como responder às decisões tomadas pelo Presidente.

Espero que do lado europeu também se reflita sobre o que tudo isto significa e se tenha em conta o princípio que hoje o fogo está na casa do vizinho, mas amanhã poderá chegar à nossa.

A Ordem da Informação e os Direitos dos Humanos

Matos Pereira José Matos Pereira

1 – No começo da nacionalidade, a ordem da informação era inteiramente controlada pela Igreja. A título de exemplo, a informação oral era difundida no púlpito e controlada no confessionário, desvios de opinião e heresias eram perseguidos, o ensino e a universidade eram monopólio da Igreja, a língua culta era o latim, a cópia e conservação da informação escrita, em manuscritos, era feita nos conventos, e a classe que dispunha da informação era o clero.

2 – No tempo de D. Dinis, a língua portuguesa substituiu o latim e passou a ser usada nos documentos oficiais, D. Fernando e D. João I já tinham arquivos reais próprios na Torre do Tombo e chanceleres laicos, como Álvaro Pais e João da Regras e D. João III, ao conseguir do Papa a criação da Inquisição, colocou-a sob controlo real, nomeando o seu irmão, Cardeal D. Henrique, legado do Papa, Inquisidor Geral, depois regente e Rei. Os inquisidores tinham “bula para ler escritos ímpios” e fixar o Index dos livros proibidos.

3 – Filipe I nomeou Vice-Rei e Inquisidor Geral o Cardeal Arquiduque Alberto e, depois da Restauração, o controlo da ordem da informação através da inquisição foi sempre dominada pelo poder real. No tempo do Marquês de Pombal, o inquisidor Geral era um Cardeal irmão do Rei e a ordem da informação era controlada pelo poder real absoluto.

4 – O Iluminismo trouxe alguma liberdade de informação para as Academias, aliviando a rigidez dos controlos religiosos e dos poderes reais absolutos que já se interessavam bastante por tecnologias de interesses militar e marítimo e a Revolução Francesa trouxe novos paradigmas para a ordem da informação, que vigorou nos séculos XIX e XX, formulada, na época napoleónica, pelo reformador da Universidade Humboldt de Berlim.

5 – Segundo Willelm von Humboldt, a Ciência não podia ser objeto de qualquer censura por poderes políticos ou religiosos, a informação científica era pertença comum da humanidade, devia poder ser refutada e comprovada por experiências de terceiros, enquanto a Tecnologia, que era a aplicação prática das descobertas científicas ou de invenções a novos produtos e serviços, devia ser objeto de propriedade privada, protegida nacional e internacionalmente pelos estados, através de patentes, fator importante para a inovação e para o progresso económico.

6 – As criações intelectuais do domínio literário, científico e artístico, em que, em vez da informação objetiva, predominavam interpretações subjetivas de autores, a poesia, o romance, a tragédia, a comédia, a música, a ópera, a simulação, a emoção, a opinião e as ideias, deviam ter regulamentação diferente. Com um largo consenso europeu, desenvolveram-se convenções e leis nacionais de proteção de direitos de autor para recompensar a sua criação, mas a sua liberdade de expressão e de circulação eram controladas por normas jurídicas, morais, de decência e outras, com censura, ou sem censura, pelos poderes liberais ou autocráticos.

6- Paralelamente ao sistema de Convenções Internacionais a que obedece o nosso Código de Direitos de Autor e Conexos, garantindo direitos morais e materiais ou pecuniários até 70 anos após a morte do autor, ou do criador de direitos conexos, data em que passam ao domínio público, o Copyright, ou direito de cópia, é o modelo de outros países como os EUA, que regula o direito de cópia detido pelo produtor ou detentor de todos os direitos.

7- Após o advento da internet, foi criado um sistema alternativo de Creative Commons, em que o autor abdica, em geral, de direitos materiais de reprodução, mas exige que a citação respeite a fonte e a integridade do conteúdo.

8- As diversas tecnologias que deram origem a modelos de educação em massa, de organização, a lugares de reunião, ou de espetáculo, museus, imprensa, imagens, telégrafo, telefone, rádio, televisão, redes públicas e privadas de comunicações eram controladas diretamente ou indiretamente pelos estados, até à liberalização e ultrapassagem de todas elas pela internet e seus derivados.

9- Deve ser lançado um debate e ouvir opiniões sobre o impacte sobre os direitos dos humanos, expressos na Declaração Universal dos Direitos Humanos, documento fundamental da ONU, de 1948, que comemora 70 anos, e sobre a questão de saber se já estamos numa nova Ordem da Informação, ou se ainda estamos no prolongamento da Ordem da Informação que vigorou nos séculos XIX e XX, formulada na época napoleónica pelo reformador da Universidade Humboldt de Berlim.

10- Há sinais recentes de uma grande aceleração nas mudanças de paradigma. Uma delas é a discussão no Parlamento Europeu do projeto de regulamentação de direitos de autor e da potencial atribuição, no ex-Artº 13, atual 17º, às plataformas e redes sociais mais ricas e poderosas, de poderes/deveres de censurar conteúdos em potencial violação de direitos de autor,

11- Outra, é a incorporação no Código da Propriedade Industrial da proteção ao segredo comercial, sem limite de prazo e com processo administrativo e judicial secreto, e não sujeito a registo prévio que, até agora, garantia apenas patentes, por 10 anos, modelos, marcas, denominações e outros direitos sujeitos a registo,

12- Outra, é o facto de os dados pessoais serem regulados pelo Regulamento Geral da Proteção de Dados europeu com aplicação potencial universal a todos os que tenham qualquer ligação ao espaço europeu, mas a aplicação e execução da proteção depender de leis e órgãos nacionais, enquanto, na prática, depende de relações contratuais entre os utilizadores e as empresas que, pela superioridade tecnológica, dispõem dos big data de dados pessoais dos grandes ficheiros estatais, das atividades económicas, dos múltiplos sensores e máquinas e pela entrega voluntária dos seus titulares.

13- Outra, é o facto de a ordem da informação ser regulada hoje, mais por autorregulação de empresas que se propõem “organizar e disponibilizar a informação mundial” ou “pôr em contacto todas as pessoas do mundo”, quer por normas técnicas , quer por algoritmos próprios, sujeitos a segredo comercial, quer por códigos de conduta e regras de ética empresarial, sustentabilidade, privacidade próprias e alteráveis livremente, do que por leis estatais e supra estatais.

14- O domínio das tecnologias da informação ultrapassou o domínio do território, que era o sinal de soberania e de aplicabilidade do direito estatal. Pode-se dizer que só a Google, a Microsoft, o Facebook, a Cisco, a Amazon, a Apple e outras detentoras de redes e plataformas têm tecnologia e modelos de exploração da informação mundial e, além disso, “têm bula para ler os escritos ímpios”, como se dizia até as igrejas perderem o monopólio do que podemos ler.

15- A Internet of Things, a Inteligência Artificial, a Machine learning, a Computação Quantica, a Cloud Computing, a robótica, a nanotecnologia, as redes 5G, sensores e detetores de todos os tipos, Near field, Big Data, realidade virtual e aumentada, blockchain, etc., etc., alteram todos os paradigmas anteriores. A título de exemplo, a blockchain trata a informação pessoal distribuída por todos os intervenientes do processo, e impede o apagamento ou esquecimento de dados pessoais, esquecimento que o Regulamento Geral de Proteção de Dados Europeu garante.

16- Hoje, mantém-se a ficção de a informação científica ser património da humanidade mas, antes de a informação científica entrar no domínio público da humanidade, as suas aplicações tecnológicas são protegidas por registos de patentes por 10 anos, ou objeto de segredos militares ou comerciais de utilização exclusiva, sem prazo, pelo que quase nada na ciência é realmente domínio público.

17 – Humboldt não conhecia a internet nem o ciberespaço. A questão de o ciberespaço ser património comum da humanidade ou ser disputado pelas soberanias é a grande questão atual. Presume-se que os estados querem, mas não controlam sequer a www, quanto mais os 7 ou oito níveis da deep web e dark web, que só quem tem tecnologia e credenciais de acesso pode frequentar no caso da deep web e, tecnologias de ponta na dark web, em que a informação é anonimizada, cifrada e usada muitas vezes para fins suspeitos. Há apenas notícias do policiamento pela TALOS, do grupo Cisco, que anula 20 mil milhões de “ameaças” por dia e pelas instituições de intelligence americanas, russas, chinesas e algumas outras, que realmente dominam de facto a Ordem da Informação.

18- Ora, o Parlamento Europeu pretende, com o Artº 17º, atribuir poderes/deveres de censura sobre conteúdos sujeitos a direitos de autor apenas às mais ricas e poderosas plataformas e redes que têm tecnologia para o fazer e cujos algoritmos e revisores de conteúdos ou censores, quer de IA, quer humanos, já o fazem a seu bel prazer, alterando e ajustando o que mostram a cada um, segundo o que os sistemas periciais de IA aprendem sobre os interesses dos destinatários. 20.000 milhões de mensagens/ameaças/dia nunca chegam até nós, e ainda bem. A muito pequena parte de mails que a Talos, a Google, a Microsoft e outras deixam chegar à nossa caixa de correio, assinalada como spam e com conteúdo parcialmente oculto, por suspeita de ser perigoso, já é a norma de facto da sociedade atual.

19 – O Artº 17º do projeto europeu é a entrega legal dos poderes públicos de revisão de conteúdos, ou censura, aos mais poderosos poderes privados, que deles não precisam, e que complicam (?) burocraticamente os seus processos e imagem, quando, de facto, já tinham poderes discricionários que lhes permitem determinar o que cada um pode ver.

20 – As empresas têm agora menos interesse em registar patentes válidas por 10 anos, publicando, nos registos, dados que talvez não lhes convenha divulgar, pois podem invocar o segredo comercial (e militar nos casos em que promove e financia os projetos) para impedir outros de explorarem nichos de mercado, com a segurança de o discutirem em processos administrativos e judiciais secretos. Quem regista dezenas de milhar de patentes e tem recursos financeiros e advogados especialistas, pode bloquear qualquer start up, sem recursos, com o pretexto de estar a violar uma patente, mas agora, basta invocar um segredo comercial. A inovação pode ser posta em causa.

21- A proteção de dados pessoais, ou privacidade, protegida por segredos profissionais em mais de 2 dezenas de ordens profissionais, e por segredos bancários, administrativos, em muitos serviços do estados, rompeu-se, quer porque grandes bases de dados, por exemplo, de impostos e e-fatura, espelham tudo, quer porque os detentores dos dados dependem de fornecedores de hardware, software, comunicações e outros serviços externos, quer por externalização de bases de dados, quer por políticas de open data, de reutilização de informação em poder do estado, bem como pelo depósito da informação em clouds administradas por redes e plataformas multinacionais.

22- Acresce que, por exemplo, o segredo bancário, até há anos quase sacrossanto, é agora objeto de restrições, com pretextos de luta antiterrorista, contra a corrupção, ou fuga aos impostos, mas, ao mesmo tempo, amplia-se a proteção do segredo comercial que cobre bem as perdas do segredo bancário.

23- Os estados querem regular as redes, mas, em geral, não têm tecnologia e as detentoras de plataformas e redes, que a têm, podem negociar os impostos e contrapartidas mais favoráveis para os espaços soberanos onde colocam as “nuvens”. O Plano de Ação da ISOC Internet Society para 2019 levanta muitos desses problemas, mas o Internet Governance Forum, plataforma alargada de discussão de modelos a adotar, está longe de formular uma nova Ordem da Informação.

24- Por outro lado, o direito (internacional, regional e nacional), cada vez regula menos, pois as normas técnicas criadas por associações ou corporações de direito privado, ISO, International Standards Organization e IEC, International Eletrotechnical Commission, ambas de direito suíço, a CEN, Comission Europeénne de Normalization e a CENELEC, Comission Europeénne de Normalization Electronic, ambas de direito belga, o ETSI, European Telecommunications Standards Institute, de direito francês, o IEEE, Institute of Electric and Electronic Engineers, o IETF, Internet Engineering Task Force, a W3C, World Wide Web Corporation, as 3 de direito privado americano, etc., dominam e as leis estaduais reenviam para essas normas a regulação efetiva dos processos, dando-lhes carta branca para substituírem o conteúdo regulatório com novas versões, a seu bel prazer. O conceito de “Code is law” que poderíamos traduzir por “O software é a lei ou o direito” ilustra a atual relação dos modelos normativos. Estes e muitos outros problemas, embora com dimensões e importâncias diferentes, estarão em discussão um pouco por toda a parte.

25- A própria Teoria Geral da Relação Jurídica está em causa, de forma acelerada. Os elementos clássicos da Relação Jurídica eram o Sujeito, o Objeto, o Facto e a Garantia. No século XIX ainda se discutia se um escravo era uma coisa ou um sujeito de direito, se uma mulher casada era um sujeito de direito ou era, em muitos casos, equiparada a uma propriedade do marido. Sociedades, associações, fundações, cooperaitvas, mutualidades, agrupamento complementares de empresas, holdings, empresas públicas, fundos de pensões e outras pessoas coletivas deixaram de ser unicamente objetos de relação jurídica e adquiriram o estatuto de sujeitos de direito.

26- Hoje os animais deixaram de ser coisas e passaram a ser serescientes e discute-se se um drone, aéreo ou submergido, ou um automóvel sem condutor, um robô, ou um agente ou contrato inteligente, que compra e vende ações ou mercadorias na net, ou um smartphone de última geração que exporta, constantemente, dados sobre o nosso corpo e sobre o nosso comportamento e estados de alma, preocupações, likes e coockies para bases de dados externas, ou um influenciador digital, ou um assistente digital, seja ele a Siri, a Cortana, a Alexa, que realizam consultas e contratos em nome do assistido, serão apenas coisas, ou serão sujeitos jurídicos. A responsabilidade civil, a administrativa e a criminal terão de ser revistas. O conceito de facto ou de garantia também estão em profunda revisão. E os Direitos Humanos, que ainda estão longe de serem observados em muitos lugares do mundo, enfrentam agora ainda mais ameaças de origem anónima.

27 – Estaremos realmente numa nova Ordem da Informação? Como se caracteriza? Que tipo de sistemas normativos, desde a ética às normas técnicas, aos algoritmos, como se articulam sistemas normativos diferentes e complexos, privados, públicos, nacionais e internacionais? Se a Inteligência Artificial ultrapassar a Inteligência Humana, o que alguns estimam acontecerá entre 2029 e 2100, no ponto que se designa por “singularidade”, a Ordem da Informação, atual e futura, estará em condições de garantir direitos ou condições de vida digna aos Humanos?

Este texto é da exclusiva responsabilidade do seu autor e não compromete em nada a perspetiva da PASC – Casa da Cidadania ou os seus associados

Cinco Lições do Brexit

Renato Epifânio Renato Epifânio

Ainda não se sabe de todo como o processo de saída britânica da União Europeia se irá concretizar (se é que se irá mesmo concretizar), mas já se podem extrair algumas lições a partir da forma (negativa) como o processo se tem (des)enrolado:

I – Podendo (e devendo, a nosso ver) este tipo de decisões ser ratificada em referendo, uma decisão como esta deve ser ratificada por uma maioria qualificada (dois terços ou, no mínimo, cinquenta e cinco por certo). De outro modo, ao primeiro obstáculo, essa ratificação tende a ser posta em causa. Uma decisão como a saída britânica da União Europeia (ou, por exemplo, a saída catalã de Espanha) não pode jamais sustentar-se numa maioria tangencial.

II – Se os britânicos queriam mesmo respeitar a maioria tangencial que se pronunciou a favor do Brexit, então a liderança política não deveria ter sido entregue a quem votou contra (Theresa May). No jogo de sombras que se criou após o referendo, temos tido um Governo pró-Brexit liderado por quem votou contra e a oposição anti-Brexitliderada por quem foi contra a entrada da Grã-Bretanha na União Europeia (Jeremy Corbin).

III – Em política, tão ou mais importante do que a racionalidade táctica, importa a convicção estratégica. Se têm um Governo pró-Brexit liderado por quem votou contra, como poderiam esperar os britânicos um Governo realmente convicto do melhor caminho a trilhar? É certo que, por vezes, mesmo na política, acontecem “milagres” ou “golpes de sorte”, mas era mais do que previsível o impasse a que chegámos. Para mais, a União Europeia por uma vez mostrou-se realmente unida em dificultar a vida à Grã-Bretanha, decerto para que o exemplo britânico não servisse de inspiração a nenhum outro país.

IV – Dito isto, se havia país da União Europeia que poderia aspirar a sobreviver (sem danos maiores) a uma saída era, à partida, a Grã-Bretanha. Para isso, porém, precisava de reatar os laços que tinha à escala global na época do Império Britânico (obviamente, não já numa lógica imperial). Esse caminho nunca foi, contudo, sequer tentado de forma realmente coerente e consequente. Mesmo a “relação especial” com os Estados Unidos da América continua a ser, em grande medida, uma relação retórica.

V – Perante tudo isto, quem em Portugal teve a tentação de seguir o exemplo britânico deve mesmo (re)pensar nas consequências. É certo que Portugal pode (e deve, a nosso ver) reforçar muito mais os laços com os países (e regiões) do espaço lusófono à escala global – a todos os níveis: cultural, social, económico e até político –, despertando de vez a CPLP: Comunidade dos Países de Língua Portugal da sua substancial letargia. Mas isso deve fazer-se numa lógica de complementaridade, não, de todo, numa lógica de contradição. Hoje como sempre, o que importa é compatibilizar da melhor forma a nossa condição europeia com a nossa dimensão lusófona. O que está ainda muito longe de acontecer.

Este texto é da exclusiva responsabilidade do seu autor e não compromete em nada a perspetiva da PASC – Casa da Cidadania ou os seus associados

Sobre a 3ª Conferência Anual da PASC-CC

mendohenriques  Mendo Henriques

A convite do Luis VidigalRenato Epifânio e do Joaquim Afonso da PASC, estive presente na Conferência Anual da PASC – Casa da Cidadania 2019 sobre Cidadania e Democracia. Aliás com o gosto de ter sido um dos fundadores da PASC, através do Instituto da Democracia Portuguesa.

Sendo um debate em duas partes com organizações da sociedade civil e com representantes dos partidos políticos, intervi na primeira parte sobre aspectos da democracia atual.

Durante a longa história da democracia desde a Antiguidade até ao sistema representativo atual, adotaram-se várias ..configurações até nos fixarmos no sistema representativo.

Há muito que se diz que a democracia representativa está a ser complementada pela democracia participativa, surgindo mesmo iniciativas interessantes que ligam ambas como sejam as ILC, Iniciativa Legislativa de Cidadãos, e de que esta Conferência é um apelo.

Tive ocasião de argumentar que não basta, na democracia atual, dividi-la em vertentes participativa e representativa. Seria o mesmo que dizer a uns para que falem e a outros que decidam. E seria diminuir um dos aspectos mais decisivos da democracia atual que é luta contra a corrupção que não pode perseguir apenas os “bandidos”, que praticam crimes, mas que tem de se preocupar com os “bandalhos”, as autoridades que os permitem..

O desenvolvimento das sociedades tem tornado a democracia um processo circular em que interessa. 1) O momento de deliberação em que se debatem programas e soluções. 2) O momento de escrutínio em que constantemente se supervisionam as decisões. 3) O momento eleitoral de escolha de soluções e decisores com poderes:

Só existe legitimidade nas decisões quando elas são acompanhadas democraticamente na origem, durante o processo, e nos resultados.

Com as novas formas e iniciativas da democracia deliberativa as organizações e os cidadãos podem e devem debater com as forças políticas as melhores soluções para as políticas publicas, sejam de âmbito local, regional nacional ou europeu.

Existe, seguidamente, a democracia de escrutínio em que todos devem ter voz para a supervisão dos processos democráticos . A democracia começa pela auto vigilância exercida pelos detentores de cargos públicos. Estes devem assegurar-se de que as regras democráticas são seguidas e prevenir a corrupção. Tive ocasião de citar a ação pioneira neste domínio, em Portugal, do sr. Coronel Manuel Da Costa Braz.

A democracia de escrutínio passa também pela comunicação social e pelas redes sociais que devem estar prontas a vigiar, separando entre noticias verdadeiras e falsas. A democracia de escrutínio passa por uma justiça a funcionar em pleno, com transparência e sem entraves, quando se trata de investigar, julgar e punir crimes.

Finalmente, vem o sistema eleitoral democrático de escolha de representantes e através destes, de governantes. As eleições são o momento terminal de um ciclo de decisão mas também a abertura de um novo ciclo eleitoral em que se retoma a democracia deliberativa e a democracia de escrutínio, num processo circular.

Expus estas ideias, que nem são completamente originais, em “A promessa da Política” e continuarei a bater-me por elas com todos os meus companheiros do Nós,Cidadãos! .

Este texto é da exclusiva responsabilidade do seu autor e não compromete em nada a perspetiva da PASC – Casa da Cidadania ou os seus associados

Europeias 2019: Cidadania Europeia – Ficção ou Realidade?

PASC CPADA Europeias 2019 - Cidadania Europeia Ficção ou Realidade Logo cidadania

Inscreva-se

Candidatos já confirmados:

Carlos Coelho PSD  Carlos Coelho  psd logo

Partido Social Democrata (PSD)

Margarida Marques PS  Margarida Marques  PS logo

Partido Socialista (PS)

Pedro Mota Soares CDS  Pedro Mota Soares  Logo CDS_PP

Centro Democrático Social / Partido Popular (CDS/PP)

Sandra Pereira CDU  Sandra Pereira  cdu logo

Coligação Democrática Unitária (CDU)

Paulo Sande Paulo Sande  aliança logo

Partido Aliança

Paulo Morais   Paulo de Morais  nos cidadaos logo

Nós, Cidadãos!

Marinho-Pinto  Marinho e Pinto  pdr logo

Partido Democrático Republicano (PDR)

Jose Manuel Azevedo - Partido Livre   José Manuel Azevedo  Livre logo

Partido Livre

Francisco Guerreiro PAN  Francisco Guerreiro    Logo_Pessoas-Animais-Natureza

Partido Pessoas – Animais – Natureza

João Patrocínio PNR   João Patrocínio      Logo PNR

Partido Nacional Renovador

PASC-CC – Plataforma de Associações da Sociedade Civil-Casa da Cidadania e a CPADA – Confederação Portuguesa das Associações de Defesa do Ambiente encontram-se a promover um debate, alargado a todos os partidos e coligações que oportunamente se apresentem formalmente ao ato eleitoral (i.e.: que tenham formalizado a candidatura junto do Tribunal Constitucional), para o dia 29 de abril, segunda-feira, no auditório Prof. José Araújo, da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias de Lisboa, das 17h30 às 19h30.

Esta iniciativa, com o título “Eleições Europeias 2019 – Cidadania Europeia, ficção ou realidade?”, foi conceptualizada na forma de debate por ronda a todos os presentes representantes das listas concorrentes que terão um máximo de 3 minutos para responder a cada questão. Este é o tempo que os eurodeputados têm para discursar no Plenário do Parlamento Europeu ao qual se candidatam.

Haverá 3 perguntas sobre cada um dos temas, Ambiente, Cidadania e Desenvolvimento,

Este evento tem vários objetivos:

1 – contribuir para esclarecer o público sobre o posicionamento dos candidatos e dos partidos relativamente ao que consideram que devem ser as prioridades das políticas europeias em matéria de ambiente, de cidadania e de desenvolvimento;

2 – promover o debate público e elevar os temas do ambiente, da cidadania e do desenvolvimento nas políticas públicas de facto e não apenas de jure.Estamos a convidar para moderar este debate representantes de órgãos de comunicação social por tipo: escrita, falada e imagem.

Cartaz Europeias 2019 PASC CPADA

Tertúlia-Debate “Europeias 2019 -Cidadania, Liberdade, Segurança e Desenvolvimento”

Tertúlia-Debate

“Europeias 2019 -Cidadania, Liberdade, Segurança e Desenvolvimento”

Sexta-feira dia 5 de Abril

entre as 16 e as 18 horas
na sede da AAAIO no Largo da Luz

Veja aqui os vídeos desta iniciativa Film animado

A entrada far-se-á pelo Largo da Luz e haverá indicações para chegar à sala do Conventinho, onde a Tertúlia-Debate terá lugar

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Inscreva-se

Sessão inspirada na Carta de Emmanuel Macron aos Europeus

Temas e questões a tratar:

  • Criação de uma Agência europeia de proteção das democracias?
  • Proibir o financiamento dos partidos políticos europeus por potências estrangeiras?
  • Banir da Internet, com regras europeias, todos os discursos de ódio e de violência?
  • Repensar o espaço Schengen?
  • Uma polícia de fronteiras comum e um serviço europeu de asilo?
  • Criar um Conselho europeu de segurança interna?
  • Estabelecer um tratado de defesa e de segurança?
  • Punir ou proibir na Europa as empresas que prejudicam os nossos interesses estratégicos e os nossos valores essenciais?
  • Dar preferência europeia nos concursos públicos?
  • Criar um salário mínimo europeu, adaptado a cada país e discutido coletivamente?
  • Criar um Banco europeu do clima para financiar a transição ecológica?
  • Criar uma força sanitária europeia para reforçar os controlos dos nossos alimentos?
  • Criar uma supervisão europeia das grandes plataformas?

Não será de forma alguma um comício partidário, mas uma oportunidade para debater de forma livre, aberta e transversal as várias dimensões do futuro da Europa, numa perspetiva centrada na cidadania e não nas agendas partidárias.

Oradores confirmados

Miguel Poiares Maduro

Poiares-Maduro

È professor universitário, foi Ministro Adjunto e do Desenvolvimento Regional, é licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e Doutorado no Instituto Universitário Europeu, é um especialista em Direito Constitucional e em Direito da União Europeia. Foi advogado-geral no Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias, Professor de Direito e Diretor do Global Governance Programme no Instituto Universitário Europeu de Florença até à sua nomeação como Ministro e integrou recentemente um grupo de alto nível europeu para a Liberdade e pluralismo na Comunicação Social.

José Magalhães 

José Magalhães

É deputado da Assembleia da República na atual Legislatura e foi também deputado nas III,IV, V, VI, VII ,VIII, IX,X, XI, XII Legislaturas. Desempenhou, entre outras, as funções de Secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, de Secretário de Estado Adjunto da Administração Interna e de Secretário de Estado da Justiça e da Modernização Judiciária. É Professor universitário, Escritor, Comentador Político e Consultor independente em Tecnologias de Informação nas áreas de Modernização e Simplificação Administrativas, Governo Electrónico e Combate ao crime

e você!

você
Cidadão livre e interventivo

Debate moderado pela jornalista Ana Sousa Dias

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Em colaboração com

logo AAAIO

Assembleia Geral da PASC – Casa da Cidadania

Assembleia Geral do dia 23 de Março de 2019

Foram eleitos os novos Corpos Sociais para 2019-2021

Slides apresentados durante a Assembleia Geral
PASC-CC Assembleia Geral de 23_3_2019

A Assembleia Geral realiza-se no próximo sábado dia 23 de Março, pelas 10 horas, no Auditório do Corpo Nacional de Escutas, rua Dom Luís I, nº 34, Lisboa (Em Santos perto do IADE).

Veja aqui o mapa da localização

Local da Assembleia PASC

Caso não estejam presentes a maioria dos associados à hora marcada, a Assembleia Geral realizar-se-á em segunda convocatória, com o número de Associados Fundadores e Efetivos presentes e terá início meia hora depois, no mesmo local.

Documentos distribuídos por todas as associações
que integram a PASC-CC

 

 

 

Reunião com Parlamentares da Indonésia

Realizou-se no dia 13 de Março à tarde, na Embaixada da Indonésia, a convite do Senhor Embaixador Ibnu Wahyutomo, uma reunião entre a Direção da PASC – Casa da Cidadania e um grupo de parlamentares representantes de todas as regiões indonésias, que integram a House of Regional Representatives of the Republic of Indonesia, com o objetivo de promover a cidadania ativa naquele país.

Pela PASC-CC estiveram presentes o Presidente da Direção Luís Vidigal e o Vice Presidente Joaquim Rocha Afonso.

A reunião correspondeu ao reconhecimento por parte da Embaixada da singularidade do projeto da PASC – Casa da Cidadania ao ser capaz de juntar múltiplas associações em torno de causas cívicas e procurar mobilizar a sociedade portuguesa para uma cidadania cada vez mais ativa.

Foram apresentados os objetivos e a estratégia de atuação da PASC-CC na relação com os órgãos de soberania e os poderes públicos e partilhadas experiências de cidadania ativa nos dois países.

Ficou decidido vir a aprofundar no futuro os relacionamentos institucionais entre os dois países visando a construção de uma democracia mais participativa e o maior envolvimento das populações em causas cívicas.

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Tertúlia-Debate – Administração Aberta e suas Implicações para a Luta contra a Corrupção

Sexta-feira, 15 de Março de 2019, entre as 16:30 e as 19:30

Associação dos Pupilos do Exército

 Rua Major Neutel de Abreu nº 20 s/l Esq,
Alto dos Moinhos (em frente ao Colégio Maristas)

Ver no Mapa

No âmbito da Semana Mundial da Administração Aberta

Administração Aberta e Corrupção

A PASC, Plataforma de Associações da Sociedade Civil – CASA DA CIDADANIA, enquanto parceiro da Rede Nacional da Administração Aberta, pretende, com esta Tertúlia aberta à sociedade, estimular o debate construtivo entre as instituições públicas e representantes da sociedade civil, juntando especialistas e interessados no desenvolvimento de uma administração pública cada vez mais aberta, transparente, responsável, inclusiva e centrada no cidadão.

Programa

16:00 Recepção dos participantes
16:30 Abertura
  • Fernando Pires – Presidente da Associação dos Pupilos do Exército
  • Luís Vidigal – Presidente da Direção da PASC – Casa da Cidadania
  • Helena Monteiro – Presidente da Direção da APDSI
  • João Paulo Batalha – Presidente da Transparência e Integridade
16:45 Apresentação da OGP e dos seus propósitos a nível internacional
  • Cláudia Barroso da Agência para a Modernização Administrativa

 

17:00 Apresentação das conclusões do Workshop
  • Transparência / Dados Abertos
  • Accountability
  • Participação pública
  • Inclusão digital
  • Governance centrada no cidadão
17:45 Implicações para a Luta contra a Corrupção
  • João Paulo Batalha – Presidente da Transparência e Integridade
18:00 Debate aberto com todos os participantes
19:30 Encerramento

Iniciativa organizada em colaboração com:

APE-Logo       APDSI      Logo Transparencia e Integridade

Workshop Administração Aberta

Duas iniciativas da PASC – Casa da Cidadania no âmbito da Semana Mundial da Administração Aberta

Calendario Março


Workshop Administração Aberta

Um desafio para o Estado e para a Sociedade

Logo Administração Aberta

Lisboa, 13 de Março de 2019

Entre as 09:30 e as 13:00

Palácio Foz – Praça dos Restauradores, Lisboa

Inscreva-se

A PASC, Plataforma de Associações da Sociedade Civil – CASA DA CIDADANIA, enquanto parceiro da Rede Nacional da Administração Aberta, em colaboração com a APDSI e a AMA, pretende com este Workshop estimular o debate construtivo entre as instituições públicas e representantes da sociedade civil, juntando um grupo de especialistas e interessados no desenvolvimento de uma administração pública cada vez mais aberta, transparente, responsável, inclusiva e centrada no cidadão. Os trabalhos irão ser desenvolvidos em cinco mesas temáticas de debate, partilhando conclusões e propostas concretas para a ação.

Programa

09:00 Recepção dos participantes
09:30 Abertura
  • Luís Vidigal – Presidente da Direção da PASC – Casa da Cidadania
  • Helena Monteiro – Presidente da APDSI
  • Sara Carrasqueiro – Vogal da Agência para a Modernização Administrativa
09:45 Apresentação da OGP e dos seus propósitos a nível internacional
  • Sara Carrasqueiro – Vogal da Agência para a Modernização Administrativa
10:00 Trabalho dos grupos com a introdução de um especialista no pilar de cada mesa.
  • Mesa 1 – Transparência / Dados Abertos
    Introdutor do tema: Miguel Castro Neto NOVA ) IMS
  • Mesa 2 – Accountability
    Introdutor do tema: Luís Viana UniLEO
  • Mesa 3 – Participação pública
    Introdutor do tema: Filipe Montargil ESCS ( IPL
  • Mesa 4 – inclusão digital
    Introdutor do tema: Etelberto Costa APDSI e APG
  • Mesa 5 – Governance centrada no cidadão
    Introdutor do tema: Ana Evans ADVANCE-ISEG
11:45 Apresentação das conclusões dos grupos

Debate em Plenário

Moderador: Luís Vidigal
12:45 Comentários finais Painel dos especialistas temáticos
13:00 Encerramento Luís Goes Pinheiro – Secretário de Estado Adjunto e da Modernização Administrativa

Workshop Palacio FozNão haverá intervalo, mas Irá estar disponível uma coffee station no interior da sala de trabalhos

Logos Apoios Administração Aberta


Tertúlia-Debate

Administração Aberta

Suas Implicações para a Luta contra a Corrupção

Sexta-feira, 15 de Março de 2019, entre as 16:30 e as 19:30

Administração Aberta e Corrupção

Na sexta-feira seguinte dia 15 de Março, entre as 16:30 e as 17:30, realiza-se na Associação dos Pupilos do Exército uma Tertúlia-Debate para apresentação e debate das conclusões do Workshop e analisar as implicações para a Luta contra a Corrupção.

APE – Rua Major Neutel de Abreu nº 20 s/l Esq, Alto dos Moinhos em frente ao Colégio Maristas

Inscreva-se

Iniciativa organizada em colaboração com

APE-Logo      APDSI      Logo Transparencia e Integridade

Prémio Anual da Cidadania 2019

Premio Anual Cidadania

Prémio Cidadania 2019

ASTA – Associação Sócio-Terapêutica de Almeida IPSS

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O que é a ASTA

Principais motivos para a atribuição do Prémio:

  • Impacto na Comunidade
  • Desenvolvimento do Interior
  • Solidariedade Social
  • Resultados alcançados
  • Mobilização do Voluntariado
  • Eficiência na utilização dos meios
  • Sustentabilidade

Menção Especial do Júri 2019

Miguel Duarte – Resgate Marítimo a bordo do Iuventa

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Quem é Miguel Duarte

Principais motivos para a atribuição do Prémio:

  • Solidariedade Social
  • Coragem e Determinação
  • Resultados alcançados
  • Mobilização do Voluntariado
  • Impacto mediático da Iniciativa

A PASC – CASA DA CIDADANIA promove o Prémio Anual da Cidadania o qual visa distinguir um projecto, actividade ou desempenho, na área da promoção da cidadania activa, que se saliente pela sua contribuição eficaz para melhorar a capacidade de participação e envolvimento de uma comunidade com especial incidência nas sinergias entre as vertentes social, ambiental e económica, enquadrada numa cultura de valores éticos.

O Prémio pode ser atribuído a Cidadãos, Associações ou Empresas, residentes em Portugal, sendo as candidaturas apresentadas por Entidades, individuais ou colectivas.

Em 2019 a composição do Júri foi a seguinte :

  • Professor António Gentil Martins
  • Dr Luís Vidigal
  • Drº Mário Baptista
  • Professor Renato Epifânio
  • Almirante Victor Gonçalves de Brito

As candidaturas decorreram até 12 de Fevereiro de 2019, sendo o  Prémio entregue na III Conferência Anual da PASC – CASA DA CIDADANIA, que decorreu no dia 26 de Fevereiro de 2019 na Sala do Senado da Assembleia da República.

As candidaturas foram apresentadas online aqui

Critérios gerais de avaliação (Artº 4º)

Sem prejuízo de pormenorização e de atribuição de ponderações diferenciadas, por parte do Júri, a estabelecer e a formalizar em acta, antes da recepção das candidaturas, os critérios gerais de avaliação do mérito das candidaturas foram:

  1. Grau de inserção da iniciativa no âmbito dos objectivos fixados para o Prémio;
  2. Coerência e razoabilidade da iniciativa face aos meios necessários para a concretizar;
  3. Objectividade e relevância da documentação apresentada;
  4. Inovação e criatividade inerente à iniciativa;
  5. Natureza e âmbito da comunidade a atingir e número de pessoas abrangidas;
  6. Resultados alcançados face aos objectivos propostos;
  7. Evidência de sustentabilidade da iniciativa.

 

Regulamento e Formulário de Candidatura : Regulamento Prémio Anual da Cidadania

Participantes no Primeiro Painel da Conferência Anual da PASC – Casa da Cidadania 2019

Regressar ao Programa da Conferência

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Luís Osório

Escritor e Jornalista de reconhecido mérito. Começou no semanário O Jornal, que viria a dar origem à revista Visão. Esteve no Diário de Notícias alguns anos. Foi comentador político na SIC durante três anos. Coordenou a equipa de investigação do programa de entrevistas “Carlos Cruz Quarta-Feira”. Apresentou o programa “Conversa Privada” na RTP2, Escreveu o script dos Madredeus “O Paraíso, 2000”. Foi membro do Grupo de Trabalho nomeado pelo governo de Durão Barroso para definir as obrigações e os conteúdos do serviço público de televisão (2002). Realizou o documentário “A Casa”, um documentário sobre loucura. Fundou, com Carlos Magno, Luís Delgado e Luís Marinho, o programa de “Rádio Contraditório” na Antena 1. Encenou e assinou a dramaturgia da peça baseada no texto de Daniel Sampaio “Vagabundos de Nós”. Fundou o blog político Causa-Nossa, um blog cultural e de cidadania, com Vital Moreira, Maria Manuel Leitão Marques, Vicente Jorge Silva, Ana Gomes, Luís Nazaré e Jorge Wemans. Esteve na coordenação da campanha eleitoral da candidatura de Fernando Nobre à Presidência da República. Autor de livros como “Mãe, Promete-me que Lês”, “Queda de Um Homem”, “Amor”, entre outros. Ganhou o Sete de Ouro, o Gazeta Revelação, o Prémio Inovação Manuel Pinto Azevedo. Foi nomeado três vezes para os Globos de Ouro pela autoria de “Portugalmente” e “Zapping”.

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Manuel Arriaga

Licenciou-se em Economia, doutorou-se em Gestão, mas é na área da participação cívica que se tem vindo a destacar internacionalmente. È Professor na Universidade de Nova Iorque e um dos fundadores do Fórum dos Cidadãos, projeto dedicado à promoção da democracia participativa e participação cívica. É o autor do livro “Reinventar a Democracia: 5 Ideias para um Futuro Diferente” (2014), o qual foi publicado no Reino Unido, Portugal e Grécia. É também membro-associado do Instituto de Filosofia da Universidade Nova de Lisboa..

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Mendo Henriques

É professor da Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa e presidente do Nós, Cidadãos. Foi diretor de serviços no Instituto da Defesa Nacional, onde desenvolveu manuais de cidadania e dirigiu os Cursos de Cidadania para Professores do Ensino Secundário. Dirigiu e foi autor da coleção de livros “Batalhas de Portugal”. Coordenou o projeto “Os cidadãos e o reordenamento da segurança e defesa”, a primeira proposta de serviço militar voluntário em Portugal e o Conselho de Formação Cívica, que recomendou a Educação para a cidadania no ensino básico e secundário. Esteve envolvido em atividades cívicas do MAESL no tempo do Liceu Pedro Nunes, exerceu cargos na Comissão das Comunidades Lusófonas da Sociedade de Geografia de Lisboa, foi vice-presidente da Associação Portuguesa Ética e Transparência e vice-presidente da Assembleia Geral da Associação de Auditores do Curso de Defesa Nacional. Em 1999 publicou “Bem Comum dos Portugueses” em coautoria com Jorge Braga de Macedo e José Adelino Maltez que foi considerado um manifesto académico. Foi coautor do livro “O Erro da Ota” e em 2007 foi membro fundador do Instituto da Democracia Portuguesa. Apresentando propostas para uma melhor governação. Foi em 2010, membro fundador da Plataforma Ativa da Sociedade Civil, a atual PASC Casa da Cidadania. Em 2012 editou o livro “Plano C- O Combate Da Cidadania”. Em 2015 juntamente com grupos de cidadãos, foi membro fundador do partido “Nós, Cidadãos!”. Nas eleições legislativas de 2015, o NC não obteve representação na AR, mas nas eleições autárquicas de 2017, obteve representação no poder local. É presidente da Comissão Política do NC.

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Marlene Marques

É Presidente da Direção do GEOTA, Grupo de -Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente pela Universidade Nova de Lisboa. É licenciada em Engenharia do Ambiente e Mestre em Política, Economia e Planeamento de Energia pelo Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade Técnica de Lisboa. Especialista em estratégia para sustentabilidade urbana e gestão ambiental. É Engenheira do Ambiente do Departamento do Ambiente da Câmara Municipal de Loures desde 1994 tendo coordenado e elaboração da candidatura de Loures ao Concurso “Cidades Limpas”. Desempenhou cargos de chefia desde 1998.

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Rodolfo Franco

Estudou Engenharia Aeroespacial no Instituto Superior Técnico, Universidade de Lisboa. Durante o seu percurso universitário realizou diversos trabalhos de associativismo e foi eleito Vice-Presidente da Associação Portuguesa de Aeronáutica e Espaço – 2012- 2015. Colabora com a Revista do Ar, onde é autor de artigos de divulgação científica. Recebeu a Menção Honrosa no âmbito do Prémio Literário Barão da Cunha do Aero Clube de Portugal. É um dos dinamizadores do Movimento Cívico “Vizinhos do Areeiro”, criado em 2016, movimento associativo de cidadãos que residem e trabalham nesta freguesia. Este movimento é apartidário, de cidadania ativa e causas locais. Constitui um Núcleo da Freguesia do Areeiro da “Vizinhos em Lisboa – Associação de Moradores”, conta também com os núcleos em Alcântara, Alvalade, Arroios, Avenidas Novas e Penha de França. Estes grupos são uma forma de exercer política local para além dos partidos, num modelo de intervenção que é mais eficaz enquanto se mantiver numa perspetiva não partidária, sendo transversal a todas as forças políticas locais. Recorrem às várias ferramentas que permitem levar as propostas/reclamações subscritas pelos cidadãos envolvidos, aos diferentes níveis de governação: Assembleia de Freguesia; Assembleia Municipal ou Assembleia da República.

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Tiago Mota Saraiva

Licenciatura em Arquitetura pela Universidade Técnica de Lisboa com Especialização em Arquitetura, Território e Memória pela Universidade de Coimbra. Foi Assistente Convidado da Universidade Moderna de Lisboa em 2007 e Assistente Convidado da Faculdade de Arquitetura da Universidade Técnica de Lisboa entre 2007 e 2008 e, desde então, tem vindo a tomar parte em diferentes atividades académicas, maioritariamente, fora de Portugal.  Fez parte do Conselho Diretivo Nacional da Ordem dos Arquitetos, tendo sido seu Tesoureiro Nacional, e foi correspondente em Lisboa da revista espanhola “Pasajes de Arquitectura y Crítica”. Foi, recentemente, candidato à Mesa da Assembleia Geral da Associação Mutualista Montepio. Atualmente, tem uma coluna de opinião semanal no jornal i e, mensal, no jornal Dia 15. É consultor externo da Câmara Municipal de Lisboa para a implementação da Agenda 21 para a Cultura e membro do Conselho Editorial do Le Monde Diplomatique – edição Portuguesa e é dirigente de duas cooperativas: Trabalhar com os 99% e Largo Residências. Tem dedicado a sua vida cívica, sobretudo, a questões relacionadas com o urbanismo e a participação popular.
Foi um dos integrantes do movimento “Que se Lixe a Troika”, que organizou, entre outras coisas, as manifestações de 15 de Setembro de 2012 e 2 de Março de 2013 que, cada uma, terá mobilizado mais de um milhão de pessoas em todo o país e fora de Portugal – Fortaleza (Brasil), Berlim, Barcelona, Bruxelas, Paris e Londres.

Cartaz PASC Conferencia Anual 2019

3ª Conferência Anual da PASC – Casa da Cidadania

Democracia e Cidadania

Encontros e desencontros

Lisboa, 26 de Fevereiro de 2019
Entre as 14:30 e as 17:30
Assembleia da República – Sala do Senado

Veja aqui os Vídeos de toda a Conferência Video Icon

Entrada livre, mas de inscrição obrigatória

Inscreva-se
Conferencia Sala do Senado

Programa

Veja quem são os participantes do Primeiro Painel

14:00 Recepção dos participantes
14:30 Abertura
  • Jorge Lacão – Vice-Presidente da Assembleia da República
  • Luís Vidigal – Presidente da Direção da PASC – Casa da Cidadania
  • Mensagem do Senhor Presidente da República
15:00 Primeiro Painel

A perspetiva da *Casa da Cidadania*

Moderador:
Nuno Pacheco – Diretor do jornal PúblicoParticipantes:

  • Luís Osório – Escritor e Jornalista
  • Manuel Arriaga – “Fórum dos Cidadãos” e Professor da New York University
  • Marlene Marques – Presidente do GEOTA
  • Mendo Henriques – Professor Universitário UCP
  • Rodolfo Franco – Movimento “Vizinhos de Lisboa”
  • Tiago Mota Saraiva – Arquiteto e militante de várias causas cívicas como a “Que se lixe a Troika”

Debate entre perspetivas cívicas e académicas sobre a forma como acompanham, dinamizam e intervém ativamente de forma orgânica ou inorgânica em torno das grandes causas da sociedade portuguesa

16:00 Intervalo
16:15 Segundo Painel

A perspetiva da “Casa da Democracia”

Moderador:
Luís Vidigal – Presidente da PASC – Casa da CidadaniaGrupos Parlamentares:

Debate sobre a forma como os vários partidos e as comissões parlamentares acompanham e procuram responder aos movimentos sociais e às iniciativas orgânicas e inorgânicas desencadeadas em torno das grandes causas da sociedade portuguesa

17:15 Debate Interação com os participantes, analisando opiniões, contradições e consensos sobre a Cidadania, o Populismo e o relacionamento da Sociedade Civil com os Poderes Públicos no contexto português
17:45 Encerramento Conclusões e Entrega do Prémio “Casa da Cidadania”

 

Esta Conferência pretende ser um encontro ao mais alto nível entre a CASA DA CIDADANIA e a CASA DA DEMOCRACIA, por forma a contribuir para o desenvolvimento de uma cidadania mais ativa e organizada em Portugal, promovendo a participação efetiva em causas de interesse coletivo, dinamizando o trabalho em rede entre todas as associações que têm por objetivo lutar por uma sociedade mais justa, solidária e que pretendem reforçar a confiança entre a sociedade civil e os poderes públicos, nomeadamente através da mediação e busca de consensos.

Nesta conferencia pretende-se analisar as relações entre a Cidadania (ou a falta dela) e os riscos do populismo, assim como debater o papel, a importância e as fragilidades da Sociedade Civil na suas relações com os Poderes Públicos e os Órgãos de Soberania

O 1º Painel – A perspetiva da Casa da Cidadania  constituirá num debate entre perspectivas cívicas e académicas sobre a forma como se acompanham, se dinamizam e se intervém ativamente de forma orgânica ou inorgânica em torno das grandes causas da sociedade portuguesa.

O 2º Painel – A perspetiva da *Casa da Democracia” integrará representantes dos vários grupos parlamentares e constituirá um debate sobre a forma como os vários partidos e as comissões parlamentares acompanham e procuram responder aos movimentos sociais e às iniciativas orgânicas e inorgânicas da sociedade portuguesa

logo conferencia anual pasc 2019

Colaboração da Assembleia da Republica

Adesão da CPADA – Confederação Portuguesa de Associações de Defesa do Ambiente

logo cpada

Numa cerimónia realizada no dia 21 de Novembro foi estabelecido um Protocolo de cooperação entre a CPADA e a CASA DA CIDADANIA, com o objectivo de enquadrar a permuta de categoria de associado e a colaboração enre as duas partes com vista à promoção e desenvolvimento de atividades de interesse comum.

 

Segundo informação constante no site http://www.cpada.pt , “A Confederação Portuguesa das Associações de Defesa do Ambiente foi criada em 1991, na sequência do 1º Encontro Nacional das Associações de Defesa do Ambiente (Viseu, 1989), e é a maior organização ambientalista do nosso País, integrando 110 ADA/ONGA (Associações de Defesa do Ambiente/Organizações Não Governamentais de Ambiente) de âmbitos Nacional, Regional e Local, de grande diversidade temática (conservação da natureza, ordenamento do território, património construído, ambiente urbano, transportes alternativos, bem estar animal, agricultura biológica, educação ambiental e actividades específicas, como espeleologia, montanhismo, escutismo e cicloturismo), espalhadas no Continente e Regiões Autónomas, que representam, no seu todo, muitas dezenas de milhar de associados.

 

A Confederação tem como objectivos gerais a defesa do ambiente, nas suas múltiplas vertentes, em particular através do fenómeno do associativismo. É uma rede nacional de Associações de Defesa do Ambiente/Organizações Não Governamentais de Ambiente (ADA/ONGA), um fórum de debate de temas ambientais, um espaço de solidariedade e o parceiro social por excelência em política de ambiente. A Confederação pretende melhorar os processos de informação, decisão e debate entre as ADA/ONGA em matéria de ambiente, promovendo e assegurando o intercâmbio de informações e experiências entre as ADA/ONGA, participar nos debates sobre política de ambiente e defender os interesses das ADA/ONGA junto dos organismos públicos. ”

 

TERTÚLIA – DEBATE Cidadania Digital: Será o Fim da Democracia?

Cidadania Digital - Fim da Democracia

Lisboa, 14 de Dezembro de 2018
Entre as 16:30 e as 19:30

Veja aqui Cidadania Digital

Lisboa – Salão do palacete da Junta de Freguesia do Lumiar
Alameda das Linhas de Torres, nº 156

Metro: Quinta das Conchas (Linha Amarela) – Autocarros: 703, 736, 796 e 206

O desenvolvimento tecnológico, particularmente a Internet, a inteligência artificial e o big data, permitiram acelerar e massificar a comunicação personalizada, através de uma enorme diversidade dos canais digitais. O discurso do ódio, a maquinação dos medos e o aproveitamento das fragilidades da democracia passaram a fazer parte do nosso quotidiano.

A captura do jornalismo por grandes grupos económicos institucionalizou uma comunicação social baseada nas notícias sensacionalistas e de impacto de curto prazo, com menos investigação e com pouco contraditório. Será que estamos a deixar de ser cidadãos para passarmos a viver numa sociedade comandada por algoritmos de computador? Qual o Futuro do Jornalismo? Quem nos governa afinal? Será que trocámos o nosso controlo político por uma aparente liberdade individual de publicar nas redes sociais?

Esta iniciativa da PASC – Casa da Cidadania pretende ser um espaço de debate aberto entre perspetivas diferentes e aparentemente contraditórias, capaz de desconstruir o papel das redes sociais no aprofundamento da democracia participativa ou no seu enfraquecimento.

Programa 6_12_2018

Participação gratuita mas sujeita a inscrição

Inscreva-se

Oradores confirmados

Ana Maria Evans Ana Maria Evans
É Investigadora FCT na Nova Information Management School, Universidade Nova de Lisboa. Doutorada (PhD) em “Government”, pela Universidade de Georgetown, EUA, tem leccionado em universidades portuguesas e estrangeiras, nas áreas de Governo, Políticas Públicas, Política Comparada e Estratégia Política Empresarial. Dedica as suas atividades de investigação científica ao estudo de estratégias de inovação tecnológica, organizacional e política que tornam possível o desenvolvimento colectivo e sustentado de empresas em contextos de grande adversidade. Colabora regularmente com a Comissão Europeia no âmbito do programa H2020, na área de governo e sociedade digital.
Carlos Magno Carlos Magno
É Professor da Universidade de Aveiro. Foi Presidente do Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social. Licenciado em jornalismo pela Escola Superior de Jornalismo do Porto. Especializou-se em Filosofia da Comunicação e é professor no Instituto Superior de Comunicação Empresarial (ISCEM), em Lisboa e docente convidado na Faculdade de Filosofia da Universidade Católica, em Braga. Foi docente das cadeiras de Jornalismo e Literatura, Jornalismo Contemporâneo e Jornalismo Radiofónico, na Escola Superior de Jornalismo do Porto. Leccionou as disciplinas de Teorias da Comunicação, no ISAG do Porto, e de Cultura Portuguesa, no Instituto Superior Miguel Torga. Foi, ainda, responsável pelas cadeiras de Comunicação e Imagem no MBA do Instituto de Estudos Superiores Financeiros e Fiscais (IESF) onde dirigiu um Programa Avançado de Management para executivos de topo. O seu percurso no jornalismo iniciou-se na Rádio Universidade, passou pela RDP, foi Director-Adjunto de Informação da Antena 1, foi Editor do Expresso e fundar a TSF no Porto, onde foi Administrador e Director. Pertenceu à Direcção do Diário de Notícias e fundou o canal de televisão por cabo que deu origem à RTPi.
José-Emílio-Amaral-Gomes José Emílio Amaral Gomes
Economista e futurista. Membro do Grupo dos “Futuros da Sociedade da Informação” da APDSI; Membro da Missão que elaborou o Livro Verde para a Sociedade da Informação em Portugal; Docente universitário no ISEG de 1970 a 2001; Assessor Principal do Departamento de Prospectiva e Planeamento.
José Magalhães José Magalhães
É deputado da Assembleia da República na atual Legislatura e foi também deputado nas III,IV, V, VI, VII ,VIII, IX,X, XI, XII Legislaturas. Desempenhou, entre outras, as funções de Secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, de Secretário de Estado Adjunto da Administração Interna e de Secretário de Estado da Justiça e da Modernização Judiciária. É Professor universitário, Escritor, Comentador Político e Consultor independente em Tecnologias de Informação nas áreas de Modernização e Simplificação Administrativas, Governo Electrónico e Combate ao crime..
Jose Vitor Malheiros José Vitor Malheiros
Colunista do jornal Público. Consultor de Comunicação no Ciência Viva. Professor convidado na Universidade Nova de Lisboa. Professor convidado de jornalismo online na Universidade Lusófona. Dirigiu o ComLab da UMIC, Unidade de Missão para a Inovação e Conhecimento.
Paulo Pena DN Paulo Pena
Sociólogo e Jornalista. Grande Repórter do Diário de Notícias.
paulo querido Paulo Querido
É um empreendedor web que se define a si próprio como jornalista-programador, com particular interesse pela Inteligência Artificial e pelo data-journalism. Teve uma carreira de mais de 3 décadas como jornalista e foi consultor de media. Manteve de 2010 a 2013 uma coluna diária no Jornal de Negócios; pertenceu aos quadros de jornais como o Expresso e o Diário Popular e publicou em jornais como o Público e o Correio da Manhã. É autor de vários sítios, livros e projetos. Já colaborou em várias comunicações relacionadas com o advento da Internet e social media
Pedro-Fonseca-ap Pedro Fonseca
Pertence ao TIC Tank – Ciência nas tecnologias e impactos sociais. Foi Editor e Jornalista no Observatório do Mundo Digital Foi Editor Chefe do ComputerWorld. É jornalista freelancer do Diário de Notícias.
Rui Cádima Rui Cádima
Professor Catedrático do Departamento de Ciências da Comunicação da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Coordenador dos cursos de Doutoramento de Ciências da Comunicação e de Mestrado de Novos Media e Práticas Web. Investigador Responsável do CIC.Digital/ICNOVA – Instituto de Comunicação da NOVA FCSH. Últimos livros publicados: O (Des)controlo da Internet. Sobre Pluralismo e Diversidade na Rede. Lisboa: Media XXI, 2017; A Era Digital – Primeiros Impactos. Lisboa: Media XXI, 2015.

Em colaboração com
APDSI Futuros      Apoio institucional JF Lumiar

TERTÚLIA – DEBATE Será Portugal um país racista?

TERTÚLIA – DEBATE

Será Portugal um país racista?

Inclusão social, culturas, segurança e outros medos

Lisboa, 10 de Novembro de 2018
Entre as 14:30 e as 17:15
Fábrica Braço de Prata – Marvila – Lisboa

Participação gratuita mas sujeita a inscrição

Inscreva-se

Será Portugal um Pais Racista

A aceleração das migrações, a convivência intercultural, o agudizar das várias formas de exclusão social e a proliferação de vários medos criam novos e mais urgentes desafios às políticas públicas intersectoriais e à forma como interagimos uns com os outros em espaços que partilhamos e em sociedades cada vez mais diferenciadas e abertas ao mundo.

Esta iniciativa da PASC – Casa da Cidadania pretende ser um espaço de debate aberto entre perspetivas diferentes e aparentemente contraditórias, capaz de desconstruir um dos maiores tabus da sociedade portuguesa, após as recentes recomendações do Conselho da Europa a Portugal, tendo em vista a criação de um país cada vez mais cosmopolita e inclusivo.

Programa

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Quem são os oradores do Painel

Carlos Magno  Carlos Magno

Presidente do Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social. Licenciado em jornalismo pela Escola Superior de Jornalismo do Porto. Especializou-se em Filosofia da Comunicação e é professor no Instituto Superior de Comunicação Empresarial (ISCEM), em Lisboa e docente convidado na Faculdade de Filosofia da Universidade Católica, em Braga. Foi docente das cadeiras de Jornalismo e Literatura, Jornalismo Contemporâneo e Jornalismo Radiofónico, na Escola Superior de Jornalismo do Porto. Leccionou as disciplinas de Teorias da Comunicação, no ISAG do Porto, e de Cultura Portuguesa, no Instituto Superior Miguel Torga. Foi, ainda, responsável pelas cadeiras de Comunicação e Imagem no MBA do Instituto de Estudos Superiores Financeiros e Fiscais (IESF) onde dirigiu um Programa Avançado de Management para executivos de topo. O seu percurso no jornalismo iniciou-se na Rádio Universidade, passou pela RDP, foi Director-Adjunto de Informação da Antena 1, foi Editor do Expresso e fundar a TSF no Porto, onde foi Administrador e Director. Pertenceu à Direcção do Diário de Notícias e fundou o canal de televisão por cabo que deu origem à RTPi.

Godelieve Meersschaert  Godelieve Meersschaert

Psicóloga, fundadora da Associação Cultural Moinho da Juventude. Defensora dos direitos da comunidade onde a Associação está inserida, o Bairro da Cova da Moura, o trabalho de Godelieve ajudou a um melhor reconhecimento das capacidades individuais das minorias étnicas no campo profissional e intelectual, ou seja, empowerment comunitário. Foi condecorada pelo Presidente da República em Março de 2009 É natural da Bélgica, e possui nacionalidade portuguesa, Trabalhou durante mais de 20 anos como Técnica Superior de Informática no Ministério das Finanças

Jorge Vala Jorge Vala

Doutorado em Psicologia Social pela Universidade de Louvain (1984), foi Professor Catedrático do ISCTE-IUL e  Investigador Coordenador no ICS da Univ. de Lisboa, instituição em que é presentemente Investigador Emérito. Tem trabalhado em Psicologia Social dos processos socio-cognitivos, nomeadamente no campo das representações sociais e ideologias, normas sociais e das identidades sociais. Os projectos de investigação que tem em curso articulam estes processos com vista ao estudo do racismo e do preconceito, das migrações, das atitudes políticas, da justiça social e da validação do conhecimento quotidiano.

 Marina Pignatelli Marina Pignatelli

Doutorada em Ciências Sociais, Especialidade de Antropologia (ISCSP-UTL) Pós-Doutoramento Antropologia da Religião/Judaísmo Moçambique (SOAS-U Londres). Licenciatura em Antropologia (ISCSP-UTL) Pós-Graduação em Etnologia das Religiões (FCSH-UNL); Pós-Graduação em Estudos Sefarditas (FLUL); Pós-Graduação em Património Cultural Imaterial (UAberta) Curso Livre de: Parapsicologia e Religião, (Fac. Filosofia Braga); Judaísmo (CNC); Tanatologia (FCSH-UNL); Simbolismo (Fund. Casas de Fronteira e Alorna); Religiões na Contemporaneidade (FT-UCP); Kabbalah (The Kabbalah Centre); Curso de Gestão Civil de Crises (IDN) Mestrado em Ciências Antropológicas (ISCSP-UTL)

Otávio Raposo Otávio Raposo

Pós-doutorando em Antropologia. É  licenciado em Sociologia (2003) na Universidade Nova de Lisboa (FCSH-UNL), doutorado em Antropologia (2013) e pós-doutorando em Antropologia pelo Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL). Concluiu o mestrado em Antropologia Urbana (2007) no ISCTE-IUL em associação com a Universidade Rovira i Virgili (Tarragona, Espanha). Entre 2005 e 2009 foi Sociólogo da Equipa de Intervenção Direta da Comunidade Vida e Paz, Instituição de referência no apoio aos sem-abrigo.

Renato Epifânio  Renato Epifânio

Presidente do MIL – Movimento Internacional Lusófono. Professor Universitário; Membro do Instituto de Filosofia da Universidade do Porto, da Direcção do Instituto de Filosofia Luso-Brasileira, da Sociedade da Língua Portuguesa e da Associação Agostinho da Silva; investigador na área da “Filosofia em Portugal”, com dezenas de estudos publicados, desenvolveu um projecto de pós-doutoramento sobre o pensamento de Agostinho da Silva, com o apoio da FCT: Fundação para a Ciência e a Tecnologia, para além de ser responsável pelo Repertório da Bibliografia Filosófica Portuguesa:

Sheila Khan Sheila Khan

Investigadora, de pós-doutoramento, nas Universidades de Manchester, Department of Spanish and Portuguese Studies, e de Coimbra, Centro de Estudos Sociais (CES). É investigadora convidada no Centro de Investigação em Ciências Sociais (CICS), da Universidade do Minho e investigadora convidada no Departamento de Antropologia Social, da Norwegian University of Science and Technology (NTNU). Doutorada em Estudos Étnicos e Culturais pela Universidade de Warwick, Centre for Research in Ethnic Relations; mestre em Psicologia Social na especialidade dos Cross-Cultural Studies pelo Instituto de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE); e licenciada em Sociologia das Organizações pela Universidade do Minho. Investigação em estudos pós-coloniais (Moçambique e Portugal), imigrantes moçambicanos em Portugal. História de Moçambique, literatura moçambicana, literatura portuguesa contemporânea/pós-colonial, narrativas de vida e de identidade, memória, exílios e autobiografia, análise literária, epistemologias do sul e metodologias aplicadas aos estudos pós-coloniais.

Plano de Ação Nacional de Administração Aberta – Proposta de Medidas

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No âmbito da participação no Open Government Partnership, promovido pela Agência para a Modernização Administrativa, após consulta às associações, a CASA DA CIDADANIA propôs quatro medidas a implementar :

1.SITAAP – Sistema de Informação para a Transparência dos Atos da Administração Pública : Aumentar a Transparência dos Atos Administrativos e combater a corrupção, dando cumprimento à Lei n.º 104/97, aprovada por unanimidade na Assembleia da República. O SITAAP visa garantir a integração de dados provenientes do Portal Base, do SIOE, do Registo Predial, dos Benefícios Fiscais, da Execução Orçamental e de outras fontes de informação sobre atos administrativos.

2. Prémio CivicApp : Estimular a criação de ferramentas digitais para promover a participação cívica informada e a defesa dos direitos humanos, orientadas sobretudo a população mais jovem.

3. Jogo do Orçamento : Existe em Portugal uma baixa participação dos cidadãos na discussão do orçamento do Estado, no entanto este é uma peça fundamental da democracia e é nele que se inscrevem as prioridades políticas do país para um ano. A democracia nasceu pela revolta dos cidadãos contra a imposição dos soberanos em definir os impostos a cobrar e, posteriormente, a sua aplicação. Hoje deixou de haver esta percepção e é por isso que se torna tão importante a formação e sensibilização, nomeadamente dos jovens que frequentam a universidade e que entram na idade de votar.

4. SIMAD – Os Meus Abonos e Descontos : Criação de um portal capaz de permitir o acesso seguro e privado ao próprio a toda a informação agregada, relativa a remunerações e pensões pagas e declaradas ao Estado e aos respetivos descontos retidos, permitindo a detecção de incongruências por parte do interessado.

 

 

A CASA DA CIDADANIA no “Open Government Partnership”

A “Diagrama”, revista da Agência para a Modernização Administrativa, na sua edição de Junho de 2018, faz um artigo sobre a participação portuguesa no Open Government Partnership, do qual a CASA DA CIDADANIA é parte integrante como representante da sociedade civil portuguesa.
A Open Government Partnership (OGP) é uma iniciativa multilateral, lançada em Setembro de 2011, pelos Chefes de Estado e de Governo de oito países, que subscreveram a designada Declaração de Administração Aberta, à qual o Estado Português aderiu a 13 de dezembro de 2017, comprometendo-se a:

▪     Promover a transparência;
▪     Dar mais poder aos cidadãos;
▪     Combater a corrupção;
▪     Utilizar as novas tecnologias para potenciar a relação entre Estado e Cidadão.

A adesão à OGP implica o desenvolvimento, execução e supervisão de um Plano de Ação Nacional de Administração Aberta, com periodicidade bianual, e que deverá ser gerido através de uma Rede constituída por entidades públicas e da sociedade civil, de que a PASC – CASA DA CIDADANIA é parte integrante.

Conferência “Sistema Eleitoral. A Reforma”

A SEDES, associação membro da CASA DA CIDADANIA, realiza no próximo dia 12 de Setembro, a Conferência “Sistema Eleitoral. A Reforma.” com o Patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República.

Conferencia Sistema Eleitoral

Adesão da TAKE C’AIR CREW VOLUNTEERS

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Foi no passado dia 28 de Março ratificado em Assembleia Geral o Pedido de Adesão da Associação TKCV – TAKE C’AIR CREW VOLUNTEERS.

Esta associação, conforme consta dos Estatutos, “tem como fim a promoção e desenvolvimento de projectos de ajuda, de formação e de cooperação para o desenvolvimento sustentável de comunidades, em especial as mais carenciadas, e de instituições e ONG’s, em território nacional e internacional; (…)”.

Foi fundada em 2016 e tem Patricia Melo como Presidente da Direcção.

Pode seguir a actividade da TAKE C’AIR CREW na sua página de Facebook.

Adesão da Associação de Vitimas do Incêndio de Pedrogão Grande

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Foi no passado dia 28 de Março ratificado em Assembleia Geral o Pedido de Adesão da AVIPG – Associação de Vitimas do Incêndio de Pedrogão Grande.

Esta associação, conforme consta dos Estatutos, “tem como objeto principal a defesa dos direitos e dos legítimos interesses das pessoas afetadas pelo incêndio de Pedrógão Grande de dois mil e dezassete, bem como a promoção de medidas que previnam e impeçam a ocorrência de circunstâncias futuras idênticas, podendo para o efeito desenvolver todas as atividades adequadas a tal fim(…)”.

Foi fundada em 2017 e tem como Presidente da Direcção a Dra. Nádia Piazza.

Pode seguir a actividade da AVIPG na sua página de Facebook.